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9 de fevereiro de 2013

CARNAVAL — Rememorando uma análise “politicamente incorreta”

Na época do carnaval do ano passado, postei em nosso blog uma matéria que julguei valer a pena republicar. Primeiramente para os leitores que dela não tomaram conhecimento em 2012; mas, para aqueles que já a conhecem, creio que vale a pena vê-la novamente. 
Se possível, encaminhem tal matéria para seus contatos. Poderá fazer-lhes algum bem, sobretudo neste período carnavalesco (de festejos imorais, loucos e grotescos) do “reinado” do bufão — o rei Momo, e dos desavergonhados sequazes, que adoram seu cetro chinfrim e sua coroa de latão. 
• Para ver novamente a referida matéria, click aqui 
• Para enviá-la a seus contatos, basta encaminhar-lhes o seguinte link: 
http://blogdafamiliacatolica.blogspot.com.br/2012/02/carnaval-verdade-sobre-mentira-da-folia.html
Um bom descanso a todos nestes dias de “feriadão” 
Forte abraço 
Paulo R. Campos 
prccampos@terra.com.br

15 de fevereiro de 2012

CARNAVAL: A verdade sobre a mentira da folia imoral e pagã

“Não vejo a hora de chegar a quarta-feira de cinzas...”

Numa linguagem cada vez mais rara de se ouvir, a repórter paraibana Raquel Sheherazade [foto], sem receio da “censura”, diz o que pensa a respeito do Carnaval brasileiro. Gostei muito do comentário feito por ela e, ao ouvi-la, pensei: “Como seria bom se no Brasil houvesse outros jornalistas com essa coragem: falar o que pensa, sem medo de ser considerado “politicamente incorreto”. O País lucraria enormemente!”

Calorosamente, felicito essa jornalista por dizer aquilo que muita gente gostaria de bradar, mas não têm “voz nem vez” — não têm à disposição um meio de comunicação, como, no caso, a TV Tambaú da Paraíba. Felicito também essa TV, por ter dado à jornalista a oportunidade de se expressar livremente, sem se incomodar com as “patrulhas ideológicas”.

Mas, infelizmente, há também muitas pessoas que gostariam de dizer verdades sobre o carnaval, mas ficam com medo de serem taxadas de “caretas”, “intolerantes”, “politicamente incorretas”, etc.

Raquel Sheherazade faz um muito oportuno e belo desabafo — feito corajosamente e de modo inteligente —, com o qual concordo 100%. Nestes dias de folia imoral e pagã, vale a pena ouví-la e divulgar o link para o vídeo:
http://blogdafamiliacatolica.blogspot.com/2012/02/carnaval-verdade-sobre-mentira-da-folia.html

Isto poderia ajudar a evitar que muitas famílias sejam “carnavalizadas”...

 

2 de fevereiro de 2012

URGENTE — Precisamos impedir que o Cristo Redentor seja insultado no carnaval


Paulo Roberto Campos

No próximo carnaval carioca pretendem ridicularizar, zombar, conspurcar e profanar a sagrada Imagem do Cristo Redentor — símbolo das raízes católicas de nossa Pátria, batizada com o evocativo nome de Terra de Santa Cruz. 


A escola de samba “Beija-Flor de Nilópolis” pretende levar para o “sambódromo” — sim, para aquele ambiente de folia, imoralidade, devassidão — uma imagem do Cristo Redentor!


Para impedir tal infâmia bastaria uma palavra da CNBB, especialmente do Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Mas, claro, nós também temos o dever de fazer algo para evitar a profanação. Para isso, dileto leitor, não deixe de participar do abaixo-assinado que será em breve entregue ao Senhor Arcebispo e também ao prefeito daquela maravilhosa cidade, o Sr. Eduardo Paes, pois a prefeitura é responsável pela organização do carnaval.


Não vamos permitir mais esta gravíssima ofensa a Nosso Senhor Jesus Cristo, representado em sua Sagrada Imagem no alto do Corcovado. Se esse ultraje acontecer, além de um sacrilégio, seria uma humilhação imposta a todos os católicos. Ademais, poderia atrair para o Brasil a cólera de Deus, pois, como afirma São Paulo Apóstolo, em sua Epístola aos Gálatas, “Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá” (Gal. VI, 7). 


Mas vamos impedir essa zombaria ao Cristo Redentor e, assim, Ele continuará abençoando os cariocas e todos seus irmãos brasileiros. Então, participe agora mesmo dessa petição on-line. Depois convide seus amigos para também assinarem e ajudar a impedir tamanho escárnio a Nosso Divino Redentor e à nossa Fé.


Basta um click no seguinte link: 


ou 


5 de fevereiro de 2011

LAR, DOCE... ESCOLA

Como é público e notório, o MEC (Ministério da Educação) ficou famoso por ser incapaz de ensinar o que deve; de se intrometer na educação que é devida aos pais e de sequer ter a competência para organizar uma prova como a do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). Para citar apenas um exemplo, o ENEM-2010 foi considerado por professores e alunos como “uma vergonha”, um “caos total”, uma “calamidade pública”. Por isso, o MEC merece ser rebatizado de “Ministério da (des)Educação”, “Ministério da Incompetência” ou “Ministério da Educação Nota Zero”. Escolha!


Por esses e outros motivos, a família Faria da Silva passou a ensinar os dois filhos em casa — prática comum, e com excelentes resultados, em alguns países, mas proibida no Brasil. Os pais, que são professores, obtiveram aval da Justiça para ministrar o ensino fundamental às duas crianças (Lucas e Julia — 12 e 11 anos respectivamente) no próprio lar em Maringá, cidade do noroeste do Paraná. A pedido da Justiça, os filhos-alunos foram devidamente avaliados pelo Núcleo Regional de Educação de Maringá e julgados competentes. Ademais, eles sempre passaram pelos exames para cursar a série seguinte. Um belo exemplo para a família brasileira. (vide abaixo o [Anexo 1])


Infelizmente, não alcançou o mesmo sucesso, obtido em Maringá, uma outra família. Esta do interior paulista, da cidade de Serra Negra, que continua reivindicando o direito de educar em casa suas duas filhas (Vitória, 11 anos, e Hannah, 9 anos), pois, por considerarem de péssimo nível o ensino na região, retiraram as meninas da escola. Assim, estão na mira do Conselho Tutelar e do Ministério Público que exigem a volta delas ao colégio. (vide mais abaixo o [Anexo 2])
Nos Estados Unidos, segundo recente pesquisa publicada na Revista de Matrículas Universitárias, os adolescentes que estudaram no próprio lar — sistema conhecido como homeschooling (ensino em casa) — receberam notas mais altas que seus colegas matriculados em colégios regulares (públicos ou privados). E, por essa razão, os estudantes-homeschoolers são especialmente cobiçados pelas Universidades, sempre à busca dos melhores alunos.


É direito dos pais escolher o modo de ministrar a educação a seus filhos e têm o grave dever de protegê-los de más influências, de colegas drogados, pervertidos, violentos etc. Também têm o dever de protegê-los de professores inescrupulosos que ensinam imoralidades — em nome de uma pseudo “educação sexual” para crianças. Para não falar em aberrações, como no caso em foco atualmente: o KIT a ser distribuído pelo MEC neste início do ano letivo a alunos de mais de 6.000 escolas do ensino médio, com material que acaba incentivando os pequenos a adotarem comportamento homossexual..., e vídeos que, sob o pretexto de combater a homofobia, faz apologia do homossexualismo. Ou do livro — classificado como “de orientação sexual”Mamãe, Como Eu Nasci?, distribuído a crianças de 7 a 10 anos com trechos imoralíssimos. (a respeito, vide notícia no final [Anexo 3])


Como se poderá ver no mesmo anexo, “De acordo com a Convenção Americana sobre Direitos Humanos [...] o artigo 12 da CADH reconhece expressamente o direito dos pais a que seus filhos ‘recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções’. É fato notório, todavia, que esse direito não tem sido respeitado em nosso país. Apesar de o Brasil ter aderido à CADH, o MEC não só não impede que o direito dos pais seja usurpado pelas escolas como concorre decisivamente para essa usurpação, ao prescrever a abordagem transversal de questões morais em todas as disciplinas do ensino básico”.


Conclusão: em primeiro lugar, corresponde aos pais a boa formação moral dos filhos e têm os progenitores o direito de ensinar-lhes em casa se estiverem insatisfeitos com os estabelecimentos de ensino coletivo, que, por ridícula orientação do caótico MEC, ministram promiscuidade sexual e doutrina marxista às crianças. Estas estão sendo erotizadas desde cedo pelo Estado, que, depois, aparece na mídia falando em combater a pedofilia. Entretanto é o próprio Estado que está preparando as crianças para aceitarem qualquer tipo de perversão sexual — portanto, facilitando a pedofilia!


Os pais e mães de família devem estar alertas para tais cartilhas-eróticas, distribuídas largamente nas escolas, e devem se unir a fim de não permitir que o Estado apodere-se e desmoralize a função própria à família.


[Anexo 1]

Justiça autoriza família a educar filhos em casa


O Estado de S. Paulo, sábado, 29 de janeiro de 2011
Fernanda Bassette

Uma família de Maringá, no interior do Paraná, tirou os filhos da escola e os educa em casa com aval da Justiça. Com apoio do Ministério Público, os pais conseguiram convencer o juiz da Vara da Infância e Juventude de que a educação domiciliar é possível e, teoricamente, não traz prejuízos.
Ao contrário deles, uma família de Serra Negra, que também tirou os filhos da escola, ainda tenta provar ao Judiciário que tem condições de educá-los em casa. Em Minas, isso não foi possível e um casal foi condenado pelo crime de abandono intelectual.
Apesar de não existir uma decisão formal do magistrado a respeito do assunto, as crianças são oficialmente avaliadas pelo Núcleo Regional de Educação de Maringá a pedido da Justiça. Após cumprir essa etapa, o núcleo elabora um relatório e o encaminha ao Judiciário, dizendo se as crianças têm ou não condição intelectual para cursar determinada série. Há três anos é assim e o juiz nunca se opôs aos resultados apresentados.
“Os pais conseguiram comprovar que elas têm o conhecimento intelectual necessário, de acordo com as diretrizes curriculares. Essas crianças nunca tiveram dificuldade para resolver as provas. Os resultados demonstram que elas têm aptidão para cursar a série seguinte”, diz Maria Marlene Galhardo Mochi, assistente técnica do núcleo.
Segundo Ricardo de Moraes Cabezon, presidente da Comissão de Direitos da Criança da OAB-SP, o ensino fora da escola não é totalmente proibido, desde que seja justificado como algo excepcional. “Tem de ser realmente excepcional, senão banaliza. Eu recomendo que os pais não façam isso por conta e risco, mas tenham uma tutela do Judiciário”, orienta o advogado.
Para Luiz Carlos Faria da Silva, pai das crianças, além dos conflitos na educação moral dos filhos, a escola também oferecia conteúdos que ele considerava ruins. Ele reclama, por exemplo, que a escola ensinava arte moderna em vez de arte sacra. Diz também que o aquecimento global é contraditório. “Só os vulcões lançam mais dióxido de carbono no ar que toda atividade humana”, afirma o pai.
*          *          *
[Anexo 2]

Pais enfrentam a Justiça pelo direito de educar filhas em casa, como nos EUA


O Estado de S. Paulo, sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Fernanda Bassette

As irmãs Vitória, de 11 anos, e Hannah, de 9, terão uma longa batalha pela frente para provar à Justiça de Serra Negra, no interior de São Paulo, que podem continuar estudando em casa, apenas com a ajuda dos pais.
Filhas de um americano com uma brasileira, as meninas foram tiradas da escola há três anos. Agora, os pais são alvo do Conselho Tutelar e do Ministério Público Estadual da cidade, que querem que eles cumpram o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), matriculando as meninas em uma escola regular.
As duas nasceram e viveram nos EUA por seis anos. No Brasil, os pais chegaram a matricular as meninas em uma escola regular particular, mas não gostaram da qualidade do ensino. Daí veio a decisão de oferecer a educação domiciliar para elas.
O problema é que o casal foi denunciado ao Conselho Tutelar, que constatou a ocorrência do que eles chamam de “evasão escolar” e pediu que o Ministério Público tome providências. No final do ano passado, o juiz Carlos Eduardo Cilos de Araújo, da Infância e Juventude, instaurou um procedimento para analisar o caso e determinou que uma assistente social visitasse a família. Na primeira audiência, pediu aos pais um documento que comprovasse que esse tipo de formação garantiria às meninas condições de terem um diploma.
Com apoio da Aliança Nacional de Proteção à Liberdade de Instruir e Aprender (Anplia), entidade criada pelo autônomo mineiro Cleber Nunes — que também tirou os filhos da escola e foi condenado pelo crime de abandono intelectual —, os pais de Serra Negra não querem entregar documento nenhum à Justiça.
“O Estado é que tem de provar que a escola é segura e o ensino é bom, não o contrário”, diz Nunes. Leila, a mãe, endossa a afirmação e diz que não sabia que educar os filhos em casa era considerado crime no Brasil.
“Esse é um procedimento que faz parte da cultura americana. Minhas filhas fazem natação, balé, piano e treinam tênis. Estudam quatro horas por dia no período da tarde. São bilíngues em português e inglês. Nossa luta é para que as famílias brasileiras tenham liberdade para escolher como preferem educar seus filhos. Nós não vamos colocá-las de volta na escola”, afirma.
Silvia Colello, professora de psicologia da educação da USP, critica a decisão dos pais. “A educação é muito mais que assimilar conteúdo e conhecimento. É conviver com pessoas, lidar com as diferenças, defender pontos de vista, ouvir opiniões contrárias. São coisas que não dá para aprender em um ambiente privado, particularizado”, avalia.
Para Nunes, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é clara ao dizer que cabe aos pais o direito de escolher o gênero de educação para dar a seus filhos. “É um tratado internacional, ratificado pelo Brasil, que está acima do ECA e de outras leis”, diz.
A Aliança Nacional de Proteção à Liberdade de Instruir e Aprender (Anplia) estima que existem ao menos cem famílias brasileiras que vivem na ‘clandestinidade’ porque decidiram tirar os filhos da escola e educá-los em casa. ‘São pessoas que estão descontentes com o ensino, mas têm medo de mostrar a cara e serem processadas como eu’, diz Cleber Nunes, fundador da entidade.

*         *          *
[Anexo 3]

Direito dos pais ou do Estado?


Folha de S. Paulo, domingo, 30 de janeiro de 2011
TENDÊNCIAS / DEBATES
Luiz Carlos Faria da Silva e Miguel Nagib (*)

No começo de 2010, pais de alunos da rede pública de Recife protestaram contra o livro de orientação sexual adotado pelas escolas. Destinada a crianças de sete a dez anos, a obra Mamãe, Como Eu Nasci?, do professor Marcos Ribeiro, tem trechos como estes: [irreproduzíveis neste blog, apropriado às famílias].
Considerando que entre as pessoas que “só sabem abrir a boca para proibir” estão os pais dos pequenos leitores dessa cartilha, pergunta-se: têm as escolas o direito de dizer aos nossos filhos o que é “a verdade” em matéria de moral?
De acordo com a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (CADH), a resposta é negativa. O artigo 12 da CADH reconhece expressamente o direito dos pais a que seus filhos “recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções”. É fato notório, todavia, que esse direito não tem sido respeitado em nosso país.
Apesar de o Brasil ter aderido à CADH, o MEC não só não impede que o direito dos pais seja usurpado pelas escolas como concorre decisivamente para essa usurpação, ao prescrever a abordagem transversal de questões morais em todas as disciplinas do ensino básico.
Atendendo ao chamado, professores que não conseguem dar conta de sua principal obrigação, usam o tempo precioso de suas aulas para influenciar o juízo moral dos alunos sobre temas como sexualidade, homossexualismo, contracepção, relações e modelos familiares etc. Quando não afirmam em tom categórico determinada verdade moral, induzem os alunos a duvidar “criticamente” das que lhes são ensinadas em casa, solapando a confiança dos filhos em seus pais.
A ilegalidade é patente. Ainda que se reconhecesse ao Estado — não a seus agentes — o direito de usar o sistema de ensino para difundir uma agenda moral, esse direito não poderia inviabilizar o exercício da prerrogativa assegurada aos pais pela CADH, e isso fatalmente ocorrerá se os tópicos dessa agenda estiverem presentes nas disciplinas obrigatórias.
Além disso, se a família deve desfrutar da “especial proteção do Estado”, como prevê a Constituição, o mínimo que se pode esperar desse Estado é que não contribua para enfraquecer a autoridade moral dos pais sobre seus filhos.
Impõe-se, portanto, que as questões morais sejam varridas dos programas das disciplinas obrigatórias. Quando muito, poderão ser veiculadas em disciplina facultativa, como ocorre com o ensino religioso. Assim, conhecendo previamente o conteúdo de tal disciplina, os pais decidirão se querem ou não compartilhar a educação moral de seus filhos com especialistas de mente aberta como o professor Marcos Ribeiro.
_____________
(*) LUIZ CARLOS FARIA DA SILVA, 54, doutor em Educação pela Unicamp, é professor adjunto da Universidade Estadual de Maringá. MIGUEL NAGIB, 50, é procurador do Estado de São Paulo, coordenador do site www.escolasempartido.org e especialista do Instituto Millenium.

19 de junho de 2009

Parada do vício impuro e antinatural em São Paulo

Na repugnante “Parada Homossexual de São Paulo”, realizada no último domingo, 14-6-09, além da exibição do vício e de aberrações contrárias à natureza, o que mais chamou a atenção foram as ocorrências policiais: agressões, atropelamentos, garrafadas, facadas, 68 pessoas feridas, bêbados caídos pelas calçadas, gente se drogando ostensivamente, prática pública de atos libidinosos, mais de 100 casos de roubo e furto (principalmente de celulares, câmaras fotográficas e carteiras. “Apenas em três locais, 120 carteiras foram encontradas”, “O Estado de S. Paulo, 15-6-09), 412 atendimentos médicos, muita sujeira e mau cheiro. Emporcalharam a Avenida Paulista e as ruas por onde desfilaram suas depravações. Houve até uma morte, por traumatismo craniano, decorrente de uma briga entre os próprios homossexuais.


Saldo final: faltaram macas, devido a tanto tumulto, e sobraram destroços, devido tanto vandalismo.

A estudante paulistana Marinna Gonzalves, 25 anos, foi uma das vítimas de assalto. “Neste ano a violência está pior do que nos outros. Levaram meu celular a minha máquina fotográfica. Havia dois policiais ao lado que nem chegaram a ver o furto. Acho que não volto mais”. (Cfr. “Folha Online”).

Até mesmo um movimento homossexual (o denominado “MixBrasil”) teve que reconhecer: “neste ano, marcado pela violência entre os participantes da parada, as famílias desapareceram”. Ufa! Ainda bem!

É incompreensível como ainda há famílias que, mesmo sem serem adeptas de tais aberrações, vão à Paulista “assistir o desfile”. Desfile de pessoas que, além de afrontarem a Deus, desonram seus próprios corpos com o pecado da homossexualidade.

Incompreensível também como as autoridades não proíbem essa “Parada” que mancha de tal modo a cidade de São Paulo e a imagem do Brasil no Exterior.

Pior. Incompreensível como o Poder público apóia esses eventos. Sem falar do patrocínio de órgãos públicos — como a Petrobrás e a Caixa Econômica Federal —, só a Prefeitura de São Paulo gastou 550 mil reais nesta “parada” de ignomínias. (Cfr. “O Estado de S. Paulo, 15-6-09).

___________

A propósito do problema da perversão sexual, recomendo vivamente a leitura de uma entrevista com o Cardeal Janis Pujats (Arcebispo de Riga, capital da Letônia, reproduzida abaixo). Ela foi publicada na revista “Catolicismo” de março deste ano. O Cardeal, baluarte na luta contra a difusão do homossexualismo, é conhecido por sua eficaz atuação pela proibição de tais “paradas homossexuais”.

Perversões sexuais não são direitos humanos



O Cardeal Janis Pujats (foto), em 1984, quando ainda simples sacerdote, foi declarado pela KGB persona non grata e transferido para uma paróquia do interior de sua pátria, a Letônia, então dominada pelo regime comunista. Basta este fato para nos revelar o quanto ele é sumamente persona grata para os católicos.
Nascido em Navireni, no ano de 1930, foi ordenado sacerdote em 1951. Lecionou História da Arte e Liturgia no seminário da capital da Letônia. De 1979 a 1984 foi vigário-geral da arquidiocese de Riga. Em 1988 recebeu o título de prelado honorário do Papa, tendo sido nomeado arcebispo em 1991. Sete anos depois foi designado por João Paulo II Cardeal de Riga –– primeiramente “in pectore”, e três anos mais tarde tal nomeação foi dada a público.




Catolicismo — O que favorece a expansão do homossexualismo?
Cardeal Pujats
— De um lado, o homossexualismo é favorecido pelo enorme culto do sexo, que se propaga através dos meios modernos de comunicação de massa, e também pelo fato de que esse vício tem sido até oficialmente promovido em alguns países, em nome dos mal-entendidos “direitos do homem”. De outro lado, o caminho para o homossexualismo é aberto pela falta de fé e pelo enpedernimento moral de grande parte da sociedade.


Catolicismo — Por que tantas pessoas são indiferentes diante da expansão do homossexualismo?
Cardeal Pujats — Sobretudo são indiferentes a esse problema os que não crêem em Deus, como também os cristãos que não consideram a sua fé como algo importante.
Por que procedem assim? Exemplico com a situação em meu país. No governo, todo um grupo de pessoas depende financeira ou administrativamente de um só indivíduo. Sentindo-se elas pressionadas, ou ficam do lado do superior ou — no melhor dos casos — calam-se e manifestam indiferença, embora no fundo da alma não concordem com esse indivíduo. No aparelho estatal, mesmo um pequeno grupo de funcionários homossexuais pode facilmente obter o objetivo desejado. Essa questão apresenta-se de modo pior no âmbito judiciário. O regime de opressão da União Soviética era mantido pela recíproca dependência dos funcionários.
Entretanto, aos que crêem em Deus de todo o coração, mas não exercem uma real influência na sociedade, só resta organizar-se e corajosamente dar testemunho de Cristo pelo exemplo de suas vidas, baseadas no cumprimento dos mandamentos divinos. Os diversos sistemas mudam e caem, mas “a verdade divina permanece pelos séculos”, como diz o Livro dos Salmos (Sl. 116,2).

Catolicismo — Muitos autores conceituados, apoiando-se nas Sagradas Escrituras e no Magistério eclesiástico, em seus escritos sobre o homossexualismo condenam categoricamente essa prática pecaminosa. São eles entretanto raramente citados, e como conseqüência muitos católicos assumem posição de tolerância em relação ao problema. De que modo se pode proteger os fiéis em face desse perigo?
Cardeal Pujats
— O clero tem a obrigação de, citando a Bíblia, lembrar aos fiéis que a Sagrada Escritura condena toda sorte de impurezas. Apoiando-se na Bíblia, podem-se tirar conclusões preliminares para que os fiéis se orientem melhor sobre o que pode e o que não pode ser tolerado.
Devemos pregar que o Direito divino e a Lei natural são estáveis e imutáveis. O que muda é a posição das pessoas e dos parlamentos e o direito que eles criam. Por isso, nenhum legislativo pode eliminar o Decálogo, porque ele se apóia no Direito natural, garantindo a existência da sociedade. Devemos falar que não é permitido extirpar o limite entre o bem e o mal, entre o que é permitido e o que é proibido, claramente estabelecido pela Lei divina. Finalmente, devemos asseverar que o homossexualismo é um vício que se contrai, podendo ser comparado com a dependência de drogas, o alcoolismo, o fumo, etc., razão pela qual os que o praticam não podem pretender serem tratados como uma “minoria”. Devemos dizer que a perversão sexual não pode ser tolerada na esfera pública, para que tal desordem não se transforme em um mau exemplo para toda a sociedade. Se alguém tem inclinações para o vício, este deve ser disciplinado e tratado. Não se pode legalizá-lo ou protegê-lo, invocando a noção erroneamente aplicada de direitos humanos. O homossexualismo não é uma orientação sexual, mas uma perversão sexual.

Catolicismo — Cada vez que a Igreja protesta contra leis que favorecem o homossexualismo, surge a objeção de que ela se imiscui em política. O que V. Emcia. diria sobre tal acusação?
Cardeal Pujats
— A Igreja tem o direito de protestar, se o Estado impõe o homossexualismo. A Religião e a moral constituem uma específica esfera de sua competência. Condenando o homossexualismo, a Igreja não ultrapassa pois o limite de sua competência. Ao contrário, são os governos e parlamentos que extrapolam suas competências, tentando alterar os mandamentos divinos e o conceito de virtude e de vício.
Além disso, os acordos realizados pela Santa Sé com os governos de muitos países garantem à Igreja a liberdade de expressão. E também concedem aos fiéis “a possibilidade de livre criação e divulgação de iniciativas sociais, culturais e educacionais, que têm origem nos princípios da fé cristã” (Concordata da Santa Sé com a Letônia, item 9).
O princípio da separação entre o Estado e a Igreja indica unicamente as competências de ambas as partes. Em alguns países, os membros da Igreja católica constituem a maioria dos cidadãos. Poderá o Estado existir, se tais cidadãos forem separados dele de modo artificial? Tanto os fiéis em geral como os bispos são cidadãos de seu respectivo país, com todos os direitos que disso derivam. E também desfrutam o direito de protestar contra leis imorais.

Manifestações contra o “casamento” homosexual em Massachussets – EUA


Catolicismo — Como reação contra pressões do lobby homossexual do exterior, na Letônia foi votada uma lei estabelecendo que o casamento é a união exclusiva entre um homem e uma mulher. De que modo os letões protestam contra a pressão da União Européia a favor da propagação do homossexualismo?


Cardeal Pujats — Diante da crescente pressão da propaganda homossexual, o parlamento da Letônia estatuiu em 2005 uma emenda à lei, que estabelece: o Estado “protege o casamento — união entre um homem e uma mulher”, excluindo assim o reconhecimento legal da coabitação homossexual. Um fator importante na luta contra essa perversão sexual na Letônia é a voz comum de todos nessas questões morais. Justamente por isso, no dia 13 de fevereiro de 2007 o primeiro-ministro abrogou o projeto de lei apresentado ao parlamento pelos homossexuais.
Praticamente desapareceram as iniciativas de organizar em Riga “paradas homossexuais”. Em seu lugar, os cristãos organizam no verão a Festa da Família, através de uma solene marcha pelas ruas da capital. Há também um concerto e entrega de prêmios às famílias que se destacam. Os cristãos utilizam-se também da televisão, rádio e imprensa leiga, que é simpática à Igreja.
Quando os homossexuais prepararam e apresentaram ao parlamento seu projeto, os professores de 200 escolas encaminharam ao primeiro-ministro uma carta de protesto. Durante um mês os fiéis das paróquias recolheram mais de 17.000 assinaturas pedindo que o parlamento rejeitasse os projetos de lei que favorecem os homossexuais.

Catolicismo — Nos meios de informação apareceram artigos favoráveis aos homossexuais, mas nada se escreveu sobre esta parte da sociedade que decididamente se opõe ao homossexualismo. V. Emcia. pode explicar isso?
Cardeal Pujats
— A afirmação de que a maioria absoluta da sociedade se manifesta pela família normal não é nenhuma novidade. Donde também a posição da maioria não despertar o interesse da imprensa. Como o homossexualismo se liga a escândalo, é pretexto para, de tempos em tempos, aparecer no centro das atenções dos meios de informação.
Nesse assunto, é curioso o seguinte: analisando essa questão, não se procura a essência, mas a priori se anuncia que os homossexuais constituem uma “minoria” discriminada. Neste caso, a condição de “minoria”, com leis especiais, justificaria automaticamente serem recebidas em todos os ambientes pessoas que praticam algum vício, tais como o uso de drogas e o alcoolismo.

Catolicismo — Há alguns meses a imprensa liberal polonesa criticou V. Emcia. pelo modo de combater o homossexualismo. Aparecem também opiniões no sentido de que é melhor silenciar, pois com o silêncio evita-se popularidade para os meios homossexuais. Como V. Emcia. julga isso?
Cardeal Pujats
— Em cada país a situação é diferente. O fato é que o silêncio foi um erro nos países onde o homossexualismo já obtivera direitos. Igualmente na Letônia, a tática do silêncio não foi apropriada. O homossexualismo não teve aqui sucesso porque encontrou resistência, como já mencionei anteriormente. É claro, a Igreja condena a violência, mas não é responsável pelo que se passa nas ruas, quando os organizadores de paradas se encontram com opositores. Garantir a ordem nas ruas é competência da polícia.

Catolicismo — Nos Estados Unidos surgiu um movimento que, como resposta à expansão de doenças como a AIDS, promove a castidade, sobretudo entre os jovens. Nas universidades atuam grupos que propagam a abstenção de relações antes do casamento. Infelizmente, por diretrizes da UE, a Europa é “forçada” à promoção da imoralidade. Como lutar contra isso?
Cardeal Pujats
— Para debelar as trevas, é necessário a luz. Sobretudo é preciso seguir este ideal: “Bem-aventurados os puros de coração, pois eles verão a Deus” (S. Mateus 5,8). É necessário viver de acordo com os ditames da fé, praticando-a pelo menos um dia. Então a luz se acende. Depois um segundo dia..., um terceiro, e assim por diante. O maior bem que se pode oferecer aos cônjuges é a guarda da castidade. Muito importante é também que na sociedade seja dominante a convicção de que as relações antes do casamento são um mal, da mesma forma como não é preciso hoje convencer ninguém de que o roubo é um ato a ser repudiado.
Deus reservou o prazer sexual aos cônjuges para que criem seus filhos e fortaleçam sua família. As pessoas que coabitam antes de se casarem são simples ladrões do prazer sexual. Aproveitam daquilo que Deus destinou exclusivamente aos cônjuges. Com isso, prejudicam a si mesmos e à sua família, pois nenhum pecado fica sem conseqüências negativas. Este pecado traz prejuízos também para a sociedade. Se alguém o comete antes do casamento, revela que depois poderá transgredir a lei do matrimônio. É preciso lutar pela pureza antes do casamento, em cada país, pois isso é do interesse da sociedade inteira.

“Bem-aventurados os puros de coração, pois eles verão a Deus” (S. Mateus 5,8)

Catolicismo — Na maioria dos casos a prática do homossexualismo tende para uma escalada cada vez maior do desregramento e de uma obsessiva procura de novas sensações, o que constitui a negação das relações existentes no casamento normal. Por que então os homossexuais desejam que suas uniões obtenham o status de casamento, uma vez que elas estão em oposição à essência do mesmo?
Cardeal Pujats
— Nessa tendência para a legalização do homossexualismo, na verdade tem-se em vista exclusivamente o reconhecimento da libertinagem pela lei. Quanto às relações homossexuais, é difícil imaginar uma vida feliz onde esse pecado é praticado. Por que então os homossexuais fazem tanta questão de legalizar o pseudo-casamento? Pode-se dizer que o inferno é o lugar de um sofrimento sem limites, mas infelizmente não faltam candidatos que queiram ir para lá.


25 de maio de 2008

Prática homossexual: “Pecado que brada aos céus por vingança”

Representação da cidade de Sodoma sendo destruída por uma chuva de fogo

Paulo Roberto Campos

Hoje, 25 de maio, realiza-se a tal “parada do orgulho homossexual” na Avenida Paulista. O que repugna a toda família normalmente bem constituída — ou seja, constituida a partir do casamento entre um homem e uma mulher.

Já o nome — “parada do orgulho” — revela suas péssimas origens, pois segundo o grande comentarista da Sagrada Escritura, Cornélio a Lápide, o orgulho gera impureza:

“A impureza é o castigo do orgulho, da mesma forma que a humildade é a recompensa da castidade. Esta é a ordem estabelecida por Deus, e se o homem submete sua mente a Deus, também o seu corpo se submeterá a Deus. Pelo contrário, quando o homem se rebela contra Deus, também seu corpo se rebela contra ele” (Cornélio a Lápide, Commentaria in Scripturam Sacram (Paris: Vivès, 1863), vol. 18, p. 54)

Lamentavelmente a referida “parada do orgulho” é feita com patrocínios provenientes dos cofres públicos — dinheiro, portanto, da imensa maioria da população brasileira, que entretanto a reprova. É o que informa “O Estado de S. Paulo”, do dia 16-05-08: “Neste ano, o governo federal reserva R$ 300 mil, ante R$ 250 mil de 2007, e a Prefeitura desembolsa R$ 450 mil, ante R$ 350 mil da edição passada. O evento vai ter orçamento em torno de R$ 1,070 milhão, já acrescentados os investimentos da Caixa Econômica Federal (R$ 120 mil) e Petrobrás (R$ 200 mil)”.

Mas pior que o desperdiço do dinheiro público, é tratar-se do financiamento de um evento que exalta o pecado, a imoralidade, o vício antinatural. Pois, a homossexualidade viola a Lei de Deus, além de contrariar a própria natureza humana. É a pior forma de imoralidade, severamente condenada pela Igreja Católica, cujo pensamento a respeito nunca mudou, conforme ensina o “Catecismo da Igreja Católica” (publicado em 1994 pelo Vaticano) ao afirmar que os atos homossexuais são “intrinsecamente desordenados”, e “contrários à Lei Natural”.

Verdades esquecidas
À vista dessa “parada do orgulho” e em defesa da família normalmente constituída, transcrevo aqui algumas verdades esquecidas, de acordo com as quais o pior castigo de Deus é quando Ele abandona às suas próprias paixões os pecadores que não querem se converter. Disso decorre o vício antinatural da homossexualidade.

São Paulo Apóstolo, tratando da degradação dos romanos, devido à prática homossexual, afirma:

“Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario”. (Rom 1, 26-27).

O grande São Tomás de Aquino, referindo-se a essas palavras do Apóstolo, mostra a gravidade de tal pecado antinatural:

“Se todos os pecados da carne merecem condenação, pois através deles o homem se deixa dominar pelo que tem da natureza animal, muito mais merecem condenação os pecados contra a natureza, pelos quais o homem degrada sua própria natureza animal. [...] O homem peca contra a natureza quando contraria a natureza do seu gênero, isto é, a sua natureza animal. Ora, é evidente que, de acordo com a ordem natural, a união dos sexos entre os animais é orientada para a concepção. Disso se segue que todo ato sexual que não pode conduzir à concepção é oposto à natureza animal do homem”. (São Tomás de Aquino, Super Epistolam B. Pauli ad Romanos, Cap. 1, Lec. 8).

E Santo Agostinho, em sua célebre obra “Confissões”, nestes termos condena a homossexualidade:

“Aquelas ofensas que são contrárias à natureza devem ser detestadas e punidas em todo o tempo e lugar. Assim aconteceu com os sodomitas, e todas as nações que as cometerem deveriam ser igualmente culpadas do mesmo crime ante a lei divina, pois Deus não fez os homens de tal modo que possam abusar um do outro daquele modo. Pois a amizade que deve existir entre Deus e nós é violada quando a própria natureza da qual Ele é autor é poluída pela perversão da luxúria”. (Santo Agostinho, Confissões, Livro II, Cap. 8, n° 15).

Santa Catarina de Siena, escreveu o que Deus lhe ditou sobre os homossexuais:

“Como cegos e insensatos, com a luz do seu intelecto obscurecida, não reconhecem o mau odor e a miséria em que se encontram. Não apenas porque esse pecado tem mau odor diante de mim, que sou a suprema e eterna Verdade, mas de fato ele me desagrada a tal ponto, e eu o tenho em tanta abominação, que por causa apenas dele Eu queimei cinco cidades por punição divina, pois a minha justiça divina não mais podia suportá-lo. Esse pecado desagrada não apenas a mim, como já disse, mas também aos próprios demônios que esses desgraçados tornaram seus senhores. Não que esse mal os desagrade [aos demônios], pois não gostam de nada que seja bom, mas porque a natureza deles, que foi originalmente angélica, provoca-lhes repugnância ao ver cometer tão enorme pecado”. (Santa Catarina de Siena, The Dialogue of the Seraphic Virgin (Londres: Burns, Oates e Washbourne, Ltd., 1925), p. 255.

Os pecados de homossexualismo de tal modo provocam a cólera divina que “bradam aos Céus e clama a Deus por vingança”. Na Bíblia lemos esta passagem referente a Sodoma e Gomorra: “Vamos destruir este lugar, pois é tão grande o clamor diante do Senhor contra os da cidade, que Ele nos enviou para destruí-la” (Gen. 19, 13). (Vide gravura no alto)

Ambas as cidades pecadoras e amaldiçoadas servem de advertência de Deus para as cidades de nossos dias, nas quais se ostenta o “orgulho homossexual”. Segundo São Pedro: “E condenou a uma total ruína as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinzas, pondo-as como exemplo daqueles que venham a viver impiamente”.(II Pedro, 2, 6-8).

A conclusão óbvia é que a promoção de tal “parada” esta provocando a cólera de Deus, atraindo assim terríveis castigos para nossa cidade.

Encerro prometendo continuar com esse importante tema. Vou pesquisar outras “verdades esquecidas” a respeito, para serem introduzidas neste Blog da Família. São verdades óbvias, mas muito esquecidas devido ao relativismo moral de nossos tempos. Mas antes de encerrar, uma ponderação:

Nosso Senhor Jesus Cristo ensina no Evangelho (cfr. Mt 7, 1-6) que não devemos condenar o semelhante. Portanto, não podemos, de modo algum, agredir tais pecadores. Mas enquanto católicos temos a obrigação de ser fiéis aos ensinamentos do Divino Mestre, que também nos ensinou o dever de repudiar categoricamente o pecado. Então, rezemos pela conversão dos pecadores. Em conformidade, aliás, com o pedido feito por Nossa Senhora em Fátima.