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12 de setembro de 2016

NESTE MOMENTO TRISTE?

Neste momento o Brasil não tem razão para estar triste, mas para pular de alegria. Antes, estava angustiado pelas algemas de 13 anos de retrocesso



Péricles Capanema 

Na manhã de 3 de setembro, diante da imagem de Nossa Senhora Aparecida, nos jardins do Vaticano, o Papa Francisco feriu, dói dizê-lo, a maioria dos católicos brasileiros. Estavam presentes o cardeal-arcebispo de Aparecida, alguns bispos, o embaixador brasileiro junto à Santa Sé, no total umas 300 pessoas. Palavras do Pontífice: “Estou contente com a imagem de Nossa Senhora aqui nos jardins. Em 2013 prometi voltar a Aparecida. Não sei se será possível. [...] Convido-os a rezar para que ela continue a proteger todo o Brasil, todo o povo brasileiro, neste momento triste. Que ela proteja os pobres, os descartados, os idosos abandonados, os meninos de rua. Que ela salve o seu povo com a justiça social”. 

A CNBB rapidamente acertou o passo, em nota divulgada em 7 de setembro: “Vivemos um triste momento. [...] A histórica desigualdade social não foi superada. Corremos o risco de vê-la agravada pela desconstrução de políticas públicas, que resultam em perda de direitos”. E as manifestações do “22º Grito dos Excluídos”, bafejadas por ela Brasil afora na data da independência, tiveram como parceiras MST, CUT além de partidos como PSOL, PCO, PC do B, PCR e PT distribuindo panfletos e berrando o “Fora Temer” e “Diretas Já”.

Volto ao Papa Francisco. Onde está a ferida? Claro, as três palavras “neste momento triste” causaram perplexidade. É triste o momento pelo qual passa o Brasil? Agravou a estranheza o possível cancelamento de sua viagem a Aparecida em 2017. Não foi ambígua a declaração, elas constituíram apoio à presidente cassada e às suas políticas. Era notório, pelo caráter augusto da investidura petrina, não ser politicamente prudente avançar mais na expressão do pensamento, sob pena de ruidosa inconformidade na grossa maioria das escandalizadas ovelhas, cuja defesa dos lobos foi confiada por Cristo ao Sucessor de Pedro. Sentiriam que estava sendo escancarada a porta do redil. A declaração trouxe à memória palavras de frei Betto em Cuba, sob silêncio dos órgãos da Santa Sé, um ano atrás: “Toda a esquerda latino-americana que conheço está muito feliz com o Papa Francisco”. 

Atendo-me aos fatos: não sei se inocente-útil; de qualquer maneira, sem lesionar o respeito filial, o curso da lógica leva até lá, companheiro-de-viagem. E o ponto final da viagem na mente os que comandam a jornada é o regime comunista.

Sob muitos pontos de vista, neste momento o Brasil não tem razão para estar triste, mas para pular de alegria. Antes, estava angustiado pelas algemas de 13 anos de retrocesso e exclusão. Retrocesso em suas possibilidades de caminhar na rota da prosperidade, exclusão de políticas que favorecem os pobres em longo prazo. Havia inclusão social: o povo estava incluído na rota que passa pela Venezuela e leva à situação de Cuba. Não custa lembrar que em 2016, segundo o insuspeito Latinobarómetro, 72% das pessoas na Venezuela confessaram que nos últimos 12 meses lhes faltou comida. Sem eufemismos, passaram fome. 

Diante da grave caminhada do Brasil, os católicos brasileiros estavam especialmente aflitos ao constatar que a CNBB permaneceu obstinada em favorecer a ascensão ao poder e a apoiar um governo promotor de políticas destruidoras da moral católica na vida familiar e social (e agora, mantendo a rota, sôfrega, aproveita-se das palavras do Papa Francisco para uma vez mais proclamar que tem lado). 


Acima falei em alegria. Outro motivo de felicidade, esse permanente, é ler ensinamentos de grandes Papas do passado, que desanuviam o espírito. São Pio X [foto] advertiu: “Os verdadeiros amigos do povo não são inovadores nem revolucionários, mas tradicionalistas”. 

E Pio XII, jamais utilizando a linguagem habitualmente imprecisa e favorecedora dos objetivos revolucionários da CNBB (só lembro aqui a dose de hoje: a histórica desigualdade social não foi superada), ensinou: “Num povo digno de tal nome, todas as desigualdades decorrentes não do arbítrio, mas da própria natureza das coisas — desigualdades de cultura, de haveres, de posição social, sem prejuízo, bem entendido, da justiça e da mútua caridade — não são, de modo algum, um obstáculo à existência e ao predomínio de um autêntico espírito de comunidade e fraternidade. Mais ainda, longe de ferir de qualquer maneira a igualdade civil, elas lhe conferem seu legítimo significado; ou seja, que perante o Estado cada qual tenha o direito de viver honradamente a própria vida pessoal, na posição e nas condições em que os desígnios e disposições da Providência o colocaram.”

Reitero, são motivos perenes de júbilo, paz e certeza, neste momento, por outras razões, de tristeza e perplexidade.

8 de maio de 2016

Zika vírus: jogo para a legalização do aborto?


Nelson Ramos Barretto 

No dia 28 de abril último o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu no Club Homs, situado na Avenida Paulista, a conferência “O zika vírus na berlinda”, a cargo da Dra. Elizabeth Kippman, ginecologista obstetra, e do jurista Dr. Paulo Leão, os quais demonstraram que a infecção causada pelo zika não tem relação provada com o surto da microcefalia no Brasil.

Antes da conferência muitos pareciam céticos quanto à afirmação de que o mosquito aedes aegypti e o zika não fossem de fato os vilões da microcefalia. Com tanta publicidade na mídia, imaginava-se que tudo estivesse comprovado. Inclusive, muitas grávidas já estavam viajando ao exterior para dar à luz com mais segurança. Falava-se até em ampliar as causas não penalizadas de aborto! 


O presidente do Instituto, Dr. Adolpho Lindenberg [foto], abriu a sessão saudando os palestrantes e os presentes, e manifestando sua alegria pelo fato de um determinado grupo de pessoas constituir um público constante nos eventos realizados no Club Homs. 

À medida que a primeira conferencista, a Dra. Elizabeth Kippman [foto abaixo], desenvolvia com segurança e conhecimento o tema, expondo gráficos e mapas, o ceticismo ia sendo substituído por uma indignação diante da manipulação do noticiário e dos corifeus abortistas. 


Numa exposição muita didática, a Dra. Elizabeth explicou primeiramente as várias causas da microcefalia, mostrando que não há prova de que ela seja provocada pelo zika vírus; e depois as doenças transmitidas pelo aedes aegypti, como a dengue, a chikungunya e o zika. Assim, no mapa do Brasil com incidência de zika, o Mato Grosso aparece em primeiro lugar e o Nordeste em último. Pelo contrário, no mapa com ocorrência da microcefalia, o Nordeste está disparado na frente, especialmente Pernambuco, enquanto Mato Grosso nem sequer aparece... 

Então, qual seria a causa da ocorrência de microcefalia em Pernambuco? 


A provável resposta veio com a eloquente exposição do Dr. Paulo Leão [foto]. Ele levantou a questão da tríplice vacina utilizada para sarampo, coqueluche e rubéola, a qual não poderia ter sido aplicada em gestantes, ou, pelo menos, três meses antes da gestação. Tal restrição consta dos avisos do laboratório fabricante da vacina. Parece que não houve essa cautela na campanha de vacinação. 

O Dr. Paulo citou a opinião abalizada do Dr. Plinio Bezerra dos Santos Filho, com PhD nos Estados Unidos, que realizou estudos e assinou denúncia junto ao Ministério Público. Uma denúncia de crime praticado contra a população brasileira por uma sequência de erros e procedimentos grosseiros do Ministério da Saúde, do SUS, de seus institutos associados e autoridades constituídas, que provocaram e continuam provocando a atual crise de microcefalia em todo o Brasil. Uma análise mais detalhada e específica de dados e fatos referentes ao estado de Pernambuco acompanha a denúncia, segundo a qual a crise de microcefalia que surgiu nessa unidade da Federação, com um pico máximo de casos em novembro de 2015, não se deve ao vírus zika e nem é uma epidemia. Ademais, existem quatro fatos-causa principais que explicam claramente os dados, números de casos e períodos das notificações.

Outro fato curioso: embora os Estados Unidos fossem há alguns anos o país com o maior índice de microcefalia, lá entretanto não havia surto de aedes aegypti, nem tampouco de zika. Este vírus mais recentemente foi objeto, no Suriname, de um estudo por uma equipe internacional, a qual constatou que não obstante a zika vírus ter tomado uma proporção endêmica nesse país, não houve incidência de microcefalia.

Entretanto, os corifeus do aborto e a mídia internacional insistem em relacionar o aedes aegypti com o zika e a microcefalia. De onde a pergunta que teima em não se calar: A quem aproveita o delito? 

Ante a onda criada, aparece a tropa de choque dos cientistas que começam a defender o aborto dos bebês com microcefalia. E que dão como certo que a causa é o zika e o aedes aegypti.

Em seguida, a busca desenfreada de um caso, pelo menos, que prove que a mãe contraiu o zika vírus e o nascituro está com microcefalia. Se encontrarem esse caso, terão a prova de que a causa da microcefalia foi o zika, e que, portanto, é necessário abortar todas as crianças em fase de gestação em que a mãe esteja com esse vírus. 

Alguém dirá que esta argumentação é muito rocambolesca e que não se pode levá-la a sério. Mas os fatos estão aí para provar que é a justificativa dos abortistas para legitimar o aborto de microcéfalos — assim como ocorreu anteriormente no caso de bebês portadores de anencefalia.

Assim, os corifeus pró-aborto pensam e manipulam a doença para difundir o infanticídio pré-natal. Nesse sentido, o secretário-geral da OEA, Luis Almagro, chegou a declarar no dia 26 de abril p.p. que o zika era uma “oportunidade” para o que ele chama “igualar os direitos” (sic).



Na segunda parte do evento o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança [foto abaixo] discorreu sobre as manifestações pelo impeachment da presidente petista.


Ele começou mostrando como o noticiário apresenta praticamente só a rejeição à corrupção do PT, e não o aspecto ideológico da reação ao comunismo e ao socialismo. E lembrou que, ao assumir o poder, o PT — cujos dirigentes foram em grande parte formados pela esquerda católica, ou seja, pela Igreja da Teologia da Libertação — declarou, pela boca de José Dirceu, que seu projeto de poder era de 30 anos.

Dom Bertrand mostrou ainda como a corrupção foi disseminada e utilizada pelo governo petista para a manutenção do poder e a difusão da revolução socialista na América Latina e África; como ele desperdiçou a bonança econômica com o populismo e a corrupção; e como contribuiu para a destruição da família e da juventude através da Ideologia de Gênero.

Prosseguindo, o príncipe relatou como o PT promoveu a corrosão da propriedade pelo incentivo às invasões do MST e do MTST, bem como pela demarcação de territórios para falsos indígenas e quilombolas. E ainda favoreceu a criminalidade com o desarmamento dos homens honestos.

Afirmou que à medida que o PT foi maquinando para implantar o socialismo, as reações foram crescendo e criando uma distância entre o Brasil cristão, latente, e o Brasil governista patente. Lembrou o ensinamento de Pio XI de que “socialismo e catolicismo são termos contraditórios” e comentou que nas manifestações de rua havia um clima ordeiro e de bom humor com o “Tchau querida”, o qual só fez crescer com a aprovação inicial do impeachment pela Câmara, cujo anúncio causou uma sensação de alívio e de exorcismo de um demônio que pesava sobre a Nação. 

Ao finalizar, Dom Bertrand disse que o nosso futuro deve estar na trilha bendita da civilização cristã segundo o lema “Instaurare omnia in Christo” de São Pio X — para quem a civilização não está para ser inventada, devendo apenas ser restaurada em Cristo. E lembrou as palavras de Plinio Corrêa de Oliveira no discurso do Congresso Eucarístico de 1942, diante de cerca de um milhão de pessoas reunidas no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo: “É mais fácil arrancar o Cruzeiro do Sul do céu, do que a Fé e a soberania de nosso povo!”.
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Para visualizar uma "galeria" de fotos desse concorrido evento, click na primeira imagem e a percorra com a setinha de seu teclado.
































24 de abril de 2016

O BRASIL NO MEMORÁVEL DIA 17 DE ABRIL


Reações contra a esquerdização do País e alerta para a atual crise política, social e econômica cuja origem reside numa crise religiosa e moral

Paulo Roberto Campos

Com multidões nas ruas das principais cidades, o povo brasileiro virou uma página de sua história. Entretanto, muitas outras páginas ainda precisam ser viradas para que o Brasil reencontre o seu caminho e realize sua missão providencial no concerto das nações.

Para falar de um local onde estive — Avenida Paulista —, os manifestantes que a lotavam celebraram cada voto pró-impeachment emitido no plenário da Câmara dos Deputados no histórico dia 17 de abril. Com os olhos fixos nos telões, eles comemoraram 367 vezes os votos pelo SIM! e vaiaram 137 vezes os votos pelo NÃO! Encerraram a celebração daquela vitória cantando o Hino Nacional. Eventos análogos ocorreram em todas as regiões do País. 

Notei na fisionomia de numerosos manifestantes que eles sentiam-se como se estivessem recebendo uma lufada de ar fresco em meio à poluição petista que há 13 anos espalhou-se pelo Brasil; ou como se tivessem a alegria de ver, depois de tantos anos, uma luz no fim de um tenebroso túnel. 

Esperemos que o Senado e o STF não venham a frustrar, com delongas, o que a imensa maioria dos brasileiros espera: a aprovação do processo de impeachment

Um fato ficou evidenciado: o Brasil real é bem diverso do Brasil oficial. Ou seja, o Brasil autêntico e cristão não deseja que no livro de sua história, no capítulo denominado PT, o atual governo seja registrado como bom para o povo brasileiro. Este rejeita a adulteração do Brasil por ideologias marxistas; rejeita figuras opostas aos grandes valores de seu glorioso passado; recusa a “cubanização” do País. Nesse sentido, uma das faixas muito chamativa na Avenida Paulista continha estes dizeres: “Deputado que vota NÃO, nunca mais ganha eleição!”. 

Ação anticomunista 

Voluntários do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira [foto abaixo] estiveram presentes na Avenida Paulista, distribuindo um manifesto intitulado O BRASIL EM HISTÓRICA ENCRUZILHADA, com uma introdução Abra e Veja: Operação para enganar o público e tentar salvar o projeto socialista que vem demolindo o Brasil há vários anos! 

Como nossos leitores já devem ter lido, o documento não trata apenas da tremenda crise que deixou o País à deriva pela aplicação do projeto comuno-bolivariano do governo lulopetista, mas versa também e principalmente sobre a conjuntura que eventualmente nos aguarda em decorrência dessa crise sem precedentes, cujo fim após a provável aceitação do impeachment é muito difícil determinar. 

Petismo sem PT 

Com relação ao período pós-PT — com impeachment ou não — o manifesto oferece subsídios para um sadio debate, e levanta algumas possíveis soluções que poderiam ajudar o País a enfrentar com denodo as atuais dificuldades. Por exemplo, ao afirmar que “a solução verdadeira não está por ser inventada. Trilhando as vias da fidelidade aos princípios da civilização cristã, o Brasil, sempre fiel a si mesmo, poderá esperar as bênçãos do Cristo Redentor”. 

Levanta ainda algumas hipóteses, as quais poderiam sugerir falsas soluções. Uma delas seria o perigo de o País naufragar em mãos de aventureiros — novos “salvadores da pátria”, velhos conhecidos — ou de um governo que não se apresentaria como petista, mas que continuaria a empregar o mesmo estratagema do PT. Popularmente falando, seria seguir “tudo como dantes no quartel de Abrantes”... 

Tal hipótese se realizaria, por exemplo, com a implantação de um “sistema melancia” (verde por fora e vermelho por dentro), meio ecologista, meio petista. Um regime comuno-miserabilista como aquele que arruinou a infeliz Cuba e no qual afunda a vizinha Venezuela, onde o governo bolivariano debilitou as autênticas tradições cristãs consubstanciadas na instituição da família e no direito de propriedade. 

No Brasil, contribuiu para o atual estado de coisas a chamada esquerda católica, bafejada pela CNBB (Conferência Nacional do Bispos do Brasil) e pelos “teólogos da libertação”, que procuraram iludir o povo católico a respeito do PT, exaltando-o e abençoando-o como se fosse uma espécie de “partido salvador do trabalhador oprimido”. Mesmo com o governo petista no fundo do poço, sem qualquer credibilidade, o clero esquerdista ainda procura dar-lhe uma sobrevida. Contribui assim para a desesperada tentativa de implantar em solo pátrio o regime de miséria e de fome reinante na Cuba de Fidel Castro e repetido na Venezuela, primeiro no governo do falecido Hugo Chávez e agora no de Nicolás Maduro — regime, aliás, agonizante. 

Vigilância contra falsas soluções 

Entretanto, é exatamente isto que o povo brasileiro rejeita. A prova são os recentes e monumentais protestos que transcorreram ordeiros e pacíficos em todo o território nacional. Milhões de compatriotas nossos manifestaram-se indignados com os erros que serpenteiam, espalhados sobretudo pelo PT e assimilados. 


Nesta “encruzilhada histórica” — com a eventual queda do governo petista e para evitar que a demolição do País prossiga —, a referida introdução ao manifesto do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira alerta para os enganosos rumos e falsas alternativas que “poderão nos levar ao mesmo abismo a que a cobra socialista nos está tentando conduzir nos últimos anos. É só pelo retorno à fonte de nossa civilização cristã — e aos seus pilares que são a tradição, a família e a propriedade — que disporemos da assistência divina, com cujo auxílio e com nossos esforços poderão estar à altura da imensa tarefa de reconstrução moral e material do nosso querido País. Que a isso nos ajude o Cristo Redentor”. 

Peçamos a Ele, por meio da Rainha e Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, que ampare nossa Pátria nesta difícil encruzilhada, não permitindo que a serpente infernal continue afligindo o povo brasileiro, enganando-o ou conduzindo-o rumo às mencionadas falsas soluções. Mas o Divino Redentor deseja nossa contribuição: não devemos permanecer de braços cruzados face às investidas venenosas da víbora marxista, causadora da atual crise política, social e econômica, que encontra sua origem numa crise religiosa e moral.

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Para percorrer a "galeria" de fotos que fiz durante a manifestação pelo impeachment, realizada na Av. Paulista, no dia 17 de abril, click na primeira imagem:



Manifestação de alegria pelo impeachment do governo PT pode-se perceber em fisionomias de pessoas de todas as classes sociais e todas as raças














Note-se à direita o terço desta senhora. Rezemos em família para que Nossa Senhora livre o Brasil dos erros do comunismo espalhados em nossa Pátria pelo PT