Mostrando postagens com marcador homossexualismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador homossexualismo. Mostrar todas as postagens

16 de setembro de 2012

Palestra do Dr. Ives Gandra da Silva Martins

Palestra imperdível com o renomado jurista, Dr. Ives Gandra. 

Faça agora sua inscrição clicando em: http://ipco.org.br/home/

Recebi o convite para participar de uma conferência que está sendo promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira e aqui estendo esse convite aos diletos Amigos de nosso blog, pois o tema esta estreitamente vinculado aos nossos assuntos em prol da família. Eis as informações a respeito:

Quando? 

  • Dia 20 de setembro de 2012 (quinta-feira) a partir das 19 horas 


Onde? 

  • Clube Homs – Av. Paulista, 735 (a 100 metros do metrô Brigadeiro – há estacionamento pago no local) 


Quem é o Dr. Ives Gandra? 

  • Doutor em Direito e um dos mais renomados juristas do Brasil com reconhecimento internacional. É autor de mais de 40 livros individualmente, 150 em co-autoria e 800 estudos sobre assuntos diversos, como direito, filosofia, história, literatura e música, traduzidos em mais de dez línguas em 17 países. 
  • Não perca por nada esta palestra! 
  • O Dr. Ives Gandra irá falar com total conhecimento de causa sobre temas bastante atuais. Ele fará uma análise crítica sobre o julgamento do Mensalão e algumas decisões polêmicas do STF, tais como: 
  1. Autorização para utilização de embriões congelados para experiências com células tronco embrionárias; 
  2. O Supremo reconhece que os casais homossexuais têm os mesmos direitos e deveres que os casais heterossexuais; 
  3. O STF reconhece que o aborto de anencéfalos não é mais crime. 
Conto com sua participação. 
Inscreva-se com um click aqui: 


27 de janeiro de 2012

Obras contra o homossexualismo e o aborto



          Alguns leitores deste blog perguntaram como proceder para se adquirir ambos os livros mencionados no post anterior. Abaixo consta o site, endereço, telefone, e-mail para se encomendar tais livros.

          Uma vez que essas obras ensinam como defender a família e como combater as investidas do movimento homossexual e dos ativistas pró-aborto e, ao mesmo tempo, julgando que a resposta ao pedido de informação pode interessar a todos nossos leitores, a seguir transcrevo um folheto de propaganda dos livros “Homem e mulher, Deus os criou” e “Catecismo contra o aborto”. Eles estão sendo difundido numa caravana de jovens do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira ( www.ipco.com.br )

*       *       *
Basta abrir os olhos, para notar que uma propaganda generalizada contra a família procura enfraquecê-la em todo o mundo, e mesmo destruí-la. Conspiradores agem em vários níveis e por vários meios, especialmente promovendo ampla campanha a favor do aborto e do “casamento” homossexual.
Essa minoria ínfima pretende impor seus vícios e crimes à sociedade, com apoio de governos e de leis favorecendo os seus objetivos. É necessário reagir para não sermos cúmplices de dois pecados públicos que atrairão sobre o Brasil a cólera de Deus. Resumimos abaixo alguns pontos que comprovam a necessidade de agir corajosamente e participar desta campanha CRUZADA PELA FAMÍLIA — CONTRA O ABORTO E CONTRA A AGENDA DO MOVIMENTO HOMOSSEXUAL.

A Igreja sempre condenou o aborto e as relações homossexuais
§     Desde o seu primeiro catecismo (Didaké) a Igreja proíbe o aborto
§     Apóstolos, santos e doutores da Igreja condenaram as relações homossexuais

§     É pecado grave provocar o aborto, mesmo nos primeiros dias da concepção
§     O ato homossexual é contrário à natureza humana

§     Quem provoca o aborto, seguindo-se o efeito, tem excomunhão automática
§     Deus abomina o pecado de sodomia


O aborto e as relações homossexuais são pecados de extrema gravidade
§     Eliminar a criança indesejada é assassinar um inocente e indefeso
§     As relações homossexuais são muito mais graves que os outros pecados da carne

§     O embrião humano já é formado em ordem a receber a infusão de uma alma espiritual
§     Deus destruiu Sodoma e Gomorra por causa do pecado de homossexualismo

§     O aborto é um pecado que brada aos Céus e clama pela vingança de Deus
§     A sodomia brada aos Céus e clama a Deus por vingança


Medicina e ciência não justificam o aborto e o homossexualismo
§     Para a ciência médica atual, a vida humana começa na concepção
§     Não existe base genética para a homossexualidade

§     Os genes do feto definem uma vida nova, diferente do pai e da mãe
§     Gêmeos idênticos podem ter tendências sexuais diferentes

§     Nos estágios iniciais do embrião, a mulher já é mãe de um ser humano
§     Os transtornos de preferências sexual podem frequentemente ser curados


Legalizar o aborto e o “casamento” homossexual são aberrações jurídicas intoleráveis
§     A vida humana precisa ser protegida desde os seus primórdios
§     Só a união entre um homem e uma mulher pode gerar novas vidas e educar as novas gerações

§     É inadmissível a lei conceder direitos e facilidades para o assassinato (aborto)
§     A relação homossexual não merece nenhuma apoio do Estado, por ser estéril e por constituir um vício, onerando indevidamente os contribuintes

§     Nenhuma lei pode tornar lícito o aborto, um ato intrinsecamente ilícito
§     Adoção de criança por casal homossexual prejudica sua educação


Aborto e relações homossexuais causam graves males pessoais e sociais
§     O aborto pode provocar hemorragia, infecção e lesão de órgãos internos
§     O estilo de vida homossexual está repleto de violência, infedelidade e trauma

§     Predispõe a nascimento prematuro, gravidez ectópica, aborto espontâneo
§     As “uniões” homossexuais duram em média 12 a 18 meses, e comportam muitos outros parceiros além do “estável”.

§     Provoca angústia, depressão, remorso, perda de auto-estima
§     Embora os homossexuais representem menos de 3% da população, 60% dos novos aidéticos são homossexuais, ou seja, o índice é dezenas de vezes maior entre eles.

_________________
Adquira estes livros e defenda sua família, acesse:
www.livrariapetrus.com.br

A encomenda pode também ser feita diretamente à
PETRUS EDITORA 
Rua Visconde de Taunay, 363 
CEP 01132-000 
São Paulo – SP 
Tel: (11) 3333-6716 
E-mail: petrus@livrariapetrus.com.br

26 de janeiro de 2012

CRUZADA PELA FAMÍLIA — contra o aborto e a ditadura homossexual

Paulo Roberto Campos


Uma “Cruzada pela Família” percorre cidades brasileiras. Seu objetivo: proclamar alto e bom som a doutrina católica contra o homossexualismo e contra o aborto; mostrar altaneiramente que não são normais as práticas antinaturais. Em suma, uma Cruzada não para reconquistar o Santo Sepulcro de Nosso Senhor Jesus Cristo, como no século XI, mas para, neste início do século XXI, reconquistar o direito de proclamar o que Ele nos ensinou e condenar o que Ele condenou, resgatando assim os valores familiares para nossa sociedade tão desvirtuada pela corrupção moral generalizada. 


Trata-se de uma épica Caravana formada por 36 jovens, os quais abrindo mão do merecido descanso proporcionado pelas férias, percorrem o Brasil a fim de mobilizar nossos contemporâneos e incentivá-los a não se deixarem intimidar pelo movimento homossexual quando este, por exemplo, ameaça os brasileiros com a tal “lei da homofobia”. Os jovens caravanistas difundem duas esplêndidas obras: uma sobre os malefícios do homossexualismo, intitulada Homem e mulher, Deus os criou, e a outra — Catecismo contra o aborto — a respeito dos malefícios da prática abortiva. Ambas de autoria do Pe. David Francisquini.


No contato direto com o público, os caravanistas têm podido constatar que os brasileiros estão reagindo e não querem transigir diante da minoria (barulhenta) do lobby homossexual, que tenta impor “goela abaixo”, por meio de órgãos da mídia, a ideologia homossexual à imensa maioria (silenciosa) dos brasileiros.


Você também, dileto leitor, pode fazer parte dessa nova e verdadeira Cruzada. Este bom combate tornou-se em nossos dias urgente e necessário, se desejamos salvar a Família e o futuro moral de nossos filhos, que se sentem ameaçados por tantos fatores de corrupção (por exemplo, pela maré de livros imorais e até pornográficos distribuídos em colégios, muitos dos quais fazem apologia do “casamento” homossexual, afirmando ser “normal” o casamento de mulher com mulher e de homem com homem). BASTA! Não podemos aceitar calados tais absurdos! 


Como ajudar ou participar dessa Cruzada contra a imoralidade visando impedir a desintegração da família? 


Veja as matérias a respeito da “Cruzada pela Família” — inclusive vídeos e fotos — disponíveis no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (www.ipco.org.br) e aliste-se nesta Cruzada e/ou apoie esta heroica epopeia.

19 de janeiro de 2012

O termo “homofóbico” e burrice

Nereu Augusto Tadeu de Ganter Peplow 

Peço perdão, inicialmente, pela extensão do texto, mas não saberia expressar com menos palavras o que penso a respeito e, então, trata-se do seguinte: Quando alguém está errado, pouco irá se importar com a existência da verdade.

Para simplificar, o erro é a verdade. Um erro sustentado com veemência acaba se institucionalizando. E assim nascem os fanáticos. Fanático vem do latim “fanum” — templo – e designava aqueles que entravam no templo, ao contrário dos profanos ("pre fanum"), que eram os que ficavam à entrada do templo.

Assim foram chamados, em certa época, os sacerdotes da deusa grega Belona (origem dos termos “bélico”, “belicoso”, “beligerante”, guerreiro), a versão feminina do deus da guerra Marte. Esses sacerdotes percorriam a cidade vestidos de preto e armados de machados de dupla lâmina, tocando trombetas, dançando nus e se lacerando com punhais.

Com o passar do tempo, o termo fanático passou a ser aplicado aos que demonstram exagerado ardor religioso ou que se mostre entusiasmado demais por uma idéia.

Dessa forma, em nossa civilização, nasceram e foram se desenvolvendo comportamentos que, por seu ineditismo e oportunidade, passaram a requerer qualificação própria e, gerados por um sistema político-social dominante, foram sendo batizados a bel prazer, segundo as regras da orwelliana novilíngua.

Por traz de tudo isso reside, impávido colosso, a tirania. A tirania do fanatismo. Expressão que me parece uma tautologia, um “bis in idem”; enfim, uma redundância. Indo direto ao ponto, a tirania impôs a idéia de que o homossexualismo, ou seja, a prática de sexo entre indivíduos de sexo — ou gênero — semelhante, isto é, um homem com um homem e uma mulher com uma mulher, deverá ser considerado como uma atividade corriqueira e tão integrante da natureza humana quanto um sujeito sair de casa de manhã para ir trabalhar.

A despeito da consuetudinária e legal verdade no sentido de que um casal é composto de indivíduos de sexos diversos. Do contrário não teremos um casal, mas sim um par. Um “par de dois”, voltando à tautologia.

Determinou-se, então, de modo artificial, como de costume, que aquele que se indispuser contra tal convenção social fosse chamado de “homofóbico” e, mais que chamado, criminalizado, penalizado, tipificado, punido e sentenciado.

Mas, se existe algo que me incomoda em particular, é a burrice, especialmente quando é crônica. Homofóbico, ao que me consta, é algo que não existe. Mas foi criado e teve que passar a existir, pelos poderes de outra tirania, a semântica.

Se não, vejamos: Etimologicamente falando, o termo homofobia (que não existe, foi construído) é constituído de um radical e um sufixo gregos: “homos”, que significa “semelhante” e “phóbos” que significa terror, medo, horror, ou medo mórbido de algo, sejam atos ou situações.

Em suma, homofóbico seria aquele que tem terror, medo, horror, do que lhe é semelhante. Até aqui, portanto, não se vê conotação sexual na coisa toda. Pode ser que signifique alguém ter medo do próprio vizinho, ou do gênero humano de um modo geral. Existe, no entanto, uma palavra consagrada pelo uso (uso antigo, é claro, porque hoje é ignorada pela própria existência da “ignorantzia”), que é “homogamia”. Homogamia sim, posso entender, que tem origem no grego “homógamos” que define aquele que está casado com alguém da mesma condição sexual, seria um termo que eu aceitaria que entrasse em discussão. Mas, homofobia? Como e com quem eu posso discutir algo que não existe? E, embora inexistente, céus, quanto incômodo!

O correto seria a mídia (incluindo professores de gramática) difundir que a forma correta de expressar o sentimento contrário à união entre pessoas do mesmo sexo seria "anti homogâmico" e não "homofóbico", cuja etimologia não leva a nada... mas, como a burrice impera...

10 de dezembro de 2011

Resultado da sessão na CDH do Senado — Uma vitória e um recuo estratégico: adiamento da votação da “Lei da homofobia”

Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal adia votação do PLC 122/2006 (a “Lei da Homofobia” ou “Lei do Zipper”). A senadora petista Marta Suplicy (à esq. de costas), percebendo que não obteria maioria, pediu reexame do projeto — que bem merece o 1º lugar... na lata de lixo. 
Fotógrafo: Lia de Paula / Agência Senado 08/12/2011

Mais uma batalha vencida: votação do PLC 122 é adiada 


Daniel F. S. Martins


Após uma verdadeira chuva de e-mails que os participantes do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira enviaram entre ontem e hoje aos senadores contra o PLC 122, a senadora Marta Suplicy, relatora e principal defensora do projeto, viu-se obrigada a adiar a discussão para “tentar conseguir um acordo para retomar a tramitação da proposta” (Agência Senado, 8/12).

O projeto está completando 10 anos (sic!) e não consegue ser aprovado… Será que os defensores da lei querem uma evidência maior de que seu projeto é contrário ao sentimento da população, majoritariamente cristã e oposta à agenda homossexual?

Por que não arquivam de uma vez por todas? Simplesmente por que eles querem passar por cima de quem lhes é contrário. E se recuam, é para daqui a pouco conseguirem seus objetivos.

Veja o que, segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, disse a senadora Marta Suplicy sobre o recuo feito em seu último texto: “A senadora reconhece que não se trata da proposta ideal, mas sim, de ‘um passo importante para avançar na matéria’”.

Portanto, não nos enganemos: em breve eles voltarão à carga, com este e outros projetos, cada vez mais radicais e persecutórios.

Mas que eles não se enganem: voltaremos nós também, com o auxílio de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, cuja festa se comemora justamente hoje!

P.S.: Detalhe importante que está passando desapercebido: na mesma sessão da Comissão de Direitos Humanos do Senado, tentaram aprovar um outro projeto abominável: a legalização do aborto de anencéfalos, o PLC 50/2011. A votação também foi adiada. Vamos rezar e agir para que também esse projeto, daqui a dez anos, ainda esteja engasgando…

7 de dezembro de 2011

Não posso acreditar: “CNBB e Marta fazem acordo sobre projeto que criminaliza homofobia”?!


Segundo notícia postada ontem no portal de “O Globo” (link abaixo), intitulada “CNBB e Marta fazem acordo sobre projeto que criminaliza homofobia”, amanhã, 8 de dezembro, festa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) tentará aprovar na CDH (Comissão de Direitos Humanos do Senado) a “Lei da homofobia” (projeto de lei PLC 122) — aquela famigerada lei que pretende criminalizar todos os que venham a se opor às pecaminosas e antinaturais práticas homossexuais.

Que a senadora petista tente tal aprovação na “calada da noite” (nesta ocasião em que todos estamos com as atenções postas nos preparativos para o Natal e Ano Novo), não causa estranheza, pois só mesmo por meio de um “golpe” assim articulado aquela inaceitável lei poderia eventualmente passar na CDH. Mas o que causa estranheza — E MUITA — é o mencionado “acordo” que ela fez com a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Segundo Marta Suplicy, o “acordo” foi no sentido de uma “flexibilização” da lei. Mas trata-se de um outro “golpe” para nos enganar. Como os leitores poderão conferir no seguinte link:

Reaja agora contra a “lei da homofobia”, o PLC 122, que pode ser votado nesta semana



Espero que não tenha havido acordo nenhum, mas, neste caso, a CNBB tem obrigação de fazer um urgente e taxativo desmentido. Se não o fizer, poderá ser responsabilizada pela aprovação no Brasil de uma lei diametralmente oposta às Leis de Deus e à própria Lei Natural. Responsabilizada pela aprovação de algo que SEMPRE foi condenado pela Igreja Católica e rejeitado pela imensa maioria da população.

Em qualquer caso, seja ou não publicado o esperado desmentido, de nossa parte é urgente protestar contra a “Lei da homofobia” — também conhecida como “Lei do Zipper”, pois colocará um psy-zipper na boca de todos os brasileiros, ou seja, não poderão mais, sem qualquer restrição, manifestar suas opiniões contrárias ao homossexualismo.

Para esse protesto, por favor, não deixem de acessar o link a seguir e registrar sua reclamação:

_______ 
Link para a notícia, acima referida, de “O Globo”: 

18 de novembro de 2011

CANÇÃO NOVA — Já ouvi esta canção... velha favorecedora de posições anticatólicas



Canção Nova tem apresentador a favor da Revolução Homossexual 

Luís Felipe Escocard  



Folheto afirma que católicos
não podem votar em abortistas.
Coletiva do Sr. Edinho Silva
discordando.
A rede de TV Canção Nova estreou um novo programa denominado Justiça e Paz, apresentado pelo Sr. Edinho Silva, com o intuito de falar sobre a doutrina social da Igreja Católica.

O novo apresentador é deputado pelo PT em São Paulo. É sempre bom lembrar que a atuação anticatólica desse partido não se restringe ao campo político, ao defender o MST e o socialismo, mas também moral.

Por exemplo, para o segundo mandato do presidente Lula, o PT estabeleceu diversas diretrizes, entre elas, a de que “o governo federal se empenhará na agenda legislativa que contemple a descriminalização do aborto.”(1)

Além disso lançou o malfadado PNDH-3, – que vem sendo valorosamente combatido pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – que contém o incentivo à legalização do aborto, ao “casamento” homossexual, à retirada de crucifixos de locais públicos e outras aberrações.

Os deputados contrários ao aborto que pertenciam ao partido ou foram expulsos ou foram pressionados a se desfiliarem. O “católico” Sr. Edinho Silva lá permaneceu…

A então candidata Dilma Roussef, conhecida por ser favorável ao aborto, viu seriamente ameaçada sua candidatura até que houve uma série de censuras aos esclarecimentos que se fazia com relação a ela.

O leitor deve se lembrar dos folhetos da Regional Sul I da CNBB, impulsionado por D. Bergonzini, bispo de Guarulhos. Uma grande encomenda de folhetos foi apreendida pela justiça eleitoral (que mais tarde verificou a legalidade destes) a pedido do PT.

Já adivinhou quem era na época, e ainda é, o presidente do PT paulista, não?

O mesmo que a Canção Nova contratou, e que, à época, afirmou que “os advogados da campanha irão à Justiça Eleitoral para impedir a continuidade da impressão.”(2). Isto porque o documento dos bispos, segundo ele, estaria “abrindo um precedente, criando uma cultura política nociva que nenhum de nós sabemos onde pode chegar. Se resultado eleitoral pode ser alcançado com esse tipo de prática, com mentiras, calúnias, difamações, boatos, efetivamente, a democracia está em risco.”(3)

Além disso, no site do Sr. Edinho encontra-se a notícia (4) de um encontro homossexual na cidade de Araraquara promovido pelo PT “para enfrentar o conservadorismo religioso” nas cidades pequenas. O que diz a notícia sobre o “fervoroso” Sr. Edinho? “O presidente do Diretório Estadual, Edinho Silva, enviou uma saudação aos presentes e reiterou o apoio do Partido nos debates envolvendo o movimento.” 

Na biografia descrita em seu website, afirma-se que “como cristão engajou-se nas pastorais da Igreja Católica e, seguindo os passos da Teologia da Libertação, orientou-se politicamente para o Partido dos Trabalhadores, no qual se filiou em 1985.”

Ou seja, além de tudo, um membro da velha Teologia da Libertação (esta que há anos esperneia por comunismo e que foi condenada pelo Vaticano).

A Canção Nova faz parte da Renovação Carismática Católica, movimento que, segundo alguns, teria surgido e existiria em contraposição à Teologia da Libertação, porque veria nesta muita ação político-social em detrimento da prática religiosa.

A ser assim, seria inexplicável que uma pessoa como o Sr. Edinho Silva tenha um programa televisivo na Canção Nova. Ou então a sobredita rede de TV também simpatizaria com suas ideias? Ou, ainda, quer abrir espaço para “novas ideias”, bem diversas da Doutrina Católica de sempre?

O fato é que já se percebe, especialmente na internet, uma grande perplexidade e apreensão no público que geralmente assiste à Canção Nova ou que achava ser esta um pólo de oposição à Teologia da Libertação.
_________________ 
Notas: 
1- http://www.pt.org.br/site/noticias/noticias_int.asp?cod=43228 
2- http://www1.folha.uol.com.br/poder/815617-grafica-recebe-encomenda-de-bispo-para-imprimir-21-mi-de-panfletos-anti-dilma.shtml 
3- http://edinhopt.com.br/noticias/socia-da-grafica-dos-panfletos-ilegais-antidilma-e-filiada-ao-psdb 
4- http://edinhosilva.com.br/2011/08/pt-realiza-1%C2%BA-encontro-lgbt-em-araraquara/

12 de novembro de 2011

II Congresso Internacional pela Verdade e Pela Vida

Edson Carlos de Oliveira


A Human Life International (HLI) promoveu em São Paulo, de 3 a 6 de novembro, no auditório do Colégio de São Bento, o II Congresso Internacional pela Verdade e Pela Vida, que reuniu oradores pró-vida de diversas partes do mundo.


Após a abertura, feita pelo Prof. Felipe Néri, do Colégio São Bento, o Pe. Shenan Boquet [foto abaixo], presidente da HLI, alertou os participantes do evento para o fato de que a questão-chave por detrás da “cultura da morte” é a rejeição de Deus e a falta de prática dos Mandamentos. Numa clara referência ao aborto de anencefálicos e à eutanásia, disse que muitas pessoas não são militantes conscientes dessa cultura anti-vida, mas de alguma forma participam dela ao utilizar métodos anticoncepcionais ou ter uma falsa compaixão ao pensar que se pode tirar a vida de quem sofre. 



 O Pe. Shenan destacou que o controle de natalidade é contrário ao sacramento do matrimônio, tema este que outro conferencista, Matthew Hoffman, correspondente para a América Latina da agência de notícias LifeSiteNews, tratou com mais detalhes. Para Hoffman, a origem do movimento homossexual se encontra no estilo de vida promíscuo entre aqueles que não o são e que excluem da prática sexual a procriação como finalidade primeira. Esse desregramento facilitou o êxito da propaganda homossexual.


A palestra de Mons. Dr. Juan Carlos Sanahuja [foto ao lado], formado em jornalismo pela Universidade de Navarra e doutor em Teologia, versou sobre a nova “Religião Universal”, de fundo ecológico, a qual tenta impor uma uniformização política e um mesmo regime de pensamento para todas as nações. “A ética judeu-cristã não poderá ser aplicada no futuro”, diz um documento da OMS (Organização Mundial da Saúde) aludido por Mons. Sanahuja, que surpreendeu o público presente com diversas outras citações extraídas de textos oficiais de órgãos ligados à ONU.


O conhecido Pe. Luis Carlos Lodi, presidente da associação Pró-Vida, de Anápolis (GO), pronunciou excelente conferência sobre os principais erros a serem evitados por aqueles que lutam contra o aborto. Destacou a importância do uso de uma linguagem correta, não utilizando termos próprios aos abortistas. Ele se referiu também às principais armas que devemos utilizar nesse apostolado em defesa da família.

A exiguidade de espaço não permite infelizmente dar o merecido destaque aos demais ilustres oradores. O Dr. Jorge Scala abordou a “ideologia de gênero”; o Dr. Piero Tozzi ressaltou que o termo aborto nunca foi citado em Tratados Internacionais; o Pe. Paulo Ricardo explicou como o marxismo cultural se infiltrou na Igreja; o Sr. Raymond de Souza discorreu sobre os três pontos fundamentais de combate à “cultura da morte”: “rezar, estudar e agir”; e finalmente o Dr. Mario Rojas alertou para a assustadora queda demográfica mundial.

O II Congresso Internacional pela Verdade e Pela Vida atingiu assim seus objetivos de apresentar um panorama completo da “cultura da morte”, salientando como tal “cultura” está ao nosso lado em muitos aspectos e esclarecendo como combatê-la eficazmente.

____________________

A seguir, um vídeo no qual o Cel. Jairo Paes de Lira faz um “aperçu” do congresso anti-aborto promovido pela Human Life International

 

24 de setembro de 2011

Davi Tyree — astro de futebol americano e defensor da família tradicional

Marcos Machado 

O ex-jogador e astro do "New York Giants", pai de seis filhos, David Tyree [foto], tornou-se um ativista em favor do casamento tradicional (leia-se entre um homem e uma mulher) durante a campanha do voto pelo “casamento homossexual” no estado de Nova York.

O posicionamento de David Tyree foi objeto de capas de revistas e reportagens. Sobretudo, por sua declaração firme e corajosa a favor do casamento tradicional e contrário ao “same-sex marriage” que suscitou muitos debates nos EUA fortalecendo a boa posição pelo casamento e pela família tradicional.

Num vídeo para a Organização Nacional pelo Casamento, Tyree disse: “Creio que não há nada mais honroso e merecedor de apoio, especialmente se nós realmente nos interessamos pelas gerações futuras. O casamento é uma dessas coisas que compõem a espinha dorsal da sociedade, de modo que se nós o redefinimos, ele mudará o modo pelo qual nós educamos nossas crianças. Irá mudar a percepção do que é bom o que é direito, o que é justo”.

Com respeito à educação por pais do mesmo sexo, Tyree acrescentou: “Não é possível ensinar algo que você não tem, de modo que dois homens nunca serão capazes de mostrar a uma menina como ser uma mulher”.

Seria muito interessante que os psicólogos aprendessem a lição de Davi Tyree e estudassem seriamente as repercussões sobre uma criança ou adolescente que fossem submetidos a uma educação antinatural – seja ela proveniente de dois homens ou duas mulheres. O apoio de pessoas conhecidas como David Tyree fortalecem nossa posição que, como católicos, temos ainda a acrescentar as razões de ordem sobrenatural proveniente das Sagradas Escrituras e do Magistério da Igreja – que condenam energicamente a união de duas pessoas do mesmo sexo.

14 de setembro de 2011

Destruição da família, pressuposto para erradicação da civilização cristã

Na brilhante conferência proferida no dia 5 de setembro último, o Prof. David Magalhães, da Universidade de Coimbra, discorreu sobre as ameaças que a instituição familiar e o casamento tradicional veem sendo objeto desde a Antiguidade. 
Paulo Roberto Campos


Para poder se dirigir aos discípulos do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira no Brasil, o Prof. David Magalhães iniciou sua palestra afirmando que teve de esperar duas décadas... E explica o motivo: 


“Plinio Corrêa de Oliveira foi, segundo palavras de pessoas de reconhecida autoridade, ‘O Cruzado do Século XX’. Isto diz tudo! Num século em que abundaram covardes, abundaram paganistas, abundaram materialistas, ser ‘o Cruzado do Século XX’... tem muito valor! 
“Os valores defendidos pelo Prof. Plinio — a tradição, a família e a propriedade — são valores fundamentos de nossa Civilização. E eu, muito jovem, tive contacto com eles de uma forma inusitada. Estávamos em 1990. O mundo ainda não estava livre da besta soviética — estava moribunda, mas não tinha morrido. O povo lituano sofria os últimos estertores da besta moribunda. Os tanques do exército vermelho invadiam a Lituânia esmagando pessoas, esmagando a liberdade e a fé do povo lituano. Eu, apesar de ter apenas 10 anos, assistia pelo noticiário essa brutalidade. 
Num dia, estava eu num supermercado com meu avô — felizmente ainda vivo, com seus muito lúcidos 82 anos e que se lembra bem do episódio — e vejo uns rapazes altos, dignos, com uns estandartes. O que estavam eles a fazer? Estavam a promover um abaixo-assinado (organizado por Plinio Corrêa de Oliveira) para a independência da Lituânia, para ela se ver livre do jugo soviético! Fui falar com os rapazes e disse: 
— Eu quero assinar! 
— Não, não pode, você só tem 10 anos, é muito pequenino para assinar. 
— Mas eu quero assinar, pois sei do que se trata – eu acompanho o assunto pelo telejornal. 
Não imaginam a paciência que o pobre rapaz teve que ter para me convencer que eu não podia assinar. Fiquei tão triste, mas tão triste, que tive que esperar até hoje, esperar 21 anos, para poder tentar dar alguma colaboração às idéias de Plinio Corrêa de Oliveira! Antes tarde do que nunca...”. 
A ocasião tão longamente esperada se deu no dia 5 de setembro de 2011, por ocasião de concorrido evento promovido pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira no Golden Tulip Paulista Plaza, prestigioso hotel da capital paulista. Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra com mestrado e doutorado em Ciências Jurídico-Históricas e cultor da História do Direito, o Prof. David Magalhães recebeu diversos prêmios acadêmicos em Portugal, é autor de vários livros, inclusive sobre a questão do chamado “casamento” homossexual, bem como articulista em importantes periódicos lusos. 


A união entre pessoas do mesmo sexo foi sempre amparada por lei desde os primórdios da civilização? É o que afirma o movimento homossexual. É o que nega o ilustre conferencista. Mas este comprova sua tese e derruba os “argumentos” destituídos de provas do lobby homossexual, que se baseia tão-só em narrações e ficções literárias, e não na História. O Prof. Magalhães, especialista neste tema, demonstrou que NUNCA houve tal amparo legal ao “casamento” entre homens ou entre mulheres. 
O palestrante comentou que o tema da noite — as ameaças ao casamento tradicional desde a Antiguidade — apesar de ser de índole histórica, é de suma atualidade: “Tais ameaças veem de muito longe, portanto, não é nada de novo. Assim, talvez não fosse mal estudarmos as gêneses dessas ameaças, vermos como outrora elas foram combatidas e tentarmos tirar lições para o presente. Sem as lições da história nunca poderemos saber de onde viemos e, portanto, não sabemos para onde vamos. A verdade é que, por incrível que pareça, muitas individualidades no meio acadêmico têm defendido que há um precedente histórico para ‘casamento’ entre pessoas do mesmo sexo. Por quê?” 


Tal questão foi magistralmente respondida na conferência. Convido os leitores a ouvirem sua gravação na íntegra. O vídeo encontra-se disponível mais abaixo. 
Mas apenas como “aperitivo”, segue um aperçu da importante exposição. Primeiramente, o Dr. David Magalhães ressaltou que muitos autores têm defendido que há precedentes históricos, desde a Roma Imperial, de casamento entre pares do mesmo sexo com amparo da lei então vigente. E que o principal defensor dessa teoria foi John Boswell, historiador norte-americano, que passou boa parte de sua vida tentando encontrar justificativas históricas para a homossexualidade, especialmente para o “matrimônio” entre homens. Por exemplo, ao afirmar que já era alusão a um “matrimônio” quando Cícero se refere a Marco Antonio como tendo sido tirado da prostituição e entregue a um romano chamado Cúrio. Mas historiadores sérios veem nesta afirmação não uma confirmação de “casamento”, mas que Cícero visava denegrir Marco Antonio — eles se odiavam —, insinuando que este subia na escala social de forma ilegítima. Isto num contexto de evidente acidez e sarcasmo. 


O palestrante exemplificou com vários episódios da Antiguidade, aproveitados por apologistas do homossexualismo na tentativa de dar crédito às suas teorias, mas que não passam de sofismas a fim de “comprovar” a existência legalizada de matrimônio homossexual. São meras referências a núpcias, dotes, uniões, noivos, véus etc., que, entretanto, eram apenas termos empregados em relatos literários como figuras de linguagem, mimetismo ou simples farsas. Por outro lado, o conferencista leu documentos mostrando justamente o contrário. Por exemplo, o Codex Theodosianus [Código de Teodósio (9,7,3) — uma compilação das leis do Império Romano], referindo-se à constituição de 342, que proibia aos homens, sob pena de morte, de se casarem como se fossem mulheres. 


Com essas meras referências literárias não se pode concluir que tenha havido no Direito Romano qualquer fundamento para admitir o “casamento” homossexual. O que se conclui é que as fontes jurídicas são contrárias a tais práticas antinaturais. As definições de matrimônio presentes no Direito Romano são taxativas no sentido da união do homem e da mulher. Nas Instituições de Justiniano (I.1,9,1) [manual elementar do ensino dos estudantes de Direito] definia o casamento como a união do homem e da mulher com intenção de viver em comunidade indissolúvel. 


O jovem mestre de Coimbra — considerado autoridade no campo do Direito — enfatizou que desde os tempos imperiais não têm valor os “argumentos” de que as cerimônias descritas de modo metafórico fossem “casamentos” homossexuais: “Ora, se, na época clássica, textos jurídicos definem expressamente o matrimônio como a união entre homem e mulher, não parece que subsista o argumento de que aquelas cerimônias descritas em fontes literárias cronologicamente próximas eram matrimônios juridicamente reconhecidos”. 


Outras fontes do Direito Romano clássico, citadas na conferência, comprovam justamente o oposto: somente a união entre um homem e uma mulher era considerada casamento. E que isso requeria três condições: 1º) Matrimonium: os nubentes tinham que ter capacidade natural, atingido a puberdade — não se podendo procriar, não há matrimônio; 2º) Afectio maritalis (Afeição conjugal): o acordo de vontade, o consentimento dos cônjuges de viver como marido e mulher com vistas à procriação de filhos legítimos; 3º) Conubium (Conúbio): o direito de casar-se legalmente. 


Até mesmo “a própria figura do concubinatus (concubinato) assenta, já na época clássica, na união entre homem e mulher, embora sem a presença de affectio maritalis. Deste modo, dificilmente se poderia vislumbrar o reconhecimento de ‘casamentos’ entre homens no direito romano clássico (como os que são descritos nas fontes literárias), pois, mesmo quanto ao mero concubinatus, os textos jurídicos pressupõem sempre uniões heterossexuais — o que seria de estranhar se o “matrimônio” homossexual fosse reconhecido”. 


Após deixar por terra todos os “argumentos” tentando dar legitimação histórica ao pseudo-matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, o Dr. David Magalhaes concluiu esta parte de sua exposição mostrando que, contrariamente às fontes literárias, as fontes jurídicas, notadamente o Direito Romano, não dão qualquer respaldo à legitimação histórica do “casamento” entre homens — apesar da existência de antinaturais práticas homossexuais no Império Romano decadente — “a noção de matrimonium e a sua disciplina no Direito Romano não oferecem incertezas a respeito do carácter heterossexual das uniões reconhecidas”
Na segunda parte da conferência, o Prof. Magalhães tratou de como movimentos pró-homossexualidade estão procedendo em alguns países. Foi objeto de sua especial atenção o problema no Brasil, com a decisão do Supremo Tribunal Federal (em 5 de maio deste ano) equiparando a “união estável”, de pessoas do mesmo sexo, a uma “entidade familiar”. Decisão qualificada por ele como um meio de rebaixar o matrimônio normalmente constituído segundo a ordem natural. Mostrou também que a Constituição brasileira (conforme o § 3º do art. 226 que prescreve: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”), assim como nosso Código Civil (art. 1.723) são claros e taxativamente estabelecem que a família só pode ser formada pela união de um homem com uma mulher, justamente para não pairar dúvidas de que família fosse qualquer “união estável”. 


O conferencista afirmou ainda que o conceito de casamento não pode ser alterado por via interpretativa, como quiseram alguns juizes após aquela decisão do STF. E aduziu: “Qualquer tentativa de reconhecimento do ‘casamento’ homossexual, por via judicial, não passará — há que dizê-lo — de uma pura usurpação de funções legislativas, com a concomitante violação do princípio da separação de poderes”. O contrário seria infringir a lei fundamental, seria ignorar a tradição jurídica milenar, legada pelo Direito Romano e recebida pela nossa Civilização.


“Considerar que, onde se estabelece o homem e a mulher, se deve ler o homem e o homem ou a mulher e a mulher, ultrapassaria completamente o sentido gramatical possível do preceito, além de substituir a intenção do legislador ordinário pelo diametralmente oposto. Noutras palavras: ter-se-ia estabelecido uma disciplina genérica contrária à da lei ordinária e o STF arvorara-se em legislador positivo”. 
À esquerda, o Dr. Ibsen Noronha, professor de História do Direito em Coimbra, apresentando o conferencista
Para dar ao leitor o “sabor” da brilhante exposição de argumentos contrários aos defensores da figura do casamento entre pessoas do mesmo sexo e daqueles que tentam encontrar precedentes históricos neste sentido, retornando incoerentemente aos tempos do paganismo e/ou indo além do paganismo, transcrevo textualmente suas palavras finais:


“Podemos afirmar sem rebuços que não há precedentes históricos de reconhecimento de ‘casamentos’ homossexuais. Nem uma única fonte jurídica pode ser invocada nesse sentido. 
“A união entre homem e mulher surge como a única que sustenta o conceito jurídico de casamento que nos foi legado e que se consagrou nos sistemas jurídicos ocidentais.


“Voltamos, porém, ao ponto de partida (que se torna também um porto de chegada): verifica-se uma tendência de defesa de práticas e pensamentos caracteristicamente pagãos, que se revela tão forte e consistente que não pode ser vista como acidental ou isolada. 
“Nada que Plinio Corrêa de Oliveira, em tantos escritos ao longo de décadas, não tivesse apontado com proficiência e lucidez. São inúmeros os seus trabalhos em que é identificada a subtil, mas contínua, propagação do paganismo no Ocidente. Desde a denúncia da brutalidade do paganismo nazi até à melíflua paganização social a que se assistiu durante o século XX. A propósito não é possível não citá-lo numa passagem de um artigo publicado no Catolicismo Nº 68, em agosto de 1956, com o seguinte título: ‘O princípio da gradualidade, regra ardilosa do progresso do mal’. 
“‘Desejamos hoje pôr em evidência um dos princípios mais essenciais do triste roteiro seguido pelo Ocidente, partindo de suas tradições culturais e sociais cristãs, para o paganismo total, do qual já se acha tão próximo. Trata-se do princípio que chamaríamos da ‘gradualidade’. A corrupção, em sua longa marcha vitoriosa não fez saltos. Pelo contrário, soube progredir por etapas tão insensíveis que ninguém, ao longo da trajetória, prestava atenção ao deslizar das idéias, dos costumes e das modas. E com isto o caminho percorrido docilmente pela humanidade foi imenso...’. “Temos a certeza que o Autor destas palavras teria gostado que elas não fossem tão proféticas... 
“Insatisfeitos pela sua estrondosa derrota política e econômica, os derrotados tentam agora continuar no plano sócio-cultural (embora não só) a batalha contra a civilização cristã ocidental, visando destruir as suas bases éticas e convivenciais. 
“A alternativa que apresentam é a reposição da vivência pagã ou, até, daquilo que nem nos tempos do paganismo se legitimou. E já não de forma gradual, mas crescentemente agressiva e arrogante. 
“Este é o desafio humano do nosso tempo: de um lado, o relativismo conducente ao paganismo, com a morte de inocentes, a dissolução da família e a transformação da criança em objeto de projetos egoístas; do outro, a civilização ocidental, inapelável e geneticamente baseada no cristianismo, com o homem como filho do Altíssimo e, por isso, respeitado e portador de irredutível dignidade. 
“O Direito vai ter de refletir uma das alternativas. Não temos dúvidas de qual é a correta”. 
Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, no encerramento do evento
__________
A seguir, aspectos do animado coquetel transcorrido após o evento.
No final, encontra-se disponível o vídeo da confêrencia do Prof. David Magalhães. 
__________

Watch live video from Instituto Plinio Correa de Oliveira on Justin.tv 

23 de agosto de 2011

Alguém ainda acredita na “lenda da homofobia”?

Acreditar na lenda do Saci-Pererê é mais fácil do que na mal contada fábula da “homofobia” — mais uma embusteirice do lobby homossexual

O Saci-Pererê e o conto da “homofobia”

Alejandro Ezcurra Naón
Artigo publicado no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira em 21-8-2011


Certa propaganda — insistente e irracional — pretende dar status de “matrimônio” às uniões homossexuais. Para tal apela a um arsenal de sofismas, entre os quais o mito romântico de que “casais” do mesmo sexo seriam “monogâmicos”, estáveis, perfeitos e amorosos, e quem os rejeitarem incorreria em “homofobia”.

Mas por pouco que se investigue o assunto, emerge-se em uma trágica realidade de violência, fraude e traumas psicofísicos que deita por terra esses mitos. Vamos aos exemplos:

Na Holanda, uma união homossexual dura em média 12 a 18 meses. Mas paralelamente esses homossexuais “casados” têm em média mais oito cúmplices sexuais por ano. Por todas partes a promiscuidade extrema marca o chamado “estilo de vida” homossexual: pesquisa realizada nos Estados Unidos revelou que cada homossexual doente de AIDS manteve “uma média de 1.100 parceiros durante sua vida, e alguns tiveram muitos mais” [1].

Essa promiscuidade gera doenças de transmissão sexual (DTS), em proporção muito maior do que no resto da sociedade: é cem vezes mais para o caso da sífilis, moléstia que vem diminuindo na população em geral[2], mas não cessa de aumentar entre os homossexuais[3].

Também 60% dos contágios de AIDS se dá por contato de homem com homem, e 7% adicional ocorre entre homossexuais que se injetam drogas. Um relatório do“International Journal of STD & AIDS” de fevereiro de 2007, revela que a probabilidade de contrair câncer anal é 90 vezes maior em um homossexual do que em um heterossexual. Isto se deve, sublinha o Dr. James W. Holsinger Jr. no estudo A patofisiologia da homossexualidade masculina, a que os atos homossexuais vulneram a “estrutura naturalmente complementária dos órgãos reprodutores masculino e feminino” , ocasionando um elenco “diversificado e expandido de doenças sexualmente transmissíveis e traumas associados” [4].

Além das DTS, outras doenças espreitam aos homossexuais. Por exemplo a média de lésbicas que sofrem de obesidade — com sua sequela de doenças derivadas — é mais de duas vezes superior (2.47) à das demais mulheres.

Igualmente a droga devasta aos sodomitas. Nos Estados Unidos, 80% deles consomem maconha, 60% cocaína, 30% anfetaminas, e 20% LSD. No Canadá, estudos mostram que 76,3 de homens homossexuais ingerem regularmente álcool, e 45,6% consumem drogas. Para as mulheres o quadro é ainda pior: 83% de lésbicas tomam álcool regularmente, e 47% se drogam.


Com isso, a expectativa de vida de um homossexual naturalmente se encurta, ficando uns 25 anos menos que o resto da população. Enquanto os homens heterossexuais casados falecem em média aos 74 anos na Dinamarca e aos 77 na Noruega, nos homossexuais “casados” essa cifra desce a 51 e 52 anos respectivamente. E nas lésbicas cai de 78 a 56 anos. As estatísticas para o Canadá são idênticas.

Em matéria de suicídio, 62,5% das tentativas registradas nos Estados Unidos corresponde a homens homossexuais ou bissexuais. O risco de suicídio nesse setor é 14 vezes maior do que no resto da sociedade. E se estende às crianças adotadas por “casais” do mesmo sexo: segundo assinala pesquisa da Universidade de Carolina do Sul, “ao procurar ocultar a seus amigos e conhecidos a homossexualidade de seus pais”, os meninos sofrem de “maiores níveis de stress” e “traumas e desordens de conduta…”, geradores potenciais de “tendências e tentativas suicidas” [5].

O espaço não permite mencionar dados de violência doméstica, também consideráveis em “casais” de homossexuais ou lésbicas. Não raro acabam em crimes horrendos.

Como se pode ver, é inerente ao mundo do homossexualismo um aspeto degradante e aterrador, que a publicidade esconde. Sendo assim, quem ousará qualificar de “homofobia” o legitimo desejo de evitar a propagação desses males na sociedade? A fobia é uma doença mental bem rara, uma obsessão patológica perante um mal puramente imaginário (claustrofobia, por exemplo). Será que a imensa maioria da população, que a justo título reprova o pecado homossexual, é de doentes mentais, e que os que praticam esse pecado são os únicos mentalmente sãos?

Na verdade, lendas infantis como a do bicho-papão ou saci-pererê estão menos distantes da realidade do que o conto da “homofobia”.
________________________
Notas
[1] Robert T. Michael et al., Sex in America: A Definitive Survey, Boston: Little, Brown and Co., 1994, p. 209.
[2] A Community Manifesto: A New Response to HIV and STDs, www.metrokc.gov/health/apu/taskforce/manifesto.htm. Destaque do original
[3] Ver http://www.lifesite.net/ldn/2007/apr/07042604.html.
[4] Bush’s Choice for Surgeon Gen. Said Homosexual Practices “Unnatural and Unhealthy”, Life Site News, 8-6-2007.
[5] http://www.catholicnewsagency.com/news/children_with_same-sex_parents_prone_to_suicide_study_reveals/.
_______________________
ASSINE A CARTA DE PROTESTO AO SENADO FEDERAL CONTRA A “LEI DA HOMOFOBIA”.
Para isto, basta um click em: