21 de março de 2010

4ª Marcha em Defesa da Vida

Organizada pelo Comitê Estadual do Movimento Nacional em Defesa da Vida – Brasil sem Aborto (São Paulo), a 4ª Marcha ocorreu ontem (20-3-10) com muito êxito, contando com aproximadamente 8 mil manifestantes.

Neste ano, houve também uma passeata desde a Câmara Municipal até a Praça da Sé da capital paulista, lugar da concentração. No percurso, os anti-abortistas fizeram desfilar um “tsunami” de faixas e cartazes contra o aborto (foto ao lado e outras no final deste texto - para ampliá-las, click sobre elas) e bradaram slogans como este:
“Homens de Brasília
Prestem atenção!
Quem libera o aborto
O meu voto não tem não!”

Muitos manifestantes não levavam faixas e cartazes, mas usavam camisetas com dizeres anti-aborto, como esses nas fotos abaixo.







Na Praça da Sé, o grande ato público foi aberto pela Dra. Marília de Castro (foto ao lado), coordenadora estadual do Movimento. No palanque, diversos líderes anti-abortistas (fotos no final do texto) revezaram-se conclamando os presentes à luta contra a implantação do aborto no Brasil. Além alertar para o perigo da aprovação do Projeto de lei nº 1.135/91 (que permitiria o aborto até mesmo no 9º mês), muitos oradores enfocaram a questão do direito humano fundamental (o direito à vida), numa clara alusão ao Decreto 7037/2009, assinado pelo presidente Lula e seus ministros no dia 21 de dezembro último, o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3).

Tal decreto ditatorial é um “pacote” disforme repleto de normas desumanas, no qual o governo tenta “embrulhar” os brasileiros incautos. Assim, ele visa abater uma série de valores morais; desagregar a instituição familiar (por exemplo, instituindo o “casamento” homossexual e defendendo a prostituição); abolir o direito de propriedade; proibir o direito de ostentar símbolos religiosos etc. Apenas um ser é destituido de todo e qualquer direito: o nascituro. Este, segundo os signatários do decreto — sobretudo o principal deles —, não tem sequer o direito de nascer, podendo ser arrancado do ventre materno e jogado no saco de lixo. Na foto abaixo, faixa da associação Nascer é um Direito com referência direta vinculando o PNDH-3 e o aborto e na foto seguinte, faixa com uma referência indireta.
Nem o forte calor desse último dia de verão afugentou os manifestantes anti-abortistas, que permaneceram até o fim do ato para não perder nenhum dos oradores. O último deles a fazer uso da palavra, foi o diretor da Human Life Internacional para países de língua portuguesa, Raymond de Souza (foto ao lado), que veio dos Estados Unidos especialmente para participar da Marcha. Ele contou que por ocasião do encontro do presidente Lula com seu “companheiro e aborteiro”, o presidente Obama, eles fizeram pactos não para defender a família — o que seria apropriado a chefes de Estado —, mas para implementar o aborto em países do terceiro mundo. A mesma coisa fez a Secretária de Estado americano, a Sra. Hillary Clinton, quando de sua recente vinda ao Brasil, tratando do “controle da natalidade” nesses países. Em seu discurso, o orador mandou uma contundente mensagem para Lula: “Senhor Presidente, o governo existe para proteger o bem comum, para proteger a vida de todos os cidadãos, e não para assassiná-los por meio do aborto”. E terminou bradando a plenos pulmões com toda multidão ali presente: “Um, dois, três, / quatro, cinco mil, / pra´ salvar nossas crianças nós paramos o Brasil!”

(A seguir uma seleção de fotos que tirei do grande ato público contra o aborto. Para ampliá-las, click sobre elas)

Na foto abaixo, a Marcha chegando à Praça da Sé Senhoras grávidas foram convidadas a subir no palanque para uma homenagem


17 de março de 2010

CONVITE AOS DILETOS AMIGOS NA LUTA CONTRA O ABORTO

Praça da Sé, aspecto parcial da manifestação anti-aborto no ano passado


Diletos Amigos,

Às 10 horas do próximo sábado, dia 20 de março, haverá a IV Marcha em Defesa da Vida. Como em 2009, o ato público transcorrerá na Praça da Sé da capital paulista.

Vamos lá para manifestar a nossa indignação, dizendo NÃO ao aborto! NÃO ao massacre de inocentes no ventre materno! NÃO à legalização do infanticídio! NÃO à legalização da “pena de morte” aplicada contra o inocente nascituro!

Vamos manifestar nosso repúdio ao PL 1.135/91, um projeto de lei homicida, que, se for aprovado no Congresso Nacional, ampliará ainda mais a prática abortiva no Brasil: o aborto passará a ser permitido em qualquer caso, até mesmo no 9º mês de gravidez (desde a concepção até o momento do parto...).

Vamos nos manifestar contra o novo Plano Nacional de Direitos Humanos (o ignóbil PNDH-3 — Decreto 7037/2009) que, se aplicado no Brasil, dará direito de cidadania a tudo que não presta, exceto ao bebê. Este não é contemplado com qualquer “direito humano”, mesmo o mais fundamental, que é o direito à vida!

Aqui fica meu convite.
Convide também os seus Amigos.
Leve seus familiares!

Um forte abraço e até sábado!
Paulo Roberto Campos
http://blogdafamiliacatolica.blogspot.com/
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4ª Marcha em Defesa da Vida
PS: O “Comitê Estadual do Movimento da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto”, conforme notícia da agência ACI, avisa que neste ano, além da concentração em frente à Catedral da Sé, ocorrerá uma Marcha “que sairá do Viaduto Jacareí, em frente à Câmara Municipal de São Paulo, e chegará até à Praça da Sé, onde haverá o Ato Público” — que será encerrado às 13 horas.

19 de fevereiro de 2010

Colossal Marcha de 300.000 manifestantes anti-aborto em Washington

Em sua 37ª edição, a Marcha Pela Vida ocupou completamente grandes avenidas da capital americana, no dia 22 de janeiro último, neste primeiro ano do governo precocemente envelhecido de Barack Hussein Obama, insensível ao “grito silencioso” dos nascituros assassinados no ventre materno.

Já nos seus primeiros dias (em 23-1-09), ele revogou a proibição de se financiar com verbas federais organizações que fomentam a prática abortiva no mundo inteiro. E agora, com sua abstrusa e controvertida “Reforma da Saúde”, pretende abrir ainda mais as portas para oficializar o “morticínio dos inocentes”.


A política abortista da administração Obama contribuiu para indignar ainda mais a maioria dos norte-americanos e engrossar assim a March For Life deste ano, que contou com aproximadamente 300 MIL manifestantes, que a grande mídia do Brasil fingiu não ter visto.

Nossa mídia parece insensível a esse lancinante “grito silencioso”, pois sabotou
essa gigantesca manifestação (segundo informou os organizadores, quase a metade dos participantes eram jovens com menos de 25 anos). Insisto no que neste blog certa vez afirmei: evidentemente, se fosse uma passeata de meia-dúzia de abortistas, a grande mídia brasileira publicaria grandes manchetes em letras garrafais, com fotos e entrevistas com os seis gatos-pingados. Nossa mídia parece ter um sofisticadíssimo GPS para “farejar” e descobrir qualquer manifestaçãozinha de abortistas, homossexuais, sem-terras, quilombolas, índios etc., para dar-lhes notoriedade e fazer ecoar pelo mundo suas reivindicações que o Brasil inteiro rejeita.

Recebi de um colega da pugnaz TFP norte-americana, que participou com os demais membros da entidade daquela monumental Marcha, um CD com muitas e excelentes fotos (algumas delas postadas neste Blog da Família), bem como um comunicado distribuído durante a manifestação. Estou postando no final desta notícia a tradução integral desse documento, intitulado “Um apelo à insistência”. Pareceu-me interessantíssimo tal comunicado, pois mostra claramente que a questão do aborto não uma mera demanda pelos “direitos reprodutivos da mulher”, mas é uma questão ideológica indispensável para a revolução sexual, que arruína a família. Com o fim do aborto, a “coluna” da revolução sexual é que seria arruinada.
Muito mais se poderia falar desse grandioso acontecimento e de vários outros eventos paralelos — como vigílias e conferências — realizados naquela gelada (0°) sexta-feira em Washington, mas as fotos falam por si. [Para ampliá-las, basta um click ou ctrl +].
“Um apelo à insistência”

Por ocasião da 37ª Marcha Anual pela Vida, a Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade se une novamente às legiões de americanos anti-abortistas de toda a nação. Para os que têm participado deste importante combate, a palavra “novamente” é dolorosa. A cada ano protestamos, esperando que não haja outro “novamente”. E a cada ano o continuado massacre de inocentes torna este “novamente” ainda mais necessário.

Por que insistimos? Porque nosso amor a Deus e nossas consciências não nos permitem agir de maneira diversa. Entretanto, insistimos porque o outro lado também insiste com veemência.
A causa do aborto
A batalha sobre o aborto tem provado ser este um dos temas que mais polarizam a história de nossa nação. A minoria pró-aborto tem insistido tanto neste ponto, que somos levados a perguntar o porquê de tanta insistência.

Por que políticos arriscam sua carreira para apoiar esta prática da morte, quando poderiam tirar maior proveito simplesmente ignorando o tema? Por que alienam tantas mulheres e mães, as quais dizem defender?

A causa esquerdista lucraria muito se abandonasse temporariamente esse problema tão espinhoso, que divide a Nação. Eles ainda insistem em defender suas posições mais horríveis, como o aborto por nascimento parcial ou a morte dos abortados que nasceram vivos.

Além disso, esses defensores de “direitos” tolhem os direitos civis dos pró-vida, impondo regras-mordaça e cinturões de proteção em torno de clínicas de aborto. Alguns levam sua adesão ao aborto a ponto de deliberadamente deixar de relatar casos em que as menores sofrem abuso e tornam-se vítimas de adultos.

É óbvio que se trata de algo muito mais profundo do que apenas uma questão de “direitos da mulher”.
Aborto: coluna necessária da revolução sexual
Existe claramente algo muito maior, não se trata apenas dos “direitos reprodutivos da mulher”. Há uma ideologia por trás dessa insistência.

Devemos compreender que o aborto é a coluna necessária da revolução sexual que abalou o país nos anos 60, e foi assim que se devastou a família desde então.

Pela lógica distorcida desta revolução, a sexualidade humana nunca deve ser contida ou disciplinada. O desejo sexual deve ser satisfeito, e definido como parte inalienável da busca da felicidade. Todas as relações consensuais devem ser permitidas e incentivadas, mesmo em idade precoce e com grande freqüência.

Para implementar tal ideologia, há um obstáculo que tragicamente se interpõe no caminho: o pequeno bebê indefeso, cujo único crime é o seu desejo de nascer.

Quando a contracepção falha, o aborto torna-se um meio necessário para eliminar os inconvenientes que barram o caminho para a “felicidade”.
O que está em jogo
Os radicais pró-aborto entendem muito bem o que está em jogo. Com o fim do aborto, todo o edifício da revolução sexual pode cair por terra. Relações permissivas não serão mais possíveis. As pessoas serão forçadas a lidar com sua sexualidade da maneira que prescreve a natureza: o casamento tradicional.

Além disso, torna-se particularmente evidente que, quando as relações dissolutas entre homens e mulheres são postas em causa, os efeitos nocivos de outros relacionamentos sexuais destrutivos também devem ser denunciados.

É por isso que os promotores do aborto são tão radicalmente insistentes. Eles percebem que toda limitação do aborto, mesmo em suas expressões mais terríveis, é uma afirmação de que algum tipo de moralidade existe para limitar sua busca desenfreada da “felicidade”.

Não pode haver dúvida. O verdadeiro alvo do lobby pró-aborto é a moralidade — a do cristianismo, que tem por base o direito natural.

A procura da felicidade
Os ativistas pró-aborto não querem admitir o fato de que a satisfação irrestrita dos desejos sexuais não traz felicidade. Não querem reconhecer que no campo de batalha da revolução sexual encontram-se as vidas arruinadas de milhões de americanos que procuraram esta “felicidade” em vão.

Perguntamos: como pode alguém não ver? Quantas vidas inocentes norte-americanas ainda devem ser perdidas no útero? Quantas mulheres devem ainda sofrer com os danos psicológicos causados por relações pré-matrimoniais e abortos? Quantos filhos devem experimentar lares desfeitos, abuso e vida sem a família? Quantas outras almas devem perder-se no pecado, antes de a sanidade voltar para a sociedade?

De fato, as fileiras do movimento pró-vida estão cheias de tais mutilados e feridos nesta batalha terrível. Eles têm sido assaltados pela realidade de que a imoralidade não leva à felicidade.

Eles e seus filhos estão agora na linha de frente, usando todos os meios pacíficos e legais para fazer ouvir sua voz na frente de clínicas de aborto, praças e edifícios do Capitólio. Seus protestos e orações insistentes têm visto dezenas de clínicas de aborto fechar, e milhares de crianças serem salvas. Vozes jovens aderem, dando público e alegre testemunho de continuidade e repúdio a essa vergonha da nossa época.

É nessa luta por Deus e sua moralidade que eles encontraram a felicidade.
A luta pela civilização cristã
É por isso que novamente estamos aqui.

Esta luta pela vida é mais do que simplesmente expor um lado no debate político. Ela toma o centro do palco, em uma luta maior para a nossa civilização cristã.

Temos que insistir, porque nossos adversários insistem sempre. Temos que ter coragem para o fato de que nossa insistência transformou o aborto na coluna vulnerável e instável que sustenta a cultura da morte.

É nossa constante presença em eventos como a Marcha pela Vida que mantém o horror do aborto aos olhos do público.

É por isso que temos de estar aqui novamente.

Neste sentido, a TFP americana sente-se orgulhosa de ter ajudado a coordenar a recitação do Rosário em 4.337 lugares públicos em outubro do ano passado, seguindo as advertências feitas em Fátima, como uma solução para pôr fim ao aborto e tantos outros males morais.

Na verdade, esta luta em defesa da moralidade foi prevista por Nossa Senhora em Fátima no ano de 1917. Em sua mensagem aos três videntes, Ela falou da falta de modéstia, da impureza e das modas imorais. Chamou os homens ao arrependimento, à reparação e à mudança de vida.

Em face das lutas que enfrentaremos adiante, temos que continuar esta batalha cultural com uma confiança inabalável, determinação e insistência. É uma luta que está longe de terminar. No entanto, Nossa Senhora ajudar-nos-á, como tantas vezes tem feito no passado. No final, temos a certeza confirmada pela própria Virgem Santíssima em Fátima, de que o resultado será o triunfo de seu Imaculado Coração.


GALERIA









15 de janeiro de 2010

Neste Natal, um duplo milagre: em trabalho de parto, mãe e bebê morrem e recuperam a vida

O pequenino Coltyn Hermanstorfer
A jovem mãe, Tracy Hermanstorfer, de 33 anos, encontrava-se na maternidade do Hospital Memorial, em Colorado Springs (Estados Unidos), preparando-se para dar à luz na própria noite de Natal. Subitamente, ela começou a sentir-se sonolenta. Recostou-se então numa poltrona e perdeu todos os sinais vitais: cessaram os batimentos cardíacos e a pressão sangüínea, e ela deixou de respirar, sem que os médicos conseguissem diagnosticar a causa.

Mike Hermanstorfer, de 37 anos, marido de Tracy [foto acima], acompanhou toda essa agonia e ouviu dos médicos que o melhor a fazer naquele momento seria uma cesariana de emergência para salvar o bebê. Entretanto, uma segunda surpresa: o bebê veio à luz sem sinais de vida. “Senti que tudo o que eu tinha nesse mundo estava sendo tirado de mim”, lastimou Mike. Novos exames foram realizados. Enquanto uma equipe médica cuidava do bebê natimorto, outra equipe tentava reanimar a mãe, sem qualquer batimento cardíaco. Os médicos declararam mortos mãe e filho.

Mas eis uma terceira surpresa: o pai, após ter embalado o cadáver de seu pequenino filho, percebeu que os bracinhos do bebê começaram a se movimentar e que ele passou a respirar... Simultaneamente, sem nenhuma explicação natural, também a mãe começou a respirar. Ambos recuperaram a vida no mesmo momento!

Um milagre? Uma misteriosa ressurreição? Uma das médicas que se encontravam presentes no momento do parto, a Dra. Stephanie Martin, especialista em medicina materno-fetal, declarou numa entrevista ao Daily Mail: “Não há explicação, pois o coração dela parou e, alguns minutos depois, recuperou os batimentos. Fizemos uma investigação rigorosa e simplesmente não conseguimos entender o que aconteceu”.

Por sua vez, Mike declarou: “Eu e minha mulher temos fé em Deus. Mas mesmo uma pessoa que não acredite em milagres não terá argumentos para contestar o que aconteceu. Não houve explicação, é a mão de Deus”.

Tracy afirmou não se recordar de absolutamente nada do que aconteceu. Apenas lembrou-se de ter sido tomada por uma forte sonolência, de ter adormecido, e que quando acordou estava na sala de terapia intensiva. Disse que pretende, quando seu pequeno Coltyn crescer e tiver idade suficiente para entender o que sucedeu, contar-lhe tudo. “Vou dizer que ele é meu miracle-baby”.

No dia 29 de dezembro passado, a mãe com seu baby nos braços, acompanhada do marido, saudáveis deixaram o hospital rumo à sua residência nos arredores de Colorado Springs (aproximadamente 65 Km ao sul de Denver). Lá, apesar do atraso, juntamente com seus outros dois filhos Kanyen e Austin, comemoram o Natal — o nascimento do Menino Jesus e do miraculado recém-nascido.

Aos que desejarem assistir algun(s) vídeo(s) sobre esse impressionante caso, dêem um click em: http://luzesdeesperanca.blogspot.com/

Decreto-bomba-atômica-anti-família
Concluindo, apenas tenho a dizer que esse prodigioso acontecimento corresponde muito às graças natalinas — um inesquecível presente de Natal! Um belo milagre de Natal! Uma demonstração da proteção divina à família e aos nascituros!

Enquanto isso, também nas vésperas de Natal, durante o tempo em que a população brasileira acorria nas pegadas dos Reis Magos para junto do presépio, o governo federal lhe preparava um “Presente de Herodes”: o III Programa Nacional de Direitos Humanos (decreto 7037/2009), um monstrengo de 73 páginas gerado pelo secretário especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi (ex-terrorista e ex-militante da ALN) [na foto segurando o PNDH], em colaboração com diversos ministros de esquerda, como Tarso Genro, e que a revista VEJA desta semana (13 de janeiro/2010) bem classificou como “coisa de maluco”...

No ato de lançamento do PNDH, Lula e seus ministros (21 deles assinaram o Programa)

Lançado no dia 21 de dezembro — num período em que as famílias estavam preocupadas com as celebrações de Natal e do Réveillon, com fechamento de trabalhos, viagens, compras etc. —, o ignóbil PNDH-3 é um “saco de podridão” no qual meteram tudo que não presta: do aborto sem restrições ao “casamento” homossexual; de normas de proteção a homossexuais, bissexuais, lésbicas, quilombolas, travestis, transexuais (LGBT), ex-presos políticos (terroristas), prostitutas (nomeadas como “profissionais do sexo”) à permissão de adoção de filhos por “casais” homossexuais; de orientações para a (des)educação das crianças através da edição de livros didáticos ensinando pseudos direitos humanos à insolente e despótica proibição de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos (por exemplo, Crucifixos e imagens de Nossa Senhora)! Sem falar das arremetidas de tipo “chavista” contra o direito de propriedade, da defesa dos ditos “movimentos sociais” (MST et caterva) e da revisão da “Lei de Anistia”, além da regulamentação do uso dos meios de comunicação (censura).

O nefando Programa mereceria um post especial neste Blog da Família, particularmente no que se refere ao aborto, mas digo apenas uma palavra: tudo que não presta merece sua proteção sob a alegação de “direitos humanos”. Em tal Programa, somente um ser não é contemplado, não é protegido, não tem qualquer direito: o inocente nascituro no ventre de sua mãe. O bebê, este sim, pode ser cruelmente torturado e triturado pelas práticas abortivas e jogado no lixo!

Para os idealizadores do Programa, “direitos humanos” é só para defender os interesses escusos de sua ideologia totalitária, ultrapassada e impopular. Os direitos das famílias bem constituídas e, sobretudo, os Direitos Inalienáveis de Deus não contam, só servindo para serem violados. É a lógica subversiva! Não será a lógica satânica?

Até o momento, no nosso Congresso Nacional, uma única voz se fez ouvir para alertar sobre o Programa “decreto-bomba-atômica-anti-família”: a do deputado federal Paes de Lira. A respeito desse assunto, recomendo ouvi-lo. É só clicar em: http://www.youtube.com/watch?v=mLZdZQxE4zk