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14 de junho de 2012

Anteprojeto do novo Código Penal = Projeto anti-família

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira intensifica seu esforço para impedir que o anteprojeto do novo Código Penal seja aprovado pelo Senado. 


Caso o contrário aconteça, tal projeto anti-família seja aprovado, milhares de indefesos poderão ser executados. Como? Por quê? 


Entenda melhor o sério problema que nos afeta assistindo o vídeo (abaixo) preparado pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


Não podemos ficar de braços cruzados frente a tão grave ameaça às famílias brasileiras: O governo petista, na calada da noite, trabalha para que seja aprovado um novo Código Penal que coloca milhares de vidas inocentes em risco. 


Não deixem de assistir o vídeo e depois encaminhem para seus conhecidos a recomendação para que eles também assistam e possam agir enquanto é tempo.        


http://www.ipco.org.br/home/peticao-ao-senado

20 de maio de 2012

ONU X Cristianismo – Tolerância ao aborto e ideologia de gênero são ingredientes de uma nova religião universal

Recebi o convite que segue e o estendo a todos os diletos Amigos do Blog da Família. Trata-se de uma muito importante conferência do Mons. Sanahuja (vide informações mais abaixo) e que está sendo promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. 


Conferencista: Monsenhor Juan Claudio Sanahuja 
Dia: 23 de maio de 2012 (quarta-feira), às 19 horas
Local: Club Homs - Av. Paulista, 735, em São Paulo (próximo do metrô Brigadeiro - estacionamento no local). 


>  CONVITE  <

Tenho a satisfação de repassar-lhe o convite para mais uma importante conferência promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.


Faz poucos dias o Presidente Barack Obama, em plena campanha para reeleição à Presidência dos EUA, declarou-se favorável ao "casamento" homossexual. 


Aqui no Brasil, a Senadora Marta Suplicy apadrinha no Congresso Nacional recente anteprojeto de lei de um "Estatuto da Diversidade Sexual" que altera 132 dispositivos legais vigentes, constituindo-se em violento atentado à família brasileira. Tal "Estatuto" elimina dos documentos pessoais os termos "pai" e "mãe", coíbe o pátrio-poder, impõe a doutrina de gênero, obriga as escolas a ensinarem a ideologia homossexual, estabelece a mais irrestrita liberdade sexual, sem exclusão da pedofilia, garante a adoção de crianças por casais homossexuais e criminaliza a rejeição à prática homossexual. 


Que nexo há entre essas duas aberrantes posturas, e iniciativas análogas que se vão multiplicando por toda parte - aborto, eutanásia, infanticídio - frontalmente contrárias à Lei de Deus e ao preponderante sentimento cristão? 


Qual o papel, nessa agenda de transformações revolucionárias, de grandes organizações internacionais e sobretudo da ONU? Que futuro aguarda nossos filhos nessa nova sociedade pautada pela negação da ordem natural e dos costumes tradicionais?

O conferencista, Monsenhor Juan Claudio Sanahuja, nos traz respostas para essas cruciais questões. Ele é Doutor em Teologia pela Universidade de Navarra, Professor de Teologia Moral e História da Filosofia e da Teologia, Capelão de Sua Santidade o Papa Bento XVI e Colaborador do Conselho Pontifício para a Vida. Estudioso do assunto, autor do livro Poder global e religião universal - que será lançado na ocasião.
Mons. Sanahuja mostra como a ONU, indo muito além da função mediadora de conflitos que levou à sua criação, vai impondo aos países-membro a adoção de práticas e legislações violadoras das imutáveis verdades do Evangelho. 


Não perca essa reveladora conferência; convide também parentes e amigos:


Dia 23 de maio, quarta-feira, às 19 horas, no Club Homs - Av. Paulista, 735 


Inscrição: envie um email para palestra@ipco.org.br , colocando no assunto, Inscrição Conferência ONU X Cristianismo e no corpo da mensagem, seu nome completo. 
Cordialmente, 
Dom Bertrand de Orleans e Bragança

4 de abril de 2012

Mobilização contra o novo Código Penal, que prioriza a cultura da morte

Convido os diletos leitores deste blog para um painel sobre questões de suma atualidade e importância para todos que desejam realmente defender os valores familiares — valores desprezados pela sociedade dita “moderna”, mas sem os quais ela própria não conseguiria sobreviver. 


Como certamente é do conhecimento de todos, o anteprojeto do novo Código Penal visa facilitar ainda mais a prática de crimes hediondos, como o são o aborto, a eutanásia e o infanticídio, e entrará na pauta do Senado Federal em maio próximo. Uma minoria ímpia e abortista manipula as leis para impor à maioria dos brasileiros seus planos perversos. 


O evento, designado como “BRASIL EM PERIGO”, será no próximo dia 11 de abril, às 19:00 hs., no Clube Homs (perto do metrô Brigadeiro): Av. Paulista, 735 (São Paulo). 


Os renomados conferencistas serão os seguintes: 

• Cel Paes de Lira “Aspectos políticos e ideológicos das mudanças no Código Penal”. 

• Dra. Elizabeth Kipman Cerqueira “Aspectos médicos: Consequências das práticas do aborto, eutanásia e infanticídio”. 

• Dr. Edilson Mougenot Bonfim “Análise Jurídico Constitucional do anteprojeto de Código Penal”. 


Para o Amigo garantir seu lugar, aconselho que antes faça sua inscrição gratuita. Para tal, basta um click: 



Ainda neste site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, o leitor poderá obter diversos outros esclarecimentos sobre o que está sendo forjado por pessoas inescrupulosas, e políticos velhacos, que estão propondo alterações no texto do Código Penal. Poderá ainda participar de uma ação para manifestar aos Senadores sua preocupação com as mudanças propostas e agir para impedir que elas sejam aprovadas — o que seria uma desgraça imensurável para nosso País.

26 de janeiro de 2012

CRUZADA PELA FAMÍLIA — contra o aborto e a ditadura homossexual

Paulo Roberto Campos


Uma “Cruzada pela Família” percorre cidades brasileiras. Seu objetivo: proclamar alto e bom som a doutrina católica contra o homossexualismo e contra o aborto; mostrar altaneiramente que não são normais as práticas antinaturais. Em suma, uma Cruzada não para reconquistar o Santo Sepulcro de Nosso Senhor Jesus Cristo, como no século XI, mas para, neste início do século XXI, reconquistar o direito de proclamar o que Ele nos ensinou e condenar o que Ele condenou, resgatando assim os valores familiares para nossa sociedade tão desvirtuada pela corrupção moral generalizada. 


Trata-se de uma épica Caravana formada por 36 jovens, os quais abrindo mão do merecido descanso proporcionado pelas férias, percorrem o Brasil a fim de mobilizar nossos contemporâneos e incentivá-los a não se deixarem intimidar pelo movimento homossexual quando este, por exemplo, ameaça os brasileiros com a tal “lei da homofobia”. Os jovens caravanistas difundem duas esplêndidas obras: uma sobre os malefícios do homossexualismo, intitulada Homem e mulher, Deus os criou, e a outra — Catecismo contra o aborto — a respeito dos malefícios da prática abortiva. Ambas de autoria do Pe. David Francisquini.


No contato direto com o público, os caravanistas têm podido constatar que os brasileiros estão reagindo e não querem transigir diante da minoria (barulhenta) do lobby homossexual, que tenta impor “goela abaixo”, por meio de órgãos da mídia, a ideologia homossexual à imensa maioria (silenciosa) dos brasileiros.


Você também, dileto leitor, pode fazer parte dessa nova e verdadeira Cruzada. Este bom combate tornou-se em nossos dias urgente e necessário, se desejamos salvar a Família e o futuro moral de nossos filhos, que se sentem ameaçados por tantos fatores de corrupção (por exemplo, pela maré de livros imorais e até pornográficos distribuídos em colégios, muitos dos quais fazem apologia do “casamento” homossexual, afirmando ser “normal” o casamento de mulher com mulher e de homem com homem). BASTA! Não podemos aceitar calados tais absurdos! 


Como ajudar ou participar dessa Cruzada contra a imoralidade visando impedir a desintegração da família? 


Veja as matérias a respeito da “Cruzada pela Família” — inclusive vídeos e fotos — disponíveis no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (www.ipco.org.br) e aliste-se nesta Cruzada e/ou apoie esta heroica epopeia.

10 de dezembro de 2011

Resultado da sessão na CDH do Senado — Uma vitória e um recuo estratégico: adiamento da votação da “Lei da homofobia”

Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal adia votação do PLC 122/2006 (a “Lei da Homofobia” ou “Lei do Zipper”). A senadora petista Marta Suplicy (à esq. de costas), percebendo que não obteria maioria, pediu reexame do projeto — que bem merece o 1º lugar... na lata de lixo. 
Fotógrafo: Lia de Paula / Agência Senado 08/12/2011

Mais uma batalha vencida: votação do PLC 122 é adiada 


Daniel F. S. Martins


Após uma verdadeira chuva de e-mails que os participantes do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira enviaram entre ontem e hoje aos senadores contra o PLC 122, a senadora Marta Suplicy, relatora e principal defensora do projeto, viu-se obrigada a adiar a discussão para “tentar conseguir um acordo para retomar a tramitação da proposta” (Agência Senado, 8/12).

O projeto está completando 10 anos (sic!) e não consegue ser aprovado… Será que os defensores da lei querem uma evidência maior de que seu projeto é contrário ao sentimento da população, majoritariamente cristã e oposta à agenda homossexual?

Por que não arquivam de uma vez por todas? Simplesmente por que eles querem passar por cima de quem lhes é contrário. E se recuam, é para daqui a pouco conseguirem seus objetivos.

Veja o que, segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, disse a senadora Marta Suplicy sobre o recuo feito em seu último texto: “A senadora reconhece que não se trata da proposta ideal, mas sim, de ‘um passo importante para avançar na matéria’”.

Portanto, não nos enganemos: em breve eles voltarão à carga, com este e outros projetos, cada vez mais radicais e persecutórios.

Mas que eles não se enganem: voltaremos nós também, com o auxílio de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, cuja festa se comemora justamente hoje!

P.S.: Detalhe importante que está passando desapercebido: na mesma sessão da Comissão de Direitos Humanos do Senado, tentaram aprovar um outro projeto abominável: a legalização do aborto de anencéfalos, o PLC 50/2011. A votação também foi adiada. Vamos rezar e agir para que também esse projeto, daqui a dez anos, ainda esteja engasgando…

16 de novembro de 2011

Aborto favorece a depressão


Benno Hofschulte 

Segundo ACI/Europa Press, 80% das mulheres que se submeteram a um aborto sofrem de sintomas depressivos, enquanto que 40% pensou em suicidar-se. Estes são os resultados apresentados numa primeira nota técnica de um grupo de trabalho que se dispôs a estudar os aspectos médicos do aborto. Esse grupo estava integrado no Comitê de Especialistas do movimento espanhol “Derecho a Vivir” (DAV).

O resultado da pesquisa, realizada pela psiquiatra da Universidad de Navarra (UNAV) Carmen Gómez-Lavín [foto acima], revela outros sintomas relativamente frequentes entre mulheres com Síndrome Post-Aborto como transtornos da sexualidade (40%), abuso de drogas, particularmente entre adolescentes (30%), alterações de conduta (60%) ou irritabilidade (70%).

Os resultados da pesquisa mostram que, em mulheres que se submeteram a um aborto a mortalidade é entre 3,5 a 6 vezes maior durante o período imediatamente posterior à intervenção e no ano que se segue, do que entre as que dão a luz, principalmente por causa de suicídios, acidentes e homicídios. “A incidência de suicídio é entre 6 a 7 vezes maior do que em mulheres que dão a luz”, indica.

Esses resultados científicos põem em dúvida, na opinião da comissão de especialista do DAV, que a proposta legal do “perigo para a saúde física ou psíquica da mãe”, que atualmente é responsável por 90 por cento dos mais ou menos 113.000 abortos praticados anualmente na Espanha, de acordo com os dados de Ministério da Saúde, “ajude realmente a proteger a saúde da mulher”. Pelo contrário, a comissão do DAV pergunta “se (esta determinação legal) realmente diminui o risco para a saúde psíquica da mãe”. 

Concluindo, o DAV considera que “a evidência científica demonstra que submeter-se a um aborto, longe de melhorar a saúde psíquica da mulher, ocasiona na maioria delas graves transtornos psíquicos”.

24 de outubro de 2011

“Ideologia de Gênero” — manifestação mais recente da Revolução Cultural


Edson Carlos de Oliveira

No último dia 18 de outubro, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu no auditório do Colégio São Bento, na capital paulista, uma palestra intitulada Ideologia de gênero: Saiba como se defender dessa arma psicológica contra a Família.(*) Essa famigerada ideologia constitui a maior ameaça à família e à sociedade em toda História.

A sessão foi presidida pelo diretor do Instituto, Dr. Plinio Vidigal Xavier da Silveira, que abriu os trabalhos ao lado de outro diretor, Dr. Eduardo de Barros Brotero.

O conferencista foi o ex-deputado federal Cel. Jairo Paes de Lira, coronel da Reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo e ex-Comandante do Policiamento Metropolitano. Durante seu mandato legislativo na Câmara dos Deputados, Paes de Lira participou das Comissões de Direitos Humanos e Minorias, de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e de Seguridade Social e Família. 

Dispondo de comprovada experiência legislativa na defesa da família contra projetos de lei visando debilitá-la ou eliminá-la, como nos casos do “casamento” homossexual, do aborto e do divórcio, entre outros, Paes de Lira apresentou ao público o livro Ideologia de Gênero  o neo-totalitarismo e a morte da família, do autor argentino Jorge Scala, cuja tradução para o português foi lançada nessa mesma ocasião. Após breve descrição do curriculum vitae do professor de bioética Jorge Scala, o conferencista passou a expor o conteúdo do livro. De início, definiu a palavra gênero que, para os agentes da Revolução Cultural, possui um significado diferente do que normalmente se entende. O sentido comum de gênero: conjunto de seres que possuem a mesma origem ou são ligados pela similitude de uma ou mais peculiaridades. Aplicado à sexualidade, por extensão, pode-se afirmar gênero masculino ou feminino. Mas, para os defensores da Ideologia de Gênero, o termo perde seu conteúdo verdadeiro e adota outro de cunho ideológico. Para eles, gênero significa abstrusamente que o ser humano nasceria sem sexualidade definida.
“Os fundamentos da Ideologia de Gênero estabelecem não existir identidade biológica sexual nos seres humanos e que eles apenas acidentalmente nascem com órgãos sexuais, convencionalmente considerados como masculinos ou femininos”. O palestrante acrescentou não existir também, para tal ideologia, identidade psicológica masculina ou feminina, considerando tal identidade como mera imposição de um modelo educacional de tipo patriarcal.
A conclusão dessa teoria antinatural é que o comportamento sexual também é fruto de mera influência do meio social. Assim, ninguém nasceria menino ou menina, homem ou mulher, mas sim um ser humano sem definição sexual, embora anatomicamente possa ser diferenciado. Trata-se, pois, de um ser genérico que adota um comportamento sexual por força do meio social. E, mais ainda, a Ideologia de Gênero defende que tal ser poderá não só escolher esse comportamento por opção, como mudá-lo quando quiser, segundo seu arbítrio.
“A refutação do primeiro fundamento — que afirma não existir identidade biológica nos seres humanos — reside na análise genética mais essencial da biologia, que demonstra: as células reprodutivas da mulher só contêm cromossomos tipo X, enquanto as do homem possuem tanto cromossomos X quanto Y. Na fecundação, a combinação XX só gera mulheres e a combinação XY só gera homens. É a lição mais básica da biologia”, explicou o conferencista.

Portanto, do ponto de vista genético, cai por terra a Ideologia de Gênero. Mas para seus defensores, a questão anatômica é irrelevante.

O Cel. Paes de Lira expôs, com dados fornecidos pela obra de Jorge Scala, as origens da Ideologia de Gênero a partir do movimento feminista. Citou a feminista francesa Simone Beauvoir, que defendia a teoria segundo a qual ninguém nasce mulher, mas se torna mulher; e que o objetivo final do movimento feminista não consiste na eliminação dos privilégios da “classe” opressora — a “classe” masculina —, mas da própria diferenciação entre os sexos.

O orador observou que tal teoria servia à militância homossexual, que encontrou nessa fórmula a justificação de seu modo de vida. E denunciou ainda a estratégia totalitária da Ideologia de Gênero através da manipulação semântica, no sentido de que o termo gênero perdesse seu significado gramatical, adotando outro de cunho ideológico. Para a difusão desse conceito teve papel primordial a mídia de massa.

No Brasil, tal manipulação pode ser observada especialmente nos Ministérios da Educação e da Saúde. Paes de Lira enfatizou a importância da instrumentalização da educação escolar por ideólogos de gênero.

O conferencista referiu-se ainda à pressão exercida pela ONU que, sob pretexto de Direitos Humanos, está exigindo dos países a aprovação de leis conforme a Ideologia Gênero. “O PNDH-3 quase foi imposto ao Brasil por meio de decreto e, se não tomarmos cuidado, será imposto pelo ‘ativismo judicial’, que substituirá o poder legislativo”. 

“É essa ideologia mais radical da História que impregna o PNDH-3. Da Ideologia de Gênero surgirão crianças sem identidade natural, do “casamento” homossexual resultarão os grupos pseudo-familiares, a criminalização da opinião produzirá a perseguição policial e judicial aos resistentes. É uma conspiração contra a família tradicional que é a base da sociedade. É a fundação do neo-totalitarismo que construirá o “homem novo”, como sonham os teóricos marxistas. Mas que ‘homem novo’ é esse? Será um ser desprovido de espiritualidade. Será massa informe de nervos, ossos e músculos que perambula pela face da Terra. Mas será também desprovido de liberdade”, afirmou o conferencista.

A exposição foi concluída com respostas às perguntas do público presente.


O Príncipe Imperial do Brasil, dom Bertrand de Orleans e Bragança, encerrou o evento com calorosas palavras sobre a luta empreendida pelo Professor Plinio Corrêa de Oliveira contra esse processo revolucionário, cujo escopo é a destruição integral da civilização cristã a partir de uma de suas bases fundamentais que é a família. “É uma obrigação de consciência, da qual responderemos diante de Deus, lutar contra essa conspiração anticristã que é a destruição do homem como Deus o criou, para colocar em seu lugar um anti-homem, resultado do pecado, da abominação e de tudo aquilo que ‘brada aos Céus e clama a Deus por vingança’”, afirmou dom Bertrand. 

Um cocktail foi servido logo após, dando ocasião para conversas sobre o tema entre os que prestigiaram o evento com sua presença. [fotos abaixo — para ampliar, click sobre as imagens]
__________
 (*) Assista na íntegra da conferência no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira 

19 de outubro de 2011

“Ideologia de Gênero — O neototalitarismo e a morte da família”

Conforme o convite do post anterior (abaixo), realizou-se ontem no auditório do Colégio São Bento a conferência do Cel. Paes de Lira sobre o tema: “Ideologia de gênero, uma arma psicológica contra a Família”. 


Evento promovido pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira em defesa da instituição familiar, ameaçada pelos projetos que visam estabelecer no Brasil a chamada “Ideologia de Gênero”. 


Na ocasião foi lançado o livro do advogado e professor de bioética Jorge Scala “Ideologia de Gênero — O neototalitarismo e a morte da família”. 


O vídeo da palestra — inclusive da segunda parte, na qual o palestrante responde perguntas dos presentes — encontra-se disponível no seguinte link:


http://www.ipco.org.br/home/


Em breve aqui postaremos uma sinopse da esplêndida conferência e fotos do concorrido evento. Aguardem!

13 de outubro de 2011

“IDEOLOGIA DE GÊNERO” — nova arma psicológica contra a Família

Desejamos estender aos leitores do Blog da Família o convite que atualmente está fazendo o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira para uma importante conferência: “Ideologia de gênero, arma psicológica contra a Família”. 


Trata-se de uma subversiva (e muito obtusa) teoria que nega o evidente: a diferença, estabelecida por Deus, entre os sexos. Nega o que é normal, e que qualquer criança entende, a desigualdade natural entre um homem e uma mulher. A “Ideologia de gênero” começou a ser difundida no mundo inteiro após a Conferência Mundial das Mulheres em Pequim – 1995. O movimento feminista (fanático) rejeita o fundamento biológico dos sexos e pressiona os governos para impor o ensino, desde as escolas primárias, de que cada um deve escolher a sua “opção sexual”. Não “apenas” masculino ou feminino, mas homossexual, heterossexual, bissexual, transexual etc. 


No Brasil, lamentavelmente, o MEC (Ministério da Educação e Cultura) já adotou em seu programa tal extravagante ensinamento, pretende torná-lo obrigatório e fazer larga distribuição de cartilhas a respeito. Ou seja, forçar meninos e meninas a fazer uma outra “opção sexual”. E a classificação das pessoas por novos “gêneros” aguarda votação no Congresso Nacional, segundo o novo PNDH (Programa Nacional dos Direitos Humanos). Mais uma vez, é o Estado totalitário procurando impingir conceitos relativistas, insensatos e pérfidos (além de ridículos) para favorecer a homossexualidade e perverter nossas crianças, que poderiam escolher ser de um (inexistente) “terceiro sexo”. 


Tal absurdo (uma aberração contrária à natureza) acontecerá? — Sim, se não reagirmos enquanto é tempo!


A esta reação, sempre pacífica e dentro das leis, nos convida o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Veja a matéria em: http://www.ipco.org.br/home/ e inscreva-se garantindo seu lugar na conferência.


Ideologia de gênero
O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está promovendo uma palestra que tratará desta que talvez seja a maior ameaça da História à família tradicional brasileira.
Saiba como se defender dessa arma psicológica contra a Família
Data: 18 de outubro de 2011
Horário: 19h00 (recepção) 19h30 (início da palestra)
Local: Auditório do Colégio São Bento, s/n° (no centro da capital paulista)
Referência: Ao lado do Mosteiro São Bento – (há estacionamento exclusivo no próprio local) 
Palestrante: Cel. Jairo Paes de Lira 
Coronel da Reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Ex-Comandante do Policiamento Metropolitano. Ex-Deputado Federal (53ª Legislatura). Indômito defensor da vida, da família e do direito de legítima defesa. Além de um palestrante claro e incisivo em suas análises.

Na ocasião, a Editora Katechesis fará o lançamento do livro de Jorge Scala — conhecido autor de outras obras em defesa da vida — “La ideologia de Género o El Género como Herramienta de Poder”, traduzido para o português. 
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Reserve já o seu lugar, fazendo sua inscrição no seguinte link:

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PS: Àqueles que desejarem melhor conhecer o que propugna essa obtusa “Ideologia de gênero”, recomendo leitura do artigo publicado mais abaixo. Click no seguinte link:

“Ideologia de gênero” — ideologia relativista para extinguir a noção de família e favorecer perversões sexuais

4 de junho de 2011

MARCHA PELA FAMÍLIA — imensa manifestação de rejeição à “Lei da Homofobia”

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / ABr

Paulo Roberto Campos

Ocorrida anteontem na capital federal, a Marcha Pela Família contou com a participação de aproximadamente 40 mil pessoas em manifestação contra o PL 122, que foi desenterrado em fevereiro último pela senadora petista Marta Suplicy. Só para recordar, tal projeto de lei visa criminalizar aqueles que se mostrem contra a prática homossexual e é conhecido como “lei da homofobia” — a lei do zipper para fechar a boca daqueles que devem falar contra tal prática anti-natural; a lei inconstitucional, uma vez que fere a liberdade de religião e de expressão.
Um só exemplo: Se aprovada tal absurda lei, poderemos ser penalizados simplesmente por discordar de algum professor que procure inculcar nas crianças que o relacionamento homossexual é normal, ou por não aceitarmos que dêem às crianças “Kits” que fazem apologia da homossexualismo, como o tão falado “Kit” projetado pelo Ministério da Educação.


Para se manifestar em oposição à Marcha pela Família, um movimento homossexual convocou pela internet seus adeptos. Conseguiu reunir apenas 20 ativistas... Estes, para chamar a atenção e atrair os holofotes da mídia, tentaram provocar os ordeiros e pacíficos participantes da Marcha, exibindo insultantes cartazes e gritando: "nazistas", "fascistas" — palavras “mantra”, típicas de quem não tem razão. (Fotos abaixo, Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Curioso, mas não surpreende, que jornais de grande circulação deram mais destaque aos 20 “gatos pingados” do que aos 40 mil manifestantes em defesa da família. Uma exceção foi o site da revista “Veja” (foto abaixo) — vamos ver se a revista impressa confirmará a regra... Outros órgãos midiáticos colocaram no mesmo pé de igualdade os dois lados... Para se comprovar essa grotesca adulteração da realidade, basta ver as fotos aqui postadas. Como “contra fatos (e fotos) não há argumentos”, mais uma vez podemos constatar que o movimento homossexual é mais midiático do que popular. Imagine o contrário, caro leitor, que tal movimento conseguisse naquele mesmo evento reunir 40 mil pessoas... Certamente a mídia publicaria grandes manchetes noticiando que foram 400 mil, ou mais...
Pena que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil não se empenhou em convocar os católicos para a manifestação em Brasília. Se o fizesse, não seriam 40 mil, mas incomparavelmente mais! Entretanto, a CNBB, como já disse e repito, tornou-se a tal “voz que apaga e a mão que adormece”... as boas reações.


PS: Para saber mais a respeito dessa importantíssima manifestação, aconselho o site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira: http://www.ipco.org.br/home/
Por meio desse site, já foram enviados mais de 2 milhões de e-mails aos senadores pedindo que a “Lei da Homofobia” volte para o arquivo. Se o amigo ainda não enviou seu e-mail com tal pedido, basta um click no seguinte link:

http://www.ipco.org.br/home/assine-a-carta-de-protesto-ao-senado-federal-contra-a-lei-da-homofobia?origem=8