10 de janeiro de 2008

Para uma vida normal, uma criança não pode viver numa família anormal

Amigos
Acabo de receber um e-mail de um colega — da equipe do site Lepanto — sugerindo-me participar de uma enquête. Participei e espero o mesmo dos prezados visitantes deste Blog da Família.

Trata-se do seguinte:

Trata-se do seguinte: O site globo.com está promovendo uma enquête em virtude da atitude do Promotor de Justiça que pediu a separação de bebê de transexual.

Se tal separação não ocorrer, em minha opinião, poderá causar um trauma na criança. Isto é evidente, pois ela, naturalmente, deve crescer amparada por um pai e uma mãe. E o rompimento do que é natural causa perturbação por toda a vida. Em conseqüência, a criança nunca será uma pessoa normal se criada por um transexual.

Afirmou muito bem o Promotor:

“Se essa criança tem hoje a oportunidade de ter uma família convencional, uma família normal, como as outras, por que arriscar e deixá-la numa situação que pode submetê-la a vários constrangimentos?”

Vamos dar nosso apoio a ele votando na enquête.

Detalhe: para participar da enquête, o site exige um cadastramento gratuito.

Lembre-se que a força dos maus está na fraqueza dos bons.

A enquête encontra-se na lateral direita, com o título: “PARTICIPE”, próximo aos comentários da notícia.

Segue o link:
http://oglobo.globo.com/sp/mat/2008/01/09/promotor_que_pediu_separacao_de_bebe_de_transexual_diz_que_casal_gay_anormal_-327934459.asp

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Reparem o quanto tal enquête é tendenciosa.
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Resultado atual da enquête:
69,20% – Sim. A opção sexual não importa. O importante é amar e cuidar bem da criança.
30,80% – Não. É preferível ficar em um abrigo a crescer sem uma família convencional.
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Vamos mudar esse resultado!
Uma decisão neste caso concreto poderá servir para outros no futuro: para a defesa e fortalecimento da Família ou para servir ainda mais para sua desagregação.

8 comentários:

Cacau disse...

É bem isso. A criança não crescerá normalmente vivendo numa família anormal. Transcrevo-lhe a alegação do Ministério Público sobre o caso tratado no Blog:
Segundo a "Agência Estado", o promotor alegou que o bebê não pode conviver com um casal "anormal" e não levaria uma vida "normal" sem a presença de um pai e de uma mãe. A manifestação da transexual não comoveu o promotor da Infância e da Juventude, que considerou o ato como "não-civilizado".
"Eles poderiam ter se manifestado no processo, mas não vou mudar minha posição", disse. "Estou zelando pelos interesses da criança e não dos adultos, pois esta criança tem de ter uma família convencional, ser criada por um pai e uma mãe. Imagine como ela ficará revoltada ao descobrir que foi criada por uma família anormal", disse.
Segundo Moraes, ele não quer passar por culpado, caso a criança, no futuro, fique revoltada ao saber que foi adotada por um casal de homossexuais. "Ninguém escolhe pai ou mãe, mas numa adoção isso é possível. A criança precisa de pais adotivos que tenham condições morais, sociais e psicológicas. E esse casal, por ser anormal, não tem condições sociais para adotar uma criança, que não é um tubo de ensaio", afirmou.
O processo depende de duas decisões: uma, da Justiça de São José do Rio Preto, sobre o pedido de guarda da criança feito por Roberta; outra, no Tribunal de Justiça do estado, sobre o pedido do MP contra a adoção do garoto pela transexual.

Marcelino Cavalcanti disse...

Num caso como esses, de adoção, não se pode levar em consideração os interesses dos adultos, mas sim os interesses da criança. Acompanhando este caso do homossexual que indevidamente briga para adotar uma criança, encontrei uma entrevista do Promotor e transcrevo-lhe algumas perguntas e suas respectivas respostas. Foi publicada no Diário de São Paulo:

DIÁRIO DE SÃO PAULO - Por que o senhor é contra a adoção da criança pelo casal homossexual?

CLÁUDIO SANTOS DE MORAES - Não é por discriminação. Simplesmente entendo que esta criança tem direito a ter uma família convencional, com uma mãe mulher e um pai homem. Não vejo porque colocá-la sob a guarda e adoção desse senhor transexual.

DIÁRIO DE SÃO PAULO - Por que o senhor considera o casal anormal?

CLÁUDIO SANTOS DE MORAES - Não é uma situação normal, não adianta dizer o contrário. Foge à regra. Falam que estou discriminando, sendo preconceituoso. E não é isso. Quem pode me afirmar o contrário? Foge à regra e, se foge a regra, é anormal. Então, se é anormal, não vejo porque correr o risco. A criança não é um tubo de ensaio para participar de uma experiência para saber se vai dar certo.

DIÁRIO DE SÃO PAULO - Mas a atitude da cabeleireira não é nobre?

CLÁUDIO SANTOS DE MORAES - Eu acho que é mais capricho do que altruísmo. Sem se importar com o futuro da criança.
Mas os testes psicossociais atestaram que a cabeleireira tinha condições de cuidar da criança.
Cuidar de uma criança na idade em que ela está não é difícil. Qualquer pessoa consegue, basta dar atenção e carinho. Então o estudo psicossocial não tinha como relatar diferente. Acontece que há uma implicação futura.

DIÁRIO DE SÃO PAULO - Que implicação?

CLÁUDIO SANTOS DE MORAES - Se essa criança tem hoje a oportunidade de ter uma família convencional, uma família normal, como as outras, por que arriscar e deixá-la numa situação que pode submetê-la a vários constrangimentos?

Anônimo disse...

O problema que vcs não consideram é que existe uma grande probabilidade da criança crescer em um abrigo do estado, estando sujeita às piores influências possíveis. Se o promotor impede que a criança cresça em uma família que ele considera "anormal" ele que arranje uma família normal. Aliás, o que é uma família normal?

Lamentável a atitude de promotor.

roger disse...

o promotor esta correcto no tenes
se puedes adotar una familia normal
lembre sodoma e gomorra

Anônimo disse...

Não gosto de certos programas de TV mas quando vi a entrevista do transexual (com o Exmo. Promotor Dr. Claudio Santos de Moraes ao telefone) parei para assistir, pois tenho sofrido muito ao ver a degradação da família veiculada em todos os canais, que estimulam o homossexualismo e o aborto e insistem em apologias e mensagens ofensivas e contrárias aos casais heterossexuais e à família.

Duas coisas gostaria de acrescentar sobre o programa que vão de encontro a esse blog:

Primeiro: Sou Psicólogo e não ouvi uma única vez quais foram as fontes científicas onde a "psicóloga" buscou os dados nos quais se apoiou. Aliás, só por estar tomando partido em um programa de TV ela já contraria o juramento de nossa profissão que prega mantermo-nos isentos de julgamentos pessoais para o correto exercício da profissão. Ademais lutar pela causa gay em um programa de TV atesta sua falta de profissionalismo e a apelação com que busca seu espaço na mídia agarrada ao rótulo de psicóloga.

Segundo: Por fim, desviando do assunto sobre a felicidade e o amor da criança ela usou a desculpa de supostos estudos sobre opção sexual de crianças criadas por casais normais e por anormais (chamados politicamente de diferentes), mas não tocou em nenhum assunto sobre o status psicológico deles, sobre sua felicidade, equilíbrio psicológico, nem comenta sobre os traumas sociais, ou seus comportamentos ou qualquer outra informação relevante ao longo da vida dessas crianças.
Eu particularmente me suicidaria no dia que tomasse consciência de que fui criado por uma "mãe" como aquele cidadão.

Mas uma coisa eu gostei no programa: percebi o tamanho do egoísmo daquele homem (que tenta se passar por mulher) e apenas quer se exibir publicamente. Numa das questões da apresentadora ele caiu numa armadilha: A apresentadora (citando a história do Rei Salomão) perguntou-lhe se ele preferia que a criança tivesse mais amor e felicidade sendo criada por um casal heterossexual ou se ele ficaria com a criança mesmo sabendo que a criança não teria essas mesmas necessidades plenamente atendidas. Acuado, o mutante egoísta tropeçou (apesar das dicas da apresentadora) e pensou apenas em si ao responder que mesmo assim ficaria com a criança.

Se Salomão estivesse lá naquela hora saberia que ele nunca, jamais poderia mesmo ser uma mãe de verdade, mesmo se pudesse mudar todos os documentos e órgãos do corpo...

Anônimo disse...

Quer saber se seu ato é correto? Pense assim: COMO JESUS TRATARIA ESTE CASO??
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Ao Sr. Anômimo "PSICOLOGO" pelo amor de Deus diga seu nome porque um psicologo que diz "Eu particularmente me suicidaria no dia que tomasse consciência de que fui criado por uma "mãe" como aquele cidadão" TEMOS QUE PASSAR MUITO LONGE DE SEU CONSUTORIO...
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Tenho certesa que Jesus NUNCA aprovaria "discriminação" assim como fez com Maria de Madalena ele a acolheria...
E VOCÊS AINDA SE DIZEM CRISTAOS...
PERDOE SENHOR ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM!

Anônimo disse...

Realmente se um profissional pensa assim imagine outras pesssoas...a sociedade em que vivemos dita regras nas quais mesmo inconsientemente nos as seguimos... se as pessoas o tratam como anormal como a criança o pode tratar diferente? ou seja por sua opção sexual ele e indgno de da amor e ensinar a uma criança?caracter nao tem opção sexual...o preconceito no brasil ainda e muito maquiado..diante dos olhos de DEUS somos todos iguais e dignos do seu amor e sua misericordia...

Anônimo disse...

Ao anônimo:
Muito bem. Errei gravemente ao escrever que me suicidaria ao saber, pois estaria contrariando um princípio Cristão e incorreria em um ato ilícito e contra Deus. É que eu estava muito embasbacado e chocado naquele dia... dou-lhe razão e me arrependi diante de Deus por isso.
Mas eu pergunto a você que conclama (em nome dos outros) para que "PASSEM MUITO LONGE DO MEU CONSULTÓRIO":
Você realmente ficaria feliz ao saber que foi abandonado pela sua mãe, que poderia ter sido criado por um casal heterossexual que se amava, mas acabou nas mãos de um homem efeminado que se intitula mulher? Imagine as coisas que fazem com ele e o que fariam com você, pois certamente os homens que o sodomizam não respeitam a moral Cristã e vc também seria criado como eles, sem princípios morais Cristãos.
Mais ainda: responda-me que aspectos maternos vc realmente absorveria na sua infância se sua mãe é uma farsa, uma mentira maquiada, um ser que usou de artifícios para mudar sua imagem apenas para conseguir alcançar seu prazer sexual desviado?
Imagine-se vivendo com aquele homem olhando suas partes íntimas quando vc trocar de roupa, já que ele se diz atraído por homens. Sua intimidade estará nas mãos dele e dos "amigos" dele. Pense bem nisso...
Você vai a Igreja? Se confessa? Comunga? Como vai fazer isso sendo filho de um travesti. Vai achar o que dos comentários que vão fazer sobre o passado de sua "mãe" e sobre o que "ela" deixou que uns e outros fizessem com ela?
Bom, se nada disso te preocupa, pelo menos por favor: Não jogue os erros e pecados nas costas de Jesus usando Seu nome como se Ele aceitasse que continuemos cometendo os mesmos pecados indefinidamente. O que Jesus disse (e isso também sobre Madalena) foi que quem se "ARREPENDE" do pecado será salvo. Isso, meu caro anônimo, significa que o tal travesti deve se converter e se arrepender de seus pecados, aceitar sua sexualidade biológica e procurar qualquer psicólogo (menos eu, já que vc me mandou para tão longe!) para ser um homem normal. Aí, como qualquer filho de Deus, ele seria acolhido. Caso contrário, de que valeria a palavra escrita na Bíblia ou ouvirmos o que é dito na Igreja se já decidimos que não mudaremos nossos atos errados e nossos pecados?
Sugiro que você leia o Antigo Testamento sobre Sodoma e Gomorra antes de escrever qualquer coisa.
Fique com Deus