27 de junho de 2009

“FAMILIAFOBIA": Miss Califórnia perde a coroa por não ser favorável ao “casamento” homossexual

Na semana passada, conversando com meu amigo Roger Luís Vargas sobre o horror que representa para a cidade de São Paulo sediar na Avenida Paulista a tal “Parada homossexual” (vide post abaixo), ele contou-me um fato recente que me deixou assombrado. Trata-se do caso de uma candidata a Miss Estados Unidos 2009. Embora fosse a que tinha mais chances de vencer, perdeu. Perdeu a coroa, simplesmente por dizer que o casamento deve ser entre um homem e uma mulher.

Essa atitude, óbvia para nós que consideramos o homossexualismo um gravíssimo pecado que viola as Leis de Deus e a própria natureza, é odiada por defensores do pseudo-casamento homossexual, que pretendem impor uma verdadeira ditadura na qual devem ser varridos do mapa quem não pensar como eles. Fanática discriminação de quem tanto fala contra a “discriminação”!
Fanática intolerância de quem tanto fala em “tolerância”!

Tais defensores do vício anti-natural são radicalmente intolerantes e querem obrigar a todos a achar normal o que é aberrante. Exigem a aprovação da “lei da homofobia” — para punir quem tiver aversão ao homossexualismo —, entretanto estão carregados de fobia (aversão) à família. Instigam uma repugnância à família (familiafobia).

Portanto, poderíamos dizer que são “familiafóbicos”, têm repulsa à família bem constituída, ou seja, entre um homem e uma mulher, conforme estabelecido por Deus, que criou Adão e Eva, e não Adão e Evo.

Em vista do caso da jovem que sequer teve a liberdade de expressar sua opinião, pedi ao Roger Luís que escrevesse um artigo a respeito para ser publicado no “Blog da Família”. Ele prontamente atendeu ao meu pedido, e aqui o transcrevo.
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Ainda que o preço seja a “coroa”...

Roger Luís Vargas

Não tenho como meta analisar aqui o fato da realização de um concurso de beleza, que sabemos constituir um incentivo, como é natural, ao vício da sensualidade.

Feita essa ressalva, pareceu-me interessante apresentar aos leitores dois episódios acontecidos em concursos de beleza nos Estados Unidos. Eles revelam que, apesar do acentuado permissivismo e relativismo morais reinantes hoje em dia, mesmo em candidatas à “coroa” da beleza ainda podem residir resíduos da moralidade cristã.


Após ter vencido o concurso de Miss América de 1951, Yolande Betbeze (foto) recusou-se a posar de biquíni (quão diferente era a modéstia naquele tempo...). Como conseqüência, a companhia Catalina Swinwear retirou seu patrocínio de dita competição, e no ano seguinte deu-se início ao concurso de Miss Universo.

O tempo passou e 58 anos mais tarde, precisamente em 2009, ninguém imaginaria que o concurso de Miss Universo seria alvo de tanta controvérsia. Deu-se ela na pré-seleção de âmbito nacional, na escolha da Miss Estados Unidos.

Entre as candidatas escolhidas dos vários estados figurava Carrie Prejean, Miss Califórnia, considerada a principal favorita. Sua situação, entretanto, mudou em face da contundente pergunta do jurado Perez Hilton, homossexual declarado,: “Recentemente Vermont tornou-se o quarto estado a legalizar o ‘casamento homossexual’. Você acha que todos os estados deveriam imitá-lo? Por que sim ou por que não?”

Ela respondeu: “No meu estado, na minha família, creio que o casamento deve ser entre um homem e uma mulher. Sem ofender a ninguém, mas eu fui assim criada e esta é a maneira que eu penso que deve ser: entre homem e mulher.”

Carrie Prejean não venceu o concurso, tendo sido derrotada pela Miss Carolina do Sul, Kristen Dalton.

Porém o caso teve maior repercussão do que o esperado e, dentre os milhares de comentários e publicações, destaco a entrevista à rede de televisão americana NBC, na qual o apresentador Matt Lauer (foto) entrevistou Perez Hilton e Carrie Prejean. (foto)

Em tom irado, Perez — que já havia comentado em entrevista, após o término do concurso, que “se ela houvesse obtido o título eu subiria no palco e tiraria pessoalmente a sua coroa...” — lançou novamente imprecações contra a Miss Califórnia: “Ela deu a pior das respostas em toda a história da competição [...] e ela é uma estúpida! Uma #%&%!#&$%#!” [censurado].

Logo após, contrastando com a atitude de Perez, Carrie respondeu ao apresentador Matt Lauer: “Depois que respondi àquela pergunta, sabia que eu não venceria o concurso por causa da minha resposta. Porque falei seguindo meu coração, em favor daquilo que, creio, é de meu Deus!”
Matt Lauer: “Se eu perguntasse – eu não o farei – imaginando que você tivesse uma segunda chance, e pela intensidade do desejo de obter o título, você responderia de modo diferente?”

Carrie: “Não! Eu não responderia de maneira diferente”. E acrescentou: “Como disse Cláudia Jordan, [uma das juradas do concurso] que eu deveria estar mais no meio, eu não deveria ter dado uma resposta tão específica; entretanto, essa atitude contraria aquilo que defendo. Quando me perguntam uma questão específica, darei uma resposta específica. Não vou ficar no meio. Vou tomar um lado ou outro.”

Matt Lauer: “Carrie, você chegou muito perto...”

Carrie: “Sim, eu cheguei. E estou muito orgulhosa quanto à minha posição, e sei que há muita gente que também está orgulhosa em relação à minha atitude. Vencer não era o que Deus queria para mim naquela noite. [...] Não mudaria em nada. [...] Se fosse eleita Miss Estados Unidos, provavelmente não estaria aqui. [...] Não retiro o que disse. [...] Fui sincera comigo mesma, e agora eu compreendo que posso sair e dizer a pessoas jovens que se mantenham firmes naquilo que elas acreditam, e nunca façam concessões, para ninguém e para nada, mesmo que isso represente a perda da coroa de Miss USA”.

Diante de tais fatos, haveria muito que comentar. Atenho-me apenas a uma consideração, que considero fundamental: diante da intransigência absurda daqueles que propagam a agenda homossexual, a única atitude certa deve ser nossa inabalável rejeição à prática do homossexualismo, condenado pela Lei divina e pela Lei natural.
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(fonte: http://blogdafamiliacatolica.blogspot.com/

7 comentários:

olga disse...

infelizmente paga-se bem caro por se dizer a verdade...

Geraldo disse...

E ainda se acham no direito de adotar "filhos" e dar continuidade ao que êles são.-

Anônimo disse...

Observem a que ponto chegamos em nossa Sociedade. Hoje dia 28 de junho está sendo realizada em Campinas a importantíssima Parada Gay. Os " manifestantes" estavam discursando contra a Prefeitura de Campinas por não ter distribuído o dinheiro público necessário para a realização do valoroso evento. Crianças morrendo de fome, hospitais sem dinheiro, construção de casas populares paralisadas, esgotos a céu aberto, saneamento em frangalhos e a gayzada indignada por que o dinheiro público não foi aplicado nessa Parada de orgias e satanismos. É o fim mesmo.

Breve estou pensando em mudar para outro lugar.

Anônimo disse...

Preparemo-nos para os que querem o "direito" à "opção" PEDOFILIA. Sim. De certa forma já está implicita no "princípio" dos supostos "direitos" e no "direito" que a "parelha" advoga de ter "filhos", que absurdamente certos legisladores querem garantir aos "casais" homo.

Ou nos decidimos pela Lei de Deus, ou nada restará de civilização.

Geovane Viana disse...

É um caso bastante interessante. Kibom que ainda temos pessoas com alguma consciencia em uma área com tanta variedade de posições.
Temos que ser a favor da família, em qualquer situação. Para isso é preciso muita coragem as vezes.

Parabéns à modelo. E parabens ao blog pelo conteúdo das informações.

Postei a noticia em meu blog (www.geovaneviana.com.br), mas citei a fonte.

Abraços

Geovane Viana
Pastoral Familiar
Vitória da Conquista
Bahia

Jorge disse...

Acho que já está na hora de comecar a empregar a expressao "ditadura homossexual", porque é isto o que já estamos assistindo.

Anônimo disse...

Vc observou bem que Deus “criou Adão e Eva e não Adão e Evo”... Como os casamentos são sempre entre Adães e Evas, o mundo cresce e se desenvolve. Imagine que acontecesse o que muitos tarados querem, o que seria do mundo? Seria o fim do mundo! Se todo mundo (homens e mulheres) fosse homossexual seria o fim da existência humana na terra. Quanto tempo duraria a vida terrena se os “casais” fossem homossexuais?!!! Além de não procriarem, evidentemente, o vírus da aids os dizimariam rapidamente. Xô homos! Xô aids!