21 de janeiro de 2015

A extrema gravidade do perigo islâmico

Em Londres, manifestação de muçulmanos na qual propugnam, entre outros absurdos, o que consta em seus cartazes: “Massacre aqueles que insultam o Islã” (“Massacre those who insult Islam”); “Degole aqueles que insultam o Islã” (“Behead those who insult Islam”); “Aniquile aqueles que insultam o Islã” (“Annihilate those who insult Islam”).

Enquanto o Ocidente, indolente frente ao perigo, abre as portas para o mundo maometano, o terrorismo ataca-o e planeja dominá-lo, ao mesmo tempo em que os cristãos são massacrados no Oriente


Paulo Roberto Campos


O mundo inteiro encontra-se chocado com o atentado praticado pelo terrorismo islâmico em Paris no dia 7 de janeiro último, quando dois muçulmanos fortemente armados executaram 12 pessoas, a maioria delas colaboradores do semanário satírico francês “Charlie Hebdo” — um pasquim ateu, que calunia inclusive Igreja Católica, muitas vezes lançando contra ela as mais chulas e obscenas blasfêmias. Por isso mesmo, ao contrário do que incontáveis pessoas bradaram, cada católico poderia dizer: “Je ne suis pas Charlie”.

Esse atentado foi considerado o mais grave ocorrido nos últimos 50 anos na França. Ao se retirarem, os terroristas abateram covardemente um policial à queima-roupa (foto abaixo) — sem saberem, aliás, que o mesmo era de origem muçulmana... —, e ainda gritaram: “Allahu Akbar!” (Alá é Grande!). 
Vídeo de vigilância flagrou o exato momento em que um policial desarmado, já ferido e pedindo clemência, é alvejado covardemente por um dos terroristas islâmicos com um tiro na cabeça.

Nesse mesmo dia, ainda na capital francesa, outro terrorista islâmico assassinou uma policial e feriu outro militar. Esse mesmo homem invadiu no dia seguinte um supermercado judeu e matou quatro pessoas. Mas acabou sendo morto pela polícia, sorte reservada também aos dois terroristas precedentes.

Portas abertas para terroristas maometanos

É compreensível que esses crimes brutais choquem a opinião pública mundial — sobretudo a francesa e a do mundo ocidental ex-cristão. O que não se compreende é a longa atonia dessas opiniões públicas diante da grave ameaça islâmica. Atentados do gênero eram previsíveis, uma vez que muitas nações ocidentais, em particular as europeias, escancaram indiscriminadamente suas portas à imigração, facilitando assim a entrada de fanáticos seguidores de Maomé.


Meninas nigerianas raptadas por jihadistas 
(guerrilheiros muçulmanos) para serem 
vendidas com escravas sexuais 
Nos tempos atuais, chegam-nos todos os dias ao conhecimento notícias de cristãos que são perseguidos cruelmente, martirizados e degolados no mundo maometano; que têm suas filhas estupradas, vendidas como escravas sexuais, e suas moradias destruídas.
Martha Mark, a mãe da estudante sequestrada Monica Mark, chorou enquanto exibia foto da filha na casa da família em Chibok (Nigéria). Islâmicos do Boko Haram tinham sequestrado 300 estudantes, entre as quais a menina Monica Mark. 
Chegam-nos também com frequência notícias dramáticas de imagens sacrossantas profanadas, bíblias queimadas e igrejas católicas incendiadas por bárbaros islamitas radicais. Em certos países muçulmanos que seguem a Sharia (lei islâmica) não é permitido sequer ostentar qualquer símbolo católico, como, por exemplo, uma correntinha com a cruz ao pescoço, a medalha de Nossa Senhora ou de algum santo. 


Enquanto muçulmanos agem assim em seus países em relação
Mesquita em Paris
aos cristãos, por que nas nações ocidentais se permite que eles possam usar e abusar de todos os direitos e desfrutar de toda liberdade, inclusive a de construir mesquitas ou “centros culturais”, que frequentemente são lugares para formação de terroristas? Sim, porque neles se ensina o Alcorão, o qual prega o ódio implacável ao Cristianismo. Se não há reciprocidade da parte deles, por que então lhes abrir de par em par as portas? Será que não se percebe a gravidade do perigo islâmico? Não se percebe o quanto tal abertura, em nome do relativismo e de um ecumenismo irenista, representa de terrível ameaça? 

Imagens de Satélite revelam a dimensão dos ataques em Baga. A cidade antes (à esquerda, no dia 2 de janeiro) e depois da invasão (à direita, no dia 7 de janeiro) dos jihadistas do grupo islâmico Boko Haram. “As fotos mostram uma devastação de proporções catastróficas, uma cidade quase desapareceu do mapa num período de quatro dias”, disse Daniel Eyre, pesquisador da “Anistia Internacional”. (Foto: © DigitalGlobe)

Alerta ignorado e recrudescimento do perigo islâmico

Plinio Corrêa de Oliveira previu com muita antecedência a ameaça maometana, tendo enunciado diversas advertências nesse sentido. Como seria diferente a situação atual se as autoridades civis e religiosas da época em que elas foram publicadas tivessem levado em consideração os alertas desse eminente líder católico brasileiro! Entretanto, tragicamente, tais autoridades preferiram ignorá-las…

A título de exemplo, transcrevemos (ver no final deste post) alguns trechos de um desses alertas, publicado em 15 de junho de 1947 nas páginas do semanário “Legionário”, órgão oficioso da arquidiocese de São Paulo. Seu título: “Maomé renasce”.


Jiharistas do Boko Haram
Este post já estava concluído quando tomamos conhecimento de um massacre bem maior do que o perpetrado em Paris no dia 7 de janeiro. Na mesma semana, os terroristas do grupo islâmico Boko Haram assassinaram aproximadamente duas mil pessoas em Baga, cidade estratégica situada ao nordeste da Nigéria (África), a maioria delas crianças, mulheres e idosos que não conseguiram fugir. 

Conforme informou à BBC o chefe do governo local, Musa Alhaji Bukar Kukawa, parte da cidade foi incendiada nesse ataque, obrigando milhares de pessoas a evadirem, tendo muitas delas se afogado ao tentarem cruzar o lago Chade.

Cristãos martirizados no mundo muçulmano

Relata o jornal português “Observador” (edição on-line de 10-1-15): “Desde o fim do ano, mais de 10 mil pessoas abandonaram a região com medo da chegada dos terroristas”. “A carnificina humana levada a cabo pelos fundamentalistas do Boko Haram em Baga é enorme”, declarou à AFP Muhammad Abba Gava, porta-voz dos combatentes civis que tentam frear o avanço dos terroristas do Boko Haram (nome que, na língua local, significa “educação não islâmica é pecado”). Eles tentam implantar a qualquer custo um Califado na região, nos mesmos moldes dos jihadistas do "Estado Islâmico" que guerrilham no Iraque e na Síria. 


 "Estamos muito felizes com o que aconteceu no centro da França. Oh, franceses, vocês que seguem a religião da democracia, entre vocês e nós é inimizade é eterna", declarou Aboubakar Shekau, líder do grupo islâmico Boko Haram, também responsável pelo ataque em Baga.




Neste sentido, a agência vaticana FIDES alertou: “A crise no nordeste da Nigéria está se estendendo cada vez mais aos países vizinhos, com ameaças, como as de um vídeo atribuído ao líder do Boko Haram, Aboubakar Shekau [foto à esq.],  contra o Presidente dos Camarões, Paul Biya”. No vídeo ele ameaçou “aumentar a violência nos Camarões se o país não abolir a Constituição e adotar a lei do Islã” (cfr. ACI, 10-1-15). 

Segundo nota distribuída pela “Agência Ecclesia” (12-1-15), “cerca de mil igrejas cristãs na Nigéria foram destruídas nos últimos quatro anos”. De acordo com o Pe. Obasogie, “só entre os meses de agosto e outubro de 2014, foram saqueadas e incendiadas naquele território pelo menos 185 igrejas”. O mesmo sacerdote avalia que “190 mil pessoas tiveram que fugir de suas casas para escaparem à morte e muitas outras já perderam a vida”.

Em entrevista concedida em 12 de janeiro último ao programa Newsday da BBC, o arcebispo da cidade de Jos, Dom Ignatius Kaigama, deplorou que o massacre em Baga “é uma tragédia monumental. Deixou todos na Nigéria muito tristes. Mas parece que estamos desamparados”. Sua lamentação referia-se à falta de apoio internacional para conter essas atrocidades. 
Captura de Baga, na Nigéria, pelo Boko Haram ocasionou quase 2 mil mortes.

Prolongada indolência do mundo ocidental ex-cristão

Logo após os atentados islâmicos em Paris, realizaram-se grandes manifestações em toda a França, e também em outros países. No entanto, para citar apenas o recente massacre em Baga, cabe perguntar: onde ocorreram manifestações públicas de protesto contra a carnificina cometida pelo terror islâmico nessa cidade nigeriana? Em que lugar do mundo algum órgão da mídia com suas vistosas manchetes denunciou o espantoso homicídio coletivo? E quais autoridades mundiais lamentaram esse crime brutal? 

Em 17 de dezembro passado (dia do aniversário do Papa Francisco), centenas de dançarinos de tango bailaram nas proximidades da Basílica de São Pedro [foto abaixo]. A esse respeito, o historiador italiano Roberto de Mattei escreveu em artigo para o diário milanês “Il Foglio”, em 3-1-15: 


“Provavelmente os historiadores de amanhã se lembrarão que em 2014, na Praça de São Pedro, dançava-se tango enquanto os cristãos eram massacrados no Oriente e a Igreja estava à beira de um cisma. Essa atmosfera de leveza e de inconsciência não é nova na História. Em Cartago, recorda Salviano de Marselha, dançava-se e banqueteava-se na véspera da invasão dos Vândalos. E em São Petersburgo — de acordo com o testemunho do jornalista americano John Reed —, enquanto os bolcheviques se apoderavam do poder, os teatros e restaurantes continuavam lotados. O Senhor, como diz a Escritura, cega aqueles que Ele quer perder (Jo 2, 27-41)”. 


Maomé renasce 

Plinio Corrêa de Oliveira 
“Legionário”, 15-6-1947. 


 “Quando estudamos a triste história da queda do Império Romano do Ocidente, custa-nos compreender a curteza de vistas, a displicência e a tranquilidade dos romanos diante do perigo que se avolumava [...]. 
Desta ilusão, vivemos ainda hoje. E, como os romanos, não percebemos que fenômenos novos e extremamente graves se passam nas terras do Corão. 
Falar na possibilidade da ressurreição do mundo maometano pareceria algo de tão irrealizável e anacrônico quanto o retorno aos trajes, aos métodos de guerra e ao mapa político da Idade Média [...]. 
Todas estas nações [maometanas] — estas potências, podemos dizer — se sentem orgulhosas de seu passado, de suas tradições, de sua cultura, e desejam conservá-las com afinco. Ao mesmo tempo, mostram-se ufanas de suas riquezas naturais, de suas possibilidades políticas e militares e do progresso financeiro que estão alcançando. Dia a dia elas se enriquecem [...]. 
Nas suas arcas, o ouro [adquirido pelo alto valor do petróleo] se vai acumulando. Ouro significa possibilidade de comprar armamentos. E armamentos significam prestígio mundial [...]. 
Tudo isto transformou o mundo islâmico, e determinou em todos os povos maometanos, da Índia ao Marrocos, um estremecimento [...]. 

O nervo vital do islamismo revive em todos estes povos, fazendo renascer neles o gosto pela vitória.

A Liga Árabe, uma confederação vastíssima de povos muçulmanos, une todo o mundo maometano. É, às avessas, o que foi na Idade Média a Cristandade. A Liga Árabe age como um vasto bloco, perante as nações não árabes, e fomenta por todo o norte da África a insurreição [...]. 
Será preciso ter muito talento, muita perspicácia, informações excepcionalmente boas, para perceber o que significa este perigo?” 

4 comentários:

NEREU AUGUSTO TADEU DE GANTER PEPLOW disse...

Não há a menor dúvida de que os muçulmanos são um dos castigos prometidos por Deus e N. Sra. em suas aparições. Só nos resta rezar, perseverar, suportar e superar o castigo (entre outros) e aguardar o triunfo do Imaculado Coração....

Mauro Penha disse...

Os islamitas avançando na Europa e fazem uma verdadeira carnificina no oriente, enquanto dança-se um tango no Vaticano. Fico sem palavras! Apenas digo que a situação que assistimos é verdadeiramente APOCALÍPTICA!

Douglas Bonafe disse...

Caro Sr. Paulo Roberto, +Pax.
Sou católico apostólico romano e particularmente concordo com Bento XVI a respeito da evidente imoralidade intrínseca no islamismo. Há uma perversão e uma tendência à violência injustificada intrínseca na lei de Maomé. O Corão, no par. 33, por exemplo, mas em tantos outros, evidencia a clara asneira dita pelo Santo Padre dia desses ao dizer a frase "o Alcorão é um livro de paz". Nem o Corão é um livro de paz, nem tampouco a práxis islâmica é pacífica. O Santo Padre Bento XVI, hoje emérito, em seu pontificado foi bem claro ao evidenciar a imoralidade da religião islâmica que prega a "fé através da espada". Hoje, podemos bem dizer, que antes fosse só pela espada! Mas é com bombas.
Compreendo, com muito esforço, confesso, o que o Vigário de Cristo, Papa Francisco, quis dizer com suas vergonhosas palavras simplórias: quis ele referir-se aos seguidores do Corão, à muitos homens e mulheres que vêem no Corão um livro de paz, pois ainda seguem suas consciências. De fato, é uma atitude verdadeiramente cristã não se desesperar. Cristo veio para todos e deixou a todos livre. Aquele que for Batizado e comer de seu Santo Corpo como aquele que ouvir sua palavra e a colocar em prática, a este Deus dará a salvação. Nossa missão é de fato ir e evangelizar todos os povos, inclusive aqueles que hoje professam a terrível fé de Maomé. E o sangue dos Santos Mártires será nossa maior pregação.
Como há hereges no catolicismo, existem aqueles que embora se identifiquem como muçulmanos não vivem a lei islâmica. A estes, com a graça de Deus, poderemos levar o Deus verdadeiro, o Deus de amor e de paz.
Creio ter sido isso que o Santo Padre quis dizer. Não foi isso que ele disse. A oratória e a retórica do Romano Pontífice são detestáveis. Mas confiemos no Espírito Santo de Deus que guia a Igreja, que guia o Santo Padre. Afinal, como diz Bento XVI, iria Cristo abandonar sua esposa? Iria o Espírito dormir? Aquele que outrora disse que estará com sua Igreja até o fim dos tempos, iria abandoná-la no tempo presente ou poderia tê-la abandonado n'algum?
A lei de Maomé é de fato terrível, sanguinária, herética, imoral e hipócrita. A práxis de seus seguidores exigem daqueles a quem agridem que exerçam o direito da legítima defesa. O pacifismo reina o mundo cristão e isso se vê no discurso do Santo Padre. Não vejo misericórdia nestas atitudes. Nós do ocidente estamos entregando nossos irmãos orientais a escolha do martírio ou da apostasia. E não há o que possa fazer o Romano Pontífice. Se ele convocasse uma cruzada, o que seria o ideal a se fazer, quem iria? Quem deixaria esposa e filho? Quais jovens deixariam seus sonhos? Mal temos coragem de abrir mão de nossas vidas por algumas horas para assistirmos à Santa Missa, mal temos feitos nossas orações... quantos estariam dispostos a bater menos no peito um catolicismo vazio, ou um catolicismo que se preocupa mais em cobrir a mulher até os pés para ir morrer pelos irmãos no Oriente?
Quem está disposto a dar a vida?
O Ocidente abriu as portas para os islâmicos. No Brasil inclusive rola um projeto na Câmara para voltar a ter ensino religioso nas escolas, mas ensinando islamismo. Projeto do dep. Jean Willys que seria um dos primeiros a serem decepados num Estado Islâmico.
Quanto ao atentado ao Charlie propriamente, não condeno os islâmicos. O atentado em si pode ter tido caráter de legítima defesa. Pode ter perdido esse caráter depois. Veremos mais assim que divulgadas novas informações. Mas matar os colaboradores daquele jornal bosta foi legítima defesa. Inclusive porque já tinham avisado que fariam isso. Aquele jornal devia ser fechado. A França, ao ficar do lado do Charlie, justifica um atentado à França.
É uma ofensa a existência daquele jornal e ninguém tem o direito de fazerem o que eles fazem. Liberdade, inclusive de expressão, tem sim limites. Católicos não podem tolerar um jornal daqueles sob o dogma herético do liberalismo moral.
Neste ponto, o Santo Padre foi corretíssimo ao condenar o jornal.

Edmilson A. Pestana disse...

Envio-lhes um trecho de São Thomas de Aquino sobre Maome:

"Os fundadores de seitas procederam de maneira inversa a Cristo. Tal é o caso evidente de MAOMÉ, que seduziu os povos com promessas de prazeres carnais, em cuja base está a concupiscência da carne. Soltando as rédeas à voluptuosidade, Maomé promulgou mandamentos conforme as suas promessas, mandamentos aos quais os homens carnais podem obedecer com facilidade. No que concerne às verdades, Maomé só revelou verdades fáceis de compreender para qualquer espírito medianamente aberto.”

"Em compensação, entremeou as verdades do seu ensinamento com muitas fábulas e doutrinas falsas. Não trouxe quaisquer provas sobrenaturais, as únicas que constituem um testemunho adequado em favor da inspiração divina, quando uma obra visível, a qual só pode ser obra de Deus, demonstra que o doutor de verdade é invisivelmente inspirado por Deus. Ao contrário, Maomé alegava que tinha sido enviado para usar a força das armas, provas que costumam aduzir os ladrões, assaltantes e tiranos.”

"De resto, os que desde o começo creram nele não foram pessoas instruídas nas ciências humanas e divinas, mas homens selvagens, habitantes dos desertos, completamente ignorantes de qualquer ciência de Deus, sendo que um grande número deles o ajudou, pela violência das armas, a impor a sua lei aos outros povos. Além disso, não há nenhuma profecia divina que dê testemunho em favor de Maomé. Ao contrário, Maomé deforma os ensinamentos do Antigo e do Novo Testamento mediante histórias legendárias, como se torna evidente a todo aquele que estudar a sua lei.”

"Ademais, usando de uma medida cheia de astúcia, proíbe aos seus discípulos a leitura dos livros do Antigo e do Novo Testamento, que poderiam convencê-los de laborarem em erro. É, por conseguinte, evidente que os que dão crédito às palavras de Maomé o fazem com LEVIANDADE."

(São Tomás de Aquino. Suma contra los Gentiles. Livro I, Capítulo VI, Club de Lectores, Buenos Aies, 1951, 321. p.76 e ss.)