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19 de julho de 2026

No turbilhão invasivo da Inteligência Artificial, como reagir e separar o ‘joio’ do ‘trigo’?


Fonte: Editorial da Revista Catolicismo, Nº 906, julho/2026 * 

“Tenho medo do dia em que a tecnologia vier a sobrepor-se à interação humana. O mundo terá uma geração de idiotas.” A frase é atribuída a Albert Einstein, mas não encontramos comprovação histórica. Entretanto, o que importa é esta verídica advertência.

O referido dia parece ter chegado com o domínio onímodo e onipresente da Inteligência Artificial (IA). Especialistas dizem que ela está suplantando a inteligência humana, “pensando por você”, “decidindo por você”. 

Ou seja, embora o próprio do ser humano é ser racional, os humanos estão deixando de pensar. Os algoritmos de IA estão amortecendo o raciocínio e a criatividade, eliminando os aspectos mais inerentes (e mais deleitáveis) à vida humana: pensar, analisar, decidir. 

Por isso, idiotices, mediocridades, imoralidades, fakes, deepfakes estão dominando o mundo. 

Muitas pesquisas científicas vêm comprovando que praticamente todos estão ficando dependentes da internet, todos tendem a ficar com o pensamento atrofiado e homogêneo. Isto porque recebem overdoses de informações propagadas por bots e robôs de IA. O pior é que todos ficam sem meios para separar o joio do trigo — muitas vezes, permanecendo apenas com o ‘joio’ (inverdades, ocultismo, pornografia). Com a IA, o ‘joio’ é transmitido em toneladas, enquanto o ‘trigo’ em apenas alguns gramas... 

Assim sendo, uma pergunta se impõe: quais são os seres que estão dirigindo tais robôs de IA? Seres invisíveis? Seres transnacionais ou preternaturais? 

O que é certo é que aqueles que controlam os robôs de IA detêm poderes titânicos, sem precedentes na História. Eles podem controlar quase tudo o tempo todo; podem remodelar as mentes, vigiar e escravizar os utilizadores de IA, torná-los autômatos, a fim de fazerem não o que desejam, mas o que ordena aqueles que concentram em suas mãos todo o poder tecnológico. 

Com o objetivo de ajudar nossos leitores a separar melhor o ‘joio’ do ‘trigo’, publicamos a presente matéria de capa sobre a avassaladora IA, que está penetrando em todos os ambientes, fazendo vítimas entre jovens, adultos, idosos e até entre crianças que desde cedo perdem a inocência. 

Neste tsunami da nova era digital, peçamos a Nossa Senhora, invocada como Sedes Sapientiae (Sede da Sabedoria), que não nos deixe naufragar no mar de lixo eletrônico, e nos conceda a graça e a inteligência para seguirmos bem o Farol e assim chegarmos ao Bom Porto, que é seu Divino Filho.
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*Para fazer uma assinatura da revista Catolicismo envie um e-mail para: catolicismo@terra.com.br 

16 de janeiro de 2014

O lobby homossexual é um fenômeno da mídia



Fonte: Kultur und Medien – online
http://kultur-und-medien-online.blogspot.com.br/


As últimas estatísticas comprovam: grande parte da mídia concede importância exagerada a reivindicações absurdas de deputados e senadores pertencentes ao lobby homossexual. São razões ideológicas que levam a mídia a insuflar a importância de um grupo fortemente minoritário como o dos homossexuais. 

A realidade na Alemanha é inteiramente outra. 
Existem na realidade 73 mil uniões homossexuais. O que significa uma porcentagem ridícula de 0,2 %, se compararmos com os 41 milhões de uniões heterossexuais. Entretanto a mídia noticia as reivindicações homossexuais como se eles constituíssem a grande maioria. Entre as 73 mil uniões homossexuais, 6 mil (9 % das 73 mil) adotaram crianças. Apesar disso a mídia dá a entender que o número de adoções é de milhões. 
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Nota: 
O Blog da Família está certo de que, no Brasil, dá-se o mesmo fenômeno de torção mediática da realidade. É sumamente lamentável essas cifras de uniões homossexuais e de adoções de crianças por parte dessas duplas, mas o que aqui estamos queremos ressaltar é o quanto a mídia procura exagerar para favorecer a agenda do movimento homossexual. 

Apenas para dar um exemplo desse tipo de ação da mídia, leia abaixo esta breve e recente notícia (“Folha de S. Paulo”, 29-12-2013), e compare o título (EXAGERADO) com o conteúdo da notícia (A REALIDADE).

Quem só lê o título, imagina que milhares de pessoas praticaram o “topless”, vai-se ver a realidade: apenas 6 (sim, somente seis) mulheres o fizeram... 


Sol volta a aparecer no Espírito Santo e praia tem ‘toplessaço’ 

SÃO PAULO — Depois dos seguidos dias de chuva que deixaram 24 mortos e 60.037 desaloja-dos, o ES voltou a ver sol ontem. Na presença do astro, um grupo de mulheres promoveu um “toplessaço” na praia da Ilha do Boi, em Vitória. Elas protestavam contra a proibição da prática do topless. Organizado pelo Facebook, o evento teve mais de mil confirmações — seis mulheres tiraram os sutiãs. Ato semelhante no Rio reuniu apenas cinco ativistas e uma multidão de curiosos.

31 de março de 2008

Ato público contra o aborto lotou a Praça da Sé

Ato público contra o aborto lotou a Praça da Sé

Ontem, numa bela manhã iluminada por um sol de outono, estive na Praça da Sé, na capital paulista, a fim de participar de uma manifestação contra o aborto. Ela foi organizada pelo "Comitê Estadual do Movimento Nacional em Defesa da Vida – Brasil sem Aborto" e por várias outras entidades anti-abortistas.

Ao chegar àquela enorme área, deparei-me com um mar... de gente. A Praça da Sé já estava lotada. Mas, à maneira de novas ondas, continuava a afluir gente de todos os lados. Uma hora depois, aquele enorme espaço superlotou-se.

Fiquei surpreso com quantidade de jovens entre os manifestantes. Todos bradando com entusiasmo slogans contra a legalização do aborto no Brasil. Vários deles sustentavam faixas com dizeres contundentes como, por exemplo, esses dois que anotei:

“Mãe, estou dentro de seu ventre para que me defendas,
e não para que me mates”.

“Não queremos que a bandeira brasileira seja manchada
com o sangue do aborto”

Com efeito, tramita no Congresso Nacional o PL 1135/91 que legaliza o aborto no Brasil, em qualquer caso e até o 9º mês de gravidez (desde a concepção até o momento do parto...). Será, portanto, a legalização do crime!

Alerta!
Devemos redobrar nossa atenção, pois possivelmente nos próximos meses será votado o nefando projeto que viola a Lei de Deus — que manda "NÃO MATAR" — e também oposto à esmagadora maioria do povo brasileiro que é contra o aborto. Recente pesquisa do “Datafolha” confirma isso: 87% dos entrevistados se posicionaram contra a ampliação da Lei do Aborto. Mas não podemos ser otimistas e imaginar que, uma vez que estamos num País democrático, os congressistas votarão de acordo com essa imensa maioria. Quantos e quantos projetos foram aprovados — na calada da noite — à revelia da maioria da população!

“Patrulhamento ideológico” da esquerda
Esperamos que os parlamentares — já que se dizem “democráticos" — entendam bem o que representou esse gigantesco NÃO ao aborto, bradado na Praça da Sé naquele memorável dia 29 de março. Que eles não sejam cegos a essa realidade, como cegos revelaram ser os órgãos da mídia ao se negarem "ver" essa grande manifestação de milhares de brasileiros. Sabotagem simplesmente escandalosa!

Parece que a grande mídia só tem olhos para ver pífias e diminutas passeatas de abortistas. Estes, sim, têm voz e vez e muito espaço nela. Por quê? Certamente porque tais órgãos midiatícos são insensíveis ao “grito silencioso” dos nascituros que são trucidados todos os dias pelas práticas abortistas — crimes verdadeiramente hediondos!
Pretende a mídia esquerdista abafar, no mesmo silêncio dos bebês abortados, a voz daqueles que bradaram na Praça da Sé em defesa da vida humana desde sua concepção?

Nova e tirânica inquisição
Uma tremenda contradição: o Estado brasileiro, que é contrário à pena de morte (até de assassinos que cometeram os crimes mais hediondos), pretende, com o referido Projeto de Lei, aplicar a pena de morte aos inocentes que se encontram no ventre materno. Precisamente a matança daqueles seres indefesos, que mais necessitam da proteção do Estado. Haja hipocrisia!
Embrioões humanos
Tanto pelas faixas levantadas, como por pronunciamentos de oradores, houve também, na Praça da Sé, protestos contra as pesquisas com células-tronco embrionárias, uma vez que a vida se inicia na concepção (vide o “post” abaixo, intitulado “Não é lícito eliminar uma vida ainda que seja para salvar outra”). Se aprovadas tais pesquisas, abrir-se-ao de par em par as portas para a ampliação da lei do aborto — lei assassina (aliás, conforme o slogan de uma outra faixa).

Seguem algumas das fotos que tirei dessa grande manifestação, a qual, se Deus quiser — e Ele quer... —, há de repetir-se em outras cidades.
No palanque, junto à escadaria da Catedral da Sé, os organizadores e/ou oradores do memorável evento



Dra. Maria Odete Duque Bertasi, Presidente do IASP –
Instituto dos Advogados do Estado de São Paulo
Dr. Cícero Harada,presidente da Comissão da Defesa da República e Democracia,da Ordem dos Advogados do Brasil-SP
Dra. Alice Teixeira, professora associada de Biofísica da UniFESP/EPM na área de Biologia celular

4 de fevereiro de 2008

Confissão insuspeita: os abortistas estão perdendo a luta


Se o artigo “A guerra temática do aborto”, que transcrevo abaixo e cuja tradução ofereço em primeira mão, fosse escrito por anti-abortistas, alguém poderia objetar que estamos forçando a nota — que estamos puxando a brasa para o lado de nossa sardinha, ou que estamos tirando a brasa do outro lado...

Não. Tal objeção não tem fundamento. O artigo foi escrito por duas mulheres abortistas, e das mais fanáticas. A primeira, Frances Kissling, é fundadora e primeira presidente da ONG “Católicas” pelo Direito de Decidir. (gostaria de colocar pelo menos mil aspas no adjetivo “católicas”, pois elas usam e abusam desse adjetivo para melhor enganar os católicos ingênuos. As tais “Católicas pelo Direito de Decidir" combatem o que ensina a moral católica. São lobas transvestidas de ovelhas...). A segunda, Kate Michelman, foi presidente da NARAL Pro-Choice América, uma das mais importantes organizações pró-aborto dos Estados Unidos, que foi fundada para combater todas as leis que proíbam o aborto, por isso escolheram o nome NARAL (National Association for the Repeat of Abortion Laws).

Como veremos no artigo abaixo, a confissão da derrota — de que os abortistas estão perdendo a batalha para os anti-abortistas — é inteiramente insuspeita.

Fiz uma pormenorizada pesquisa e constatei que tal artigo não foi publicado no Brasil e nem teve repercussão na mídia, pelo menos até hoje, 2 de fevereiro, e até onde pude pesquisar. Infelizmente, nossa grande imprensa, como já tenho repetido, praticamente só publica artigos que favoreçam a abominável prática do aborto. Por isso, faço questão de publicar esta matéria em nosso Blog da Família, pedindo a todos que a repassem aos amigos. Vamos fazer uma larga divulgação dela para contrapor ao “patrulhamento ideológico” de nossa imprensa tupiniquim. Parece que a chamada “imprensa livre”, não é tão livre assim... Se não, por que ela censura certas notícias, deixando-nos sem informações tão importantes, como esta da reação contra o aborto crescendo nos Estados Unidos e em muitas outras nações?

Assim, vamos “furar” tal censura! Lembremo-nos de que, em nosso País, um jornal poderá atingir milhares de pessoas, mas podemos via Internet atingir milhões!
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Terça-feira, 22 de janeiro de 2008

A guerra temática do aborto

Frances Kissling e Kate Michelman

Há trinta e cinco anos a Corte Suprema decidiu — no caso Roe vs. Wade — que as mulheres tinham o direito de abortar sem a interferência governamental. Agora, no aniversário daquele acontecimento, os Estados Unidos possuem uma das políticas mais restritivas a propósito do aborto entre os países desenvolvidos.
Desde o caso Roe, a opinião pública norte-americana permaneceu relativamente estável e favorável ao aborto legal. As primeiras investidas para reverter o caso Roe sofreram amargas derrotas. Face a isso, o movimento contrário ao aborto mudou de tática. Não queriam proibir o aborto mas sim restringi-lo. Desviaram a atenção pública de amplo apoio ao aborto para uma forte restrição ao mesmo. Vinte anos atrás ser pró-vida era mal-visto. Atualmente é uma posição respeitável.
Como isso sucedeu? Nos anos 70 os argumentos eram simples e polarizados: O aborto era visto como um assassinato ou como o direito de uma mulher controlar seu corpo. O feto, no entanto, permanecia quase que invisível.
O movimento pela livre-escolha permanecia na ofensiva, que taticamente mudou em 1989 do corpo da mulher para o tema de “quem decide” proposto pela NARAL Pró-livre escolha da América. Isso foi rapidamente suplantado pela questão apresentada pelos anti-abortistas para que se olhasse sobre o que se decidia e não sobre quem estava decidindo.
A ciência facilitou a mudança do pêndulo. Imagens tridimensionais obtidas por ultras-som dos bebês no útero passaram a decorar os refrigeradores das famílias. Fetos passaram a ser operados. Bebês prematuros sobreviveram e tornaram-se mais saudáveis. Nossa atenção voltou-se para eles e nosso dever para com eles não podia ser descartado.
Essas tendências deram vantagens aos anti-abortistas, os quais souberam aproveitar ao máximo disso. Agora raramente se ouve falar, da parte deles, em assassinar bebês. Ao invés disso eles apresentam um desafio filosófico e político. As sociedades se preocupam, dizem eles, em expandir a inclusão na “comunidade humana”. Os que eram excluídos, tais como mulheres e minorias, atualmente são iguais. Por que não acolher o feto (que, afinal, somos nós) na nossa comunidade?
Os partidários do aborto tem atualmente muita dificuldade em tratar da questão, com a crescente visibilidade do feto. A estratégia preferida ainda é ignorá-lo e tentar reconduzir a temática para as mulheres. Algumas vezes isso nos faz parecer insensíveis, um tanto pragmáticas num mundo em que o desejo de viver mais comunitariamente e “de afirmação pró-vida” é palpável. Para algumas pessoas, os valores dos pró-livre escolha parecem insensíveis, ao desejar salvar baleias e as árvores, respeitar os direitos dos animais e combater a violência em todos os níveis. O Papa João Paulo II percebeu isso, e cunhou o termo “cultura da vida”. O Presidente Bush adotou-o e o slogan, por mais que isso nos custe admiti-lo, influenciou alguns corações e cabeças. Apoiar o aborto tornou-se difícil dentro desse contexto.
Ao mesmo tempo, as mulheres, para levar avante suas decisões, tiveram que enfrentar microscópios cada vez mais poderosos. A visão de mulheres forçadas a tomar decisões em fundos de quintal, como resultado de seus “erros”, foi substituída por questões difíceis, tais como por que as mulheres engravidam, posto que não querem ter bebês.
Nos últimos anos, o movimento anti-abortista obteve sucesso em divulgar diante do público os detalhes desagradáveis dos procedimentos abortistas, aumentando a crença de que o aborto é um assunto sério e que a sociedade deve se empenhar devidamente na questão. Os que são pró-livre escolha não conseguiram convencer nosso país de que apoiamos uma discussão pública a propósito das dimensões morais do aborto. Do mesmo modo, não convencemos as pessoas que somos nós que, na realidade, propiciamos às mulheres condições de evitar os abortos.
Encaremos a realidade: a negação da sexualidade feminina é uma constante histórica. Nossa proclamação de que se pode confiar nas mulheres cai em ouvidos moucos. E quando o movimento pró-escolha parece defender alguma decisão individual de aborto, ao invés do direito de tomar a decisão, isto também soa suspeito.
Se os valores pró-livre escolha podem reconquistar o campo moral, uma discussão genuína sobre tais desafios precisa ser enfrentada dentro do movimento. É inadequado evitar de tratar desse problema. Nossa defesa vigorosa do direito de escolha precisa ser acompanhada por uma maior abertura face ao verdadeiro conflito entre vida e escolha, entre direitos e responsabilidades. É o momento de uma reavaliação séria do que pensar sobre o aborto face a um mundo radicalmente mudado desde 1973.
("Los Angeles Times, 22-01-2008).

30 de janeiro de 2008

Washington: Mais de 200 mil pessoas marcharam contra o aborto

Apresso-me a inserir uma correção à notícia abaixo A Marcha pela Vida — em sua 35ª edição — contra o aborto: a vergonha de nosso século!”. Afirmei que esta Marcha tinha reunido em Washington “180 mil manifestantes contra o aborto”.

Entretanto, oficialmente a polícia da capital americana informa que foram 200 mil manifestantes. Alguns movimentos que participaram desse monumental evento afirmam que foram 250 mil pessoas e hoje, na famosa coluna da Sonia Racy, no Caderno 2 do “O Estado de S. Paulo”, ela escreve que foram 300 mil [transcrevo abaixo tal notícia].

Somando e subtraindo, o que se pode afirmar com toda segurança é que mais de 200 mil pessoas marcharam contra o aborto naquele dia 22 p.p. — o que é um acontecimento extraordinário, mas que a grande mídia tupiniquim não deu o devido destaque.

Antes tarde que nunca: Hoje, 29-1-2008, apesar de sinteticamente, “O Estado de S. Paulo” publica o seguinte: Caderno 2, O Estado de S. Paulo, 29.jan.2008
Direto da fonte
· Sonia Racy
Praça cheia
Nunca antes a TFP havia conseguido reunir 300 mil pessoas numa passeata. Desta vez, parece que chegou lá... em Washington.

Foi essa a multidão que a TFP americana diz ter ido à sua caminhada contra o aborto, semana passada. Da qual acaba de voltar o príncipe dom Bertrand de Orleans e Bragança.

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Aproveito para postar mais algumas fotos — que nossa grande mídia não viu... — dessa March for Life que recebi ontem por e-mail. [para ampliar basta clicar na foto]


24 de janeiro de 2008

A Marcha pela Vida — em sua 35ª edição — contra o aborto: a vergonha de nosso século!

Com a aprovação do aborto nos Estados Unidos, em 22 de janeiro de 1973 — data hoje conhecida como “o dia da vergonha” —, o país ficou dividido. Ocorreu um verdadeiro “racha” entre aqueles que são favoráveis à “pena de morte” (leia-se aborto, ou matança dos inocentes ainda no ventre materno) versus aqueles que defendem a vida e estão indignados com o massacre de mais de 1.000.000 (isto mesmo: mais de 1 milhão!) de bebês assassinados, ANUALMENTE nos Estados Unidos, antes mesmo de verem a luz do dia. O maior holocausto da História! Holocausto ainda mais macabro, pois cometido contra inocentes indefesos.

Estes anti-abortistas reúnem-se todos os anos em Washington, numa monumental manifestação denominada March for Life para protestar contra a aprovação do aborto.

Anteontem, 22 de janeiro, a Marcha pela Vida reuniu na capital americana 180.000 manifestantes contra o aborto. Eram eles provenientes de centenas de movimentos anti-abortistas dos quatro cantos daquele imenso país. Apesar da baixíssima temperatura (2 graus centígrados abaixo de zero...), eles não desanimaram e enfrentaram as ruas desde a Casa Branca até a Suprema Corte, pois nessa instituição americana deu-se a aprovação do aborto com a tristemente célebre decisão Roe X Wade — a decisão vergonhosa!

Do Brasil, contamos com valorosos representantes da causa pela vida contra o infanticídio. Eram eles do movimento “Aliança Vida e Família”, que foram aos Estados Unidos especialmente para participar da Marcha e bradar contra a matança de inocentes, contra esse genocídio indiscriminado de crianças indefesas.

Desde a primeira Marcha pela Vida, em 1974, a Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade tem ocupado lugar de destaque nesse grandioso evento. Membros da TFP americana, com dezenas de estandartes, portando capas vermelhas com um leão dourado e uma esplêndida fanfarra, dão um brilho todo especial à Marcha — como os leitores poderão notar pelas fotos que me foram enviadas por um Amigo brasileiro que lá esteve.
Uma consideração final: Tanto sobre esta monumental Marcha com 180 MIL pessoas, quanto a passeata ocorrida em Paris também contra o aborto (vide abaixo notícia que postei anteriormente a esta de Washington), a grande mídia tupiniquim silenciou o máximo que pode. Se fosse uma “marchinha” composta de uma dúzia de gatos pingados manifestando a favor do aborto, a nossa mídia daria o máximo de destaque, exageraria o número com manchetes em primeira página mais ou menos como esta: “Uma multidão toma as ruas exigindo o aborto total e irrestrito”.

Ou a nossa grande imprensa padece de uma estranha doença nos olhos (“vista curta”?); ou algum distúrbio visual (“miopia ideológica”?); ou usa uns óculos que só lhe permite ver coisinhas pequenas (“estreiteza de visão”?). Ou, pior ainda: a grande imprensa é fanaticamente favorável à matança de inocentes!

Dileto Amigo, não lhe parece muito estranho tal conduta intolerante de nossa mídia? Se V. pensa assim, escreva ao seu jornal e registre também seu protesto.