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4 de março de 2023

STALIN REVIVE EM PUTIN

Vladimir Putin prestando homenagem a Josef Stalin e a Vladimir Lenin


✅  Paulo Roberto Campos

Amanhã, domingo, 5 de março, é uma data horrorosa que cumpre relembrar, para jamais nos esquecermos do horror que foi a opressão perpetrada pelo regime comunista na URSS: completam-se 70 anos da morte de um homem que representou a verdadeira cara do comunismo: Josef Stalin — ditador da União Soviética de meados da década de 1920 até sua morte em 5 de março de 1953. 

É claro que o comunismo não morreu com a morte do tirano. Hoje o sórdido Stalin revive no sinistro Putin. É claro também que com outra máscara para conseguir — e conseguiu — enganar muitos incautos no mundo ocidental. A máscara de Putin foi desfeita com a sua criminosa, cruel e covarde invasão da Ucrânia. Muitos dos incautos caíram na realidade, abriram os olhos, perceberam que foram enganados e que Putin deseja realmente ser o herdeiro de Stalin, mas parece que outros tantos deles continuam gostando de ser enganados. 

Corre na Rússia uma anedota que bem revela o caráter stalinista do atual autocrata russo: Num sonho, Putin vê Stalin. Aproveita a ocasião para pedir um conselho de como governar a Rússia. Stalin então aconselha “Fuzile todos os democratas e pinte o Kremlin de azul”. Putin pergunta: “Por que azul?”. — “kkkkkkk, eu sabia que você não ia me perguntar sobre a primeira parte...”

Vítima do Holodomor numa rua da cidade de Carcóvia (no leste da Ucrânia). 

Foto feita, em 1932, por Alexander Wienerberger.

Segundo a historiadora Julia Strauss, calcula-se que o comunismo na URSS matou mais ou menos 20 milhões de pessoas. Só o regime stalinista é responsável pelo maior e mais brutal genocídio da História, com mais de 10 milhões de mortos! Apenas na Ucrânia Soviética — devido à coletivização forçada da produção agrícola — Stalin é culpado pelo morticínio de aproximadamente 8 milhões de pessoas entre 1932 e 1933. Tal morticínio é conhecido como “Holodomor” (matar pela fome), mas deve ser chamado de genocídio do povo ucraniano. Quem hoje está pretendendo um novo genocídio daquele heroico povo?


Nos dois mencionados anos, a fome era tanta, que se comiam os cachorros, como hoje na Venezuela, e houve até casos de canibalismo. Morrer de fome numa nação conhecida como “celeiro da Europa”, só mesmo o comunismo pode conseguir — como vem conseguindo agora no “celeiro do petróleo”, que é a Venezuela, e ameaça fazer no “celeiro do mundo”, que é o nosso querido Brasil. Segundo Stalin, “A revolução vitoriosa num país tem por tarefa desenvolver e sustentar a revolução nos outros países”... 

No final deste artigo, transcrevo trecho de um impressionante comentário de Plinio Corrêa de Oliveira, em sua palestra de 13 de janeiro de 1975, sobre a morte do infame Stalin. Ele se baseia num relato da filha mais nova do tirano, Svetlana Alliluyeva [foto], que em 1967 conseguiu fugir da Rússia e chegar aos Estados Unidos. Livre da opressão comunista, ela escreveu sua autobiografia Twenty Letters to a Friend (Vinte cartas a um amigo), da qual reproduzo algumas linhas: 
“A respiração [de Stalin] fazia-se cada vez mais ofegante. Nas últimas doze horas, tornou-se claro que a fome de oxigênio crescia. A face escurecia e se alterava. Gradualmente, seus traços tomavam- se irreconhecíveis, os lábios negros. Na última hora, ou nas últimas duas, ele simplesmente foi se sufocando. A agonia foi espantosa. Um homem era estrangulado sob os olhares de todos. Já no último minuto, de repente, ele abriu os olhos e os voltou para todos aqueles que estavam em torno. Foi um olhar terrível, talvez louco, talvez furibundo e cheio de terror em face da morte e diante dos rostos desconhecidos dos médicos que se inclinavam sobre ele; e seu olhar passeou sobre todos durante uma certa fração de minuto; e, a essa altura — foi uma coisa incompreensível e horrível, que ainda hoje não entendo, mas não posso esquecer —, ele ergueu improvisadamente para o alto o braço esquerdo e com ele apontou para o alto ou talvez nos ameaçou a todos”.


Após a descrição da morte do tirano, o Prof. Plinio faz o seu comentário. Contudo, como ele não o reviu com a intenção de publicá-lo, adaptamos aqui suas palavras à linguagem escrita

“Imaginemos as vastidões do Kremlin. Misteriosa fortaleza-palácio, inteiramente murada, em Moscou. Dentro dela, mais um drama se desenrola: a morte do ditador Stalin. Um homem devasso, que está expirando. 

“A inevitável doença, ou envenenamento, que atinge determinado paroxismo e que produz o estraçalhamento, a dilaceração: a alma está se separando do corpo. Stalin encontra-se impotente, mas seu organismo poderoso luta contra a morte. 

“Mas, apesar dessa reação — uma espécie de fúria selvagem e de poder biológico e psicológico —, a morte vai prostrando o ditador. Ele vai sendo estraçalhado e reagindo com uma impetuosidade, uma força de resistência maior à medida que vai notando que os golpes da morte vão se abatendo sobre ele. 

“Constata-se, porém, que Stalin morre longe da graça de Deus. Nada há que externe a ideia de religião. A vida dele foi de um ateu e de um propugnador do ateísmo. De um homem que, ainda que se às ocultas acreditasse em Deus, de tal maneira ofendeu o Criador, que é de se presumir que tenha caído no pecado de desespero, ou no pecado da negação da existência de Deus. 

“Portanto, morrendo com ódio, desesperado. Sua reação é vã, o ar vai faltando, sua natureza está minada por todos os lados. Em certo momento, o ditador percebe a situação em que se encontra. Ele, que não tinha feito outra coisa na vida a não ser governar pelo terror, impulsionado pela força do ódio, abre os olhos e — talvez sem dar-se bem conta do que estava acontecendo, considerando-se envenenado ou vítima de uma conspiração — fita todos os presentes no local com um olhar terrível; e, sentindo confusamente que estava sendo derrotado, procura ainda reagir. 

“A seguir, levanta o braço num gesto de ameaça — a única coisa que ele sabia fazer. Pouco depois, Deus chama sua alma para julgamento. O braço cai, ele não é senão um cadáver. 

“O homem que passou a vida inteira odiando, e que havia governado com brutalidade, verga, quebra, rui. Sobrevém a placidez do cadáver. 

“Para uma pessoa que sabe interpretar essas cenas com os olhos da fé, uma só coisa constata como epílogo: a vitória de Deus!”.

1 de março de 2021

Feminismo radical e verdadeiro feminismo católico

O horrível cartaz do movimento "Maria 2.0", de mulheres "católicas" alemãs, que pede igualdade na Igreja. Ilustração Lisa Kõtter.

✅  Plinio Maria Solimeo 


Nessa revolução igualitária que avassala o mundo, não é de espantar que tenham surgido movimentos feministas dos mais radicais. Muito deles são de índole anarquista, invadem e profanam igrejas, atacam manifestações contra aborto etc. 

Há os de índole mais pacífica, que visam acabar de modo legal a diferença entre homens e mulheres na sociedade. Entre esses, há os que se dizem “católicos”, e para obter seus fins, querem uma reforma total na Igreja, inclusive na Sagrada Escritura para que seja reescrita, para dela tirar o caráter “machista”, atribuindo a Deus um gênero neutro. 

Entretanto, a maioria desses movimentos se baseiam na doutrina marxista da “luta de classes”, trocando-a pela de gênero, e defendem postulados abortistas, contra a vida, contra a família e defendendo a ideologia de gênero. 

Recentemente um grupo de feministas alemãs que se dizem católicas, nas vésperas da assembleia plenária da Conferência Episcopal alemã que começou no dia 23 de fevereiro, fixaram nas portas de inúmeras catedrais e igrejas do país um cartaz com “7 Teses por uma Igreja viva”

Afirmam elas que, “com a afixação destas teses em toda a Alemanha, queremos chamar a atenção para situações insuportáveis no seio da Igreja Católica, e reforçar as nossas exigências de reformas para uma Igreja de futuro, irmã e plural”

É sintomático que mulheres que se dizem católicas, para manifestar seu desagrado com a Igreja, se inspiram no heresiarca Martinho Lutero, que em 1517 teria afixado suas 95 teses na porta da igreja do Castelo de Wittenberg, o que foi considerado o início de seu rompimento com a verdadeira Igreja.

O que pedem concretamente essas feministas? Nada de novo na lógica feminista: Uma atitude de valorização em relação à sexualidade autodeterminada — quer dizer, não a do sexo biológico, mas a que a pessoa afirma ter —, com a introdução da teoria de gênero em “uma Igreja com justiça de gênero, na qual todas as pessoas tenham acesso a todos os cargos” — quer dizer, com o sacerdócio feminino, “bispas”, “sacerdotisas” etc. — e pedem também, pasmem, o fim do celibato eclesiástico para os sacerdotes! 

Por que essas feministas se importam em que um homem se entregue, livre e voluntariamente, ao serviço de Deus pelo celibato? Porque esse também é um dos pontos da agenda revolucionária que defendem. Mais ainda: Elas exigem que o episcopado alemão comece faça reformas nas normas da Igreja Católica. Ora, o episcopado alemão já é a ponta de lança da revolução na Igreja. Mas elas acham que os bispos estão caminhando lento demais! 

É natural que haja reações da parte sã da população, sobretudo da católica. Foi o que sucedeu, por exemplo, na França, onde um grupo de mulheres publicou um manifesto “Sobre a vocação do feminino”, no qual contesta muitas das teses feministas mais radicais. Esse manifesto já recebeu a adesão de mais de 500 mulheres entre donas de casa, engenheiras, professoras, estudantes etc. 

No subtítulo do manifesto, está: “Por ocasião da publicação do ‘Motu Proprio Spiritus Domini’, nós, mulheres católicas, desejamos que a beleza da nossa vocação específica seja reconhecida e amada”. Ora, esse motu proprio do Papa Francisco é exatamente visto por muitos como um perigoso caminho que pode chegar até a ordenação sacerdotal de mulheres. 

Entretanto, dizem as signatárias do documento: “A questão da presença da mulher no santuário, e a obstinação de alguns pelo casamento dos padres ou pelo sacerdócio da mulher são, para nós, os sintomas de uma grave crise litúrgica enraizada numa crise antropológica ainda mais profunda na complementaridade do homem e mulher. Todo católico, seja qual for seu estado de vida ou sua orientação litúrgica, deveria se preocupar com essa atitude, que gera profundo mal-estar. É no momento em que percebemos o perigo do clericalismo que, paradoxalmente, esquecemos que as mulheres são divinamente excluídas da hierarquia eclesial para o bem de toda a Igreja. Nunca, até hoje, a vocação feminina foi representada em tamanha caricatura, tão empobrecida”


Para mostrar que, em toda época, houve mulheres de relevo que tiveram um papel histórico em seu tempo, citam Judite e Ester, que foram decisivas para libertar seu povo. Mas sobretudo recordam o mistério da Encarnação, no qual “Deus nos dá seu próprio Filho através da Virgem Maria” e, nela “o Amor de Deus encontra sua morada irrevogável”. 

“Mulheres católicas”, continuam, “conscientes de nosso privilégio mariano, optamos por colocar nossas energias e talentos a serviço da efetiva complementaridade entre homem e mulher. Consideramos que a nossa vocação específica não é espelho da do homem, e que não precisa ser enobrecida pelo serviço do altar. Do mesmo modo que o homem contrai uma dívida vis-à-vis da maternidade espiritual, exprimimos nossa gratidão para com o serviço masculino no altar”.

Por isso, “homem ou mulher, temos uma dívida com este sim feminino. Como resultado desta resposta, as mulheres no cristianismo têm sua própria liberdade de expressão e de ação. É justo recordar algumas figuras ilustres como Santa Catarina de Siena ou Santa Joana d’Arc, mas também reconhecer as discretas intervenções das mulheres inclusive em nossa vida pessoal”

As signatárias acrescentam que, “A tradição de deixar as mulheres longe do altar é muito antiga, dir-se-ia original”. Aqui as signatárias remetem para a citação de São Paulo na primeira carta aos coríntios, 14, 34-35, que diz: “Calem-se as mulheres nas assembleias, porque não compete a elas falar, senão viver sujeitas, como diz a Lei. Se quiserem aprender alguma coisa, perguntem em casa a seus maridos, porque não é decoroso para a mulher falar na igreja”

Continuam: Essa tradição: 

“1: está presente tanto no Oriente quanto no Ocidente”. [Aqui remetem para Can. 44 de la collection de Laodicée du IVe

2: “O Cristianismo, que sempre ensinou a igual dignidade do homem e da mulher, mantendo a exclusão das mulheres do sacerdócio ministerial, lembra a cada ser humano, homem ou mulher, que a medida da sua vocação é a união com Deus. Longe de diminuir a mulher, a Igreja, cuja hierarquia é masculina, apresenta-se assim como uma Noiva”.

Além do mais, “a mulher é [sobretudo] educadora. Queremos que nossos filhos encontrem marcos claros sobre suas vocações como homens e mulheres. As meninas não devem ser incentivadas a se envolver em um clima de lutas e demandas. Elas devem ser encorajadas a desenvolver e prestar contas de seus próprios talentos e carismas. Devem receber o fato de ser mulher, pelo que isso significa: uma graça notável!” 

Essas católicas segundo a Igreja, sabem que os pastores hoje em dia têm que ser muito firmes para rejeitar o “politicamente correto”, e pregar a verdadeira doutrina, doa a quem doer. Por isso concluem o documento afirmando: “Estamos conscientes de que nossos pastores, para serem fiéis ao chamado evangélico e à tradição bíblica e eclesial, têm que sofrer pressões e muito que sofrer. Asseguramos-lhes a nossa oração e o nosso afeto fraterno, para que seu celibato oferecido e unido ao Único Sacrifício, seja sempre mais fecundo”.

É salutar encontrar, em meio a esse caos e confusão que imperam na sociedade espiritual e na temporal, valentes vozes que se levantam em defesa da boa doutrina.

26 de abril de 2017

"DIREITOS DOS ANIMAIS?"


Plinio Maria Solimeo

Dados do Censo de 2010 divulgados pelo IBGE confirmam que a taxa de fecundidade no País era naquele ano de 1,9 filhos por mulher. O que já estava abaixo da taxa de reposição da população, que é de 2,1, pois as duas crianças substituem os pais, e a fração de 0,1 é necessária para compensar os indivíduos que morrem antes de atingirem a idade reprodutiva.


Já a projeção do mesmo Instituto para 2016 aponta que essa já baixa taxa de fecundidade caiu no Brasil para 1,69 filhos por mulher. 

Os estudiosos apontam várias causas para isso, como o número de mulheres que trabalham fora, a insegurança, a crise na economia e, sobretudo, os métodos anticoncepcionais modernos mais ao alcance. Só não apontam a causa principal, que é a desastrosa queda da religiosidade da população. O esquecimento de que o principal fim da união matrimonial é, de acordo com a doutrina católica, a perpetuação da espécie, isto é, gerar e educar os filhos. 


Deixando isso de lado, devemos considerar que o ser humano para expandir sua afetividade, e não tendo filhos, quer preencher esse vazio no lar, substituindo-o por um animal doméstico. Daí sua proliferação vertiginosa nos lares modernos. 

Mostra-o, por exemplo, esta manchete da “G1.Globo”: “Brasileiros têm 53 milhões de cães e 22 milhões de gatos, aponta IBGE: 44,3% dos lares têm pelo menos um cão, e 17,7% têm ao menos um gato”. 

A mesma fonte noticia ainda: “O dado mostra que, no Brasil, existem mais cachorros de estimação do que crianças. De acordo com outra pesquisa do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em 2013 havia 44,9 milhões de crianças de até 14 anos”.(1) Quer dizer, o número de cães supera em quase nove milhões o de crianças! 


Não é de admirar que surjam em todo canto lojas de material para cães e gatos [foto ao lado], e que a profissão de veterinário tenha se tornado hoje uma das mais lucrativas. 



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Direitos dos animais? 

Esses animais domésticos são, em geral, tratados com requintes desconhecidos de inúmeras crianças. Hoje em dia, em alguns países já se efetivou ou está para ser efetivada uma lei permitindo que os “pets” sejam enterrados junto a seus donos, ou em cemitérios próprios a eles, com túmulos, monumentos etc. como para seres humanos. E já dispõem de praias especiais, hotéis, e até salões de beleza! [Foto ao lado]

Tornou-se hoje “politicamente correto” falar desses “direitos” dos animais, havendo em quase todo mundo movimentos que defendem não só os “pets”, como também as baleias e praticamente todos os animais, até mesmo os mais repulsivos. 

Em quase sua totalidade, esses movimentos são orientados por uma ideologia esquerdizante, que é a mesma dos que defendem o aborto e outras aberrações do mundo contemporâneo. 

Nesse sentido, o jornalista J. Lozano, do site espanhol Religión en Libertad, publicou um sugestivo artigo intitulado “O animalismo, de origem marxista, outorga ‘direitos aos animais e os nega a certos humanos”,(2) no qual comenta uma entrevista concedida pelo naturalista e conferencista espanhol Alexander Lachhein à "La Contra TV" sobre esta matéria. 


Segundo Lozano, Lachhein explicou em sua entrevista que “a mensagem de que os animais têm direitos, e que devem ser tratados a este respeito como se fossem seres humanos, vai calando na sociedade, fruto de um bombardeio ideológico. Uns por sentimentalismo, pois já não é infrequente que as mascotes estejam começando a substituir os filhos e sejam tratadas como tais, e outros por ideologia. Mas, o objetivo final é ‘socavar os fundamentos desta civilização’ através do marxismo cultural, que se esconde por detrás” (grifo do original). 


Lozano explica que Alex Lachhein se dedica aos animais. “Mas seu amor pelos animais é tão firme quanto sua luta contra a politização desta causa [dos direitos dos animais], e por isso denuncia o que denomina de ‘politicamente correto’, que impede de dizer certas coisas”. Para Lachhein, todo este assunto vem com uma “profunda carga ideológica [...] para conseguir o ecologismo político e o animalismo”. Para ele, por exemplo, as feministas radicais [foto ao lado], representantes deste marxismo cultural, são também parte do movimento “animalista”. 

Alex Lachhein explica que os ideólogos marxistas, ao virem que o comunismo econômico estava fracassando em muitos países, apostaram então em “derrubar os fundamentos” e ir, “a partir de baixo, impondo o marxismo cultural, que é sinônimo do politicamente correto”. E assim surge o ativista ecologista profissional, que organiza manifestações, e que, segundo Lachhein, “é um político que não tem nada a ver com o ecólogo”, que é um personagem que “aplica a ciência e está à margem de todo elemento político”. 

Em sua entrevista, Lachhein explica que alguns defensores desse “animalismo” chegam a defender que “não parece muito sensato [...] permitir que aumente o número de crianças com deficiência”. Segundo essa doutrina, tais crianças “não teriam direitos”. Cita o caso de um vídeo que se tornou viral na Espanha, no qual uma simpatizante do partido animalista PACMA criticava o fato de que ninguém lhe deu os pêsames quando morreu seu “pet”, mas o deram à família de Victor Barrio, toureiro que morreu numa tourada. Pois esses radicais são também contra as touradas por terem pena dos touros... 

Não têm direitos porque não têm obrigações 


Lachhein afirma que “os animais não têm direitos, porque não podem ter obrigações”. Pois, para ele, “os direitos são algo da sociedade humana, e criado pelos humanos. Você não pode dizer a um leão que não pode comer uma zebra, nem que o diga aos leõezinhos”

O naturalista comenta enfim a grande influência que os filmes de Walt Disney tiveram nesse âmbito. Segundo ele, “o mundo de Disney é a humanização total dos animais, e a natureza e as pessoas se formam crendo que é vida real. E quando crescem, pensam que os sentimentos da natureza são assim. E a realidade é que aqui [entre os animais] impera a lei do mais forte, o comer para não ser comido”. “As pessoas têm uma má formação do que é o meio ambiente, e continuam vivendo no universo de Disney”.

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1. http://g1.globo.com/natureza/noticia/2015/06/brasileiros-tem-52-milhoes-de-caes-e-22-milhoes-de-gatos-aponta-ibge.html

26 de junho de 2016

A UNIÃO EUROPEIA ABANDONADA PELA INGLATERRA

Britânicos comemoram a saída da Inglaterra da União Europeia

Paulo Roberto Campos

O tema em epígrafe, tão noticiado no dia de hoje — e tão chorado copiosamente pelas esquerdas do mundo inteiro —, ganha maior dimensão se considerado na perspectiva da análise feita por Plinio Corrêa de Oliveira no artigo A Federação Europeia à luz da doutrina católica, publicado na revista Catolicismo em fevereiro de 1952. Alguns trechos são transcritos abaixo entre aspas. 

Planejava-se, já naqueles idos, a formação de uma Federação Europeia, destinada a ser uma espécie de Estados Unidos da Europa ou algo nos moldes da atual União Europeia (UE). “Um acontecimento imenso” — comentava então o Prof. Plinio —, pois “são nações que desaparecem depois de terem enchido o mundo e a História com a irradiação de sua glória”.


A retirada da Inglaterra da UE mediante o recente plebiscito popular — que contou com 51,9% contra a permanência na UE e 48,1% a favor — pode ter sido o meio escolhido pelo país para ver-se livre das tirânicas imposições da UE, evitando assim perder suas características, suas tão belas tradições e a enorme riqueza que suas artes e seus valores peculiares encerram.

No mencionado artigo, o autor prognosticava que a constituição de um só bloco de nações europeias poderia padecer subjugado por ferrenhas mãos de burocratas que ditariam como cada país deveria ou não proceder. Vejamos.

“Uma Federação que procura passar a esponja sobre tantos séculos de História, evidentemente não pode ser construída só por um grupo de políticos e homens de gabinete, mediante a assinatura de um tratado. […] 

“Assim, pois, resumindo nossa impressão, tudo indica que, exceto uma guerra, nenhum fato natural deterá a constituição da Federação. Tanto mais quanto seus dirigentes já declararam oficialmente que saberão andar passo a passo, montando aos poucos as peças do novo organismo, e começando judiciosamente pelos alicerces”. 

Plinio Corrêa de Oliveira, no mesmo texto, trata do perigo que representaria uma Federação Europeia como um plano marxista para a implantação de uma República Universal, cujo governo visaria eliminar as desigualdades justas e harmônicas dos povos, assim como a beleza que há nas sadias características e costumes próprios da alma e da cultura de cada região. Para se constituir tal República Universal, seus dirigentes teriam também o objetivo de fundir as nações num amálgama amorfo e igualitário e suprimir os governos próprios de cada país, bem como suas fronteiras. Por isso, certamente, a maioria dos britânicos, receando perder algo de sua soberania, já deu “tchau” para a UE. 

“Antes de tudo devemos fazer sentir que a Igreja é contrária ao desaparecimento de tantas nações para constituir um só todo. Cada nação pode e deve manter-se, dentro de uma estrutura supranacional, viva e definida, com seus limites, seu território, seu governo, sua língua, seus costumes, sua lei, sua índole própria. […] 


“A Alemanha é uma nação, a França outra, a Itália outra. Se alguém as quisesse fundir como quem joga num cadinho joias de finíssimo valor, para as transformar num maciço lingote de ouro, inexpressivo, anguloso, vulgar, certamente não agiria segundo as vistas de Deus, que criou uma ordem natural na qual a nação é uma realidade indestrutível.

“Assim, pois, se a Federação Europeia tomar este caminho, será mais um mal, do que um bem. Deve ela ser a protetora das independências nacionais e não a hidra devoradora das nações. 

“As autoridades federais devem existir para suprir a ação dos governos nacionais em certos assuntos de interesse supranacional; nunca para os eliminar. Sua atuação nunca poderá ter em vista a supressão das características nacionais de alma e cultura, mas antes, na medida do possível, seu robustecimento. Precisamente como no Sacro Império Romano Alemão, em que cada nação podia desenvolver-se, dentro da órbita dos interesses legítimos e comuns da Cristandade, segundo a sua índole peculiar, sua capacidade, suas condições ambientes etc. 

“De outro lado, a estruturação econômica não deve chegar a um planejamento tal, que implique numa super-socialisação. Se o socialismo é um mal, sua transposição para o plano superestatal não poderá deixar de ser um mal ainda maior.


“No Sacro Império — todo penetrado de feudalismo, de regionalismo sadio, de autonomismo municipal, do autonomismo grupal das corporações, Universidades etc. — tal perigo só começou a se infiltrar quando apareceu, com os legistas, a semente do socialismo hodierno. Mas os legistas foram sempre uma excrescência na Cristandade, e sua influência coincidiu precisamente com o declínio do verdadeiro ideal cristão do Estado. 

“Por fim, permita-se-nos uma afirmação bem franca. Nenhuma sociedade, seja ela doméstica, profissional, recreativa, seja ela Estado, Federação de Estados, ou Império mundial pode produzir frutos estáveis e duráveis se ignorar oficialmente o Homem Deus, a Redenção, o Evangelho, a Lei de Deus, a Santa Igreja, e o Papado. Ocasionalmente, podem alguns de seus frutos ser bons. Mas se forem bons não serão duráveis e, se forem maus, quanto mais duráveis tanto mais nocivos.

“Se a Federação Europeia se colocasse à sombra da Igreja, fosse inspirada, animada, vivificada por Ela, o que não se poderia esperar? Mas, ignorando a Igreja como Corpo Místico de Cristo, o que esperar dela? 

“Sim, o que esperar dela? Alguns frutos bons, que convém notar e proteger de todos os modos, sem dúvida. Mas como é fundado esperar também outros frutos! E se estes frutos forem amargos, quanto se pode temer que nos aproximemos assim da República Universal, cuja realização a maçonaria há tantos séculos prepara?”.








8 de maio de 2015

PT — partido que declaradamente promove a desagregação da Família


Mensalão, petrolão, generão

(esquemas de corrupção do PT) 


Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Por algum tempo, pensava-se que o mensalão fosse o maior esquema de corrupção já promovido pelo governo do PT. Quando veio à luz o petrolão, com desvio de dezenas de bilhões de reais da Petrobrás, o mensalão pareceu tão insignificante que poderia ser julgado em um “juizado de pequenas causas”, segundo palavras do ministro Gilmar Mendes.(1)

No entanto, ambos os esquemas parecem quase inofensivos diante de um outro, que não apenas furta o dinheiro público, mas concentra-se diretamente em destruir a família natural. Na falta de um nome melhor, chamarei de “generão” ao esquema de imposição sistemática da ideologia de gênero pelo governo petista. 

Ressalvo que tal ideologia não é uma invenção do PT nem está confinada ao nosso País. O mundo inteiro, através dos organismos internacionais, está sob o ataque cerrado dessa doutrina, que tem suas raízes no marxismo. No Brasil, mesmo antes da era petista (que começou em 2003 e se prolonga até os nossos dias), o governo já havia iniciado a aplicação de tal ideologia. No entanto, é forçoso reconhecer que nenhum outro partido, em nenhuma época da história, investiu tanto, em dinheiro e energias, no propósito de roubar a inocência das crianças, destruir a pureza dos jovens e aniquilar a sacralidade das famílias.(2) Distribuição de cartilhas literalmente pornográficas nas escolas de ensino fundamental, promoção de gigantescas passeatas de “orgulho (sic) homossexual”, financiamento do crime do aborto na rede hospitalar pública, perseguição sistemática a quem não aceita a “família” composta por dois pederastas ou duas lésbicas, tentativa de incriminar a oposição ao homossexualismo, rotulada de homofobia, tudo isso tem feito o esquema petista de corrupção da sociedade

O que vou relatar agora é apenas mais um dos inúmeros modos como vem funcionando o “generão” petista. No dia 12 de março de 2015, o “Diário Oficial da União” publicou duas resoluções do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, órgão subordinado à Secretaria de Direitos Humanos. A primeira delas (Resolução n. 11, de 18 de dezembro de 2014) “estabelece os parâmetros para a inclusão dos itens ‘orientação sexual’, ‘identidade de gênero’ e ‘nome social’ nos boletins de ocorrência emitidos pelas autoridades policiais no Brasil”.(3) A resolução define esses três termos do seguinte modo:


Orientação sexual: é “uma referência à capacidade de cada pessoa de ter uma profunda atração emocional, afetiva ou sexual por indivíduos de gênero diferente, do mesmo gênero ou de mais de um gênero, assim como ter relações íntimas e sexuais com essas pessoas”. [Note-se aqui que se considera o homossexualismo e o bissexualismo como “orientações” sexuais, quando na verdade são desorientações sexuais]. 

Identidade de gênero: é “a profundamente sentida, experiência interna e individual do gênero de cada pessoa, que pode ou não corresponder ao sexo atribuído no nascimento, incluindo o senso pessoal do corpo (que pode envolver, por livre escolha, modificação da aparência ou função corporal por meios médicos, cirúrgicos ou outros) e outras expressões de gênero, inclusive vestimenta, modo de falar e maneirismos”. [Note-se aqui como se emprega “gênero” com sentido diferente de “sexo”. “Maneirismos” significa trejeitos].  

Nome social: é “aquele pelo qual travestis e transexuais se identificam e são identificadas pela sociedade” [Em outras palavras: homens identificados com nome feminino e mulheres identificadas com nome masculino]. 

De agora em diante, é possível que, ao dirigir-se a uma delegacia de polícia para registrar uma simples ocorrência, o cidadão honesto receba perguntas constrangedoras, tais como: o senhor é homossexual? Está contente com o próprio sexo? Prefere ser chamado por um nome do outro sexo? O objetivo óbvio da resolução é colocar os transtornos sexuais, como o homossexualismo, o travestismo (e provavelmente o incesto e a pedofilia) no mesmo nível da normalidade sexual.

Mais assustadora, porém, é a Resolução n. 12, de 16 de janeiro de 2015, que “estabelece parâmetros para a garantia das condições de acesso e permanência de pessoas travestis e transexuais — e todas aquelas que tenham sua identidade de gênero não reconhecida em diferentes espaços sociais — nos sistemas e instituições de ensino, formulando orientações quanto ao reconhecimento institucional da identidade de gênero e sua operacionalização”.(4) O artigo 1º diz que “deve ser garantido pelas instituições e redes de ensino, em todos os níveis e modalidades [destaquei], o reconhecimento e adoção do nome social àqueles e àquelas cuja identificação civil não reflita adequadamente sua identidade de gênero”. Parece que os seminários e as escolas religiosas estão incluídos entre as instituições obrigadas a reconhecer tal “nome social”. No artigo 2º, obriga-se a tratar exclusivamente pelo nome do outro sexo os alunos que assim o desejarem “em qualquer circunstância, não cabendo qualquer tipo de objeção de consciência [destaquei]”. É espantoso como uma norma infralegal ousa tolher o direito à objeção de consciência assegurado não só pelo Direito Natural, mas também pela nossa Constituição Federal (art. 5, VI e VIII; art. 143 §1º). 

O artigo 6º estabelece que “deve ser garantido o uso de banheiros, vestiários e demais espaços segregados por gênero, quando houver, de acordo com a identidade de gênero de cada sujeito”. Os meninos, portanto, poderão frequentar o banheiro das meninas, e estas o dos meninos, bastando alegar que sua “identidade de gênero” corresponde à do outro sexo. O mesmo vale para os vestiários, onde se trocam as roupas. Abrem-se assim as portas para a promiscuidade sexual nas escolas. E os pais, poderão intervir para livrar seus filhos de toda essa depravação? Segundo o artigo 8º, “a garantia do reconhecimento da identidade de gênero deve ser estendida também a estudantes adolescentes, sem que seja obrigatória autorização do responsável [destaquei]”. Tal resolução, portanto, nega aos pais o direito de educar seus filhos, direito este assegurado pelo Código Civil (art. 1630) e pela Constituição Federal (art. 229). Lembremos que a supressão da autoridade dos pais sobre os filhos é uma das bandeiras do marxismo, expressamente declarada no Manifesto Comunista (1848) de Marx e Engels: “Censurai-nos por querer abolir a exploração das crianças por seus próprios pais? Confessamos esse crime”.(5) 

A essas resoluções os pais e educadores devem responder com a desobediência. Se houver tentativa de coação da parte de alguma autoridade, cabe impetrar contra ela um mandado de segurança alegando ameaça de violação do direito à integridade moral da criança ou adolescente (cf. art. 17, ECA). Os pais podem ainda ajuizar uma ação de reparação de danos morais se seus filhos sofrerem algum constrangimento quanto ao uso dos banheiros e vestiários. O que não se pode, neste momento, é permanecer inerte. 


Anápolis, 6 de maio de 2015 
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz 
Presidente do Pró-Vida de Anápolis 
www.providaanapolis.org.br 
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Notas: 
1. Gilmar Mendes: Diante do petrolão, mensalão seria julgado em ‘pequenas causas’, 20 nov. 2014, em http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/gilmar-mendes-diante-de-petrolao-mensalao-seria-julgado-em-pequenas-causas/ 
2. Faço eco aqui às palavras do saudoso Bispo de Anápolis, Dom Manoel Pestana, que sempre orava “pela inocência das crianças, pela pureza dos jovens e pela santidade das famílias”. 
3. DOU, Seção I, n. 48, 12 mar. 2015, p. 2-3. 
4. DOU, Seção I, n. 48, 12 mar. 2015, p. 3. 
5. Karl MARX; Friedrich ENGELS. Manifesto do Partido Comunista, São Paulo: Martin Claret, 2002, Parte II, p. 63.

23 de dezembro de 2007

Mais material “didático” contaminado de doutrinação marxista

Recebi de um Amigo o artigo abaixo (em itálico), sugerindo-me publicá-lo neste Blog da Família, pois muito vinculado com o que aqui temos tratado a respeito de “livros didáticos”, contaminados de doutrinação marxista.

É o caso de uma mãe (Da. Mirian Macedo, 53 anos) que retira sua filha (Luísa, 15 anos) de um colégio devido ao assustador material escolar posto à disposição da adolescente.

Além do mais, o referido artigo servirá aos pais de família como um exemplo a mais do estado — calamitoso — em que se encontram os materiais “didáticos” que circulam em inúmeros colégios — pobres estudantes... Estes, muitas vezes, para acertarem a uma questão, são obrigados a optar pelo erro. Até lá chegamos: as respostas corretas poderão ser consideradas erradas e vice-versa.

No referido artigo, a mãe, ex-jornalista, Da. Mírian Macedo aponta inclusive para conotações pornográficas de certos textos, ademais de idéias tendenciosas, falsificações históricas e erros crassos. Um dos erros grosseiros: numa apostila trata-se da destruição das cidades de Sodoma e Gomorra relacionando-as... com o dilúvio e a arca de Noé!!! Aquelas cidades pecadoras — e por isso destruídas num castigo fulminante — estão relacionadas com Abraão, o Patriarca. O que tem a ver Noé e o dilúvio com Sodoma e Gomorra? Nada, absolutamente nada!

Da. Mírian comenta que, vendo uma das apostilas em mãos de sua filha, correu os olhos no texto e viu que se tratava de uma “panfletagem grosseira” e de “porno-marxismo”.

Da. Mírian Macedo e sua filha Luísa

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Acabei de tirar minha filha do Colégio

Por Mírian Macedo


Acabei de tirar minha filha, de 15 anos, do Colégio Pentágono/COC (unidade Morumbi - São Paulo) em protesto contra o método pedagógico "porno-marxista" adotado pela escola no ensino médio este ano. O sistema COC, que começou como cursinho pré-vestibular há cerca de 40 anos em Ribeirão Preto-SP, está implantado hoje em mais de 150 escolas em todo Brasil, atingindo cerca de 200 mil alunos. O Pentágono - que, além do Morumbi, tem colégios em Alphaville e Perdizes - é uma das escolas-parceiras.

As provas de desvio moral-ideológico são incontáveis. Numa apostila de redação, a escola ensina "como se conjuga um empresário" e, para tanto, fornece uma seqüência de verbos retratando a rotina diária deste profissional:

"Acordou, barbeou-se... beijou, saiu, entrou... despachou... vendeu, ganhou, lucrou, lesou, explorou, burlou... convocou, elogiou, bolinou, estimulou, beijou, convidou... despiu-se... deitou-se, mexeu, gemeu, fungou, babou, antecipou, frustrou... saiu... chegou, beijou, negou, etc., etc.".

A página 4 da apostila de Gramática ostenta a letra de uma música de Charlie Brown Jr, intitulada Papo Reto (Prazer É Sexo O Resto É Negócio) – assim mesmo, tudo em maiúscula, sem vírgula. Está escrito: "Otário, eu vou te avisar:/ o teu intelecto é de mosca de bar/ (...) Então já era,/ Eu vou fazer de um jeito que ela não vai esquecer".

Noutro exemplo, uma letra de Vitor Martins, da música Vitoriosa:
"Quero sua alegria escandalosa/ vitoriosa por não ter vergonha/ de aprender como se goza".

As apostilas de História e Geografia, pontilhadas de frases-epígrafes de Karl Marx e escritas em 'português ruim', contêm gravíssimos erros de informação e falsificação de dados históricos. Não passam, na verdade, de escancarados panfletos esquerdejosos que as frases abaixo, copiadas literalmente, exemplificam bem:
"Sabemos que a história é escrita pelo vencedor; daí o derrotado sempre ser apresentado como culpado ou condições de inferioridade (sic). Podemos tomar como exemplo a escravidão no Brasil, justificada pela condição de inferioridade do negro, colocado (sic) como animal, pois era ‘desprovido de alma’. Como catequizar um animal? Além da Igreja, que legitimou tal sandice, a quem mais interessava tamanha besteira? Aos comerciantes do tráfico de escravos e aos proprietários rurais. Assim, o negro dava lucro ao comerciante, como mercadoria, e ao latifundiário, como trabalhador. A história pode, dessa forma, ser manipulada para justificar e legitimar os interesses das camadas dominantes em uma determinada época".

Sandice é dizer que a Igreja legitimou a escravidão. Em 1537, o Papa Paulo III publicou a Bula Veritas Ipsa (também chamada Sublimis Deus), condenando a escravidão dos 'índios e as mais gentes'. Dizia o documento, aqui transcrito em português da época que "com authoridade Apostolica, pello teor das presentes, determinamos, & declaramos, que os ditos Indios, & todas as mais gentes que daqui em diante vierem á noticia dos Christãos, ainda que estejão fóra da Fé de Christo, não estão privados, nem devem sello, de sua liberdade, nem do dominio de seus bens, & que não devem ser reduzidos a servidão".

Outra pérola do samba do crioulo doido, extraída da apostila de História:
"O progresso técnico aplicado à agricultura (...) levou o homem a estabelecer seu domínio sobre a produção agrícola em detrimento da mulher".

Ok, feministas. Agora, tratem de explicar a importância e o poder das inúmeras deusas na mitologia dos povos mesopotâmicos, especialmente Inana/Ishtar, chamada de Rainha do Céu e da Terra, Alta Sacerdotisa dos Céus, Estrela Matutina e Vespertina e que integrava, com igual poder, a Assembléia dos Deuses, ao lado de Anu, Enlil, Enki, Ninhursag, Nana e Shamash. Na Suméria,"tanto deuses quanto deusas eram patronos da cultura; forças tanto femininas quanto masculinas estavam envolvidas com a criação da civilização. A realidade dos papéis das mulheres dentro de casa estava em perfeito acordo com a projeção destes papéis no mundo divino". (Tikva Frymer-Kensky em seu livro de 1992, In the Wake of Goddesses: Women, Culture and Transformation of Pagan Myth. Fawcet-Columbine, New York.

Mais delírio marxista de viés esquerdológico:
"Estas transformações provocaram a dissolução das comunidades neolíticas, como também da propriedade coletiva, dando lugar à propriedade privada e à formação das classes sociais, isto é, a propriedade privada deu origem às desigualdades sociais - daí as classes sociais - e a um poder teoricamente colocado acima delas, como árbitro dos antagonismos e contradições, mas que, no final de tudo, é o legitimador e sustentáculo disso: o Estado". (Definição de propriedade privada, classes sociais e de Estado, em sentido marxista, no neolítico, nem Marx!).

Calma, não acabou: No capítulo sobre a Mesopotâmia, a apostila informa que o deus Marduk (grafado Manduque) ordenou a 'Gilgamés' que construísse uma arca para escapar do dilúvio. (Gilgamesh é, na verdade, descendente do Noé caldeu/sumério, chamado Utnapishtin/Ziusudra. É Utnapishtin que conta a Gilgamesh a história da arca e do dilúvio. Há versões em que Ubaretut, filho de Enki, é que é o verdadeiro Noé; Utnapishtin apenas revela a história do dilúvio a Gilgamesh).

Outro trecho informa que o "dilúvio seria enviado por Deus, como castigo às cidades de Sodoma e Gomorra". (Em Genesis (19,24), lê-se: "O Senhor fez então chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra". Além disto, a destruição de Sodoma e Gomorra nada tem a ver com Noé e sim, com o patriarca Abraão e seu sobrinho Ló).

Outros achados:
"Diz a tradição que Sargão era filho de um jardineiro, o que nos faz pensar que, nesta época, como era possível alguém das chamadas camadas baixas da sociedade, ter acesso ao poder?". (Que reflexão revolucionária! E que estilo!).

No capítulo "Geografia das contradições" lê-se: "Uma das graves contradições relaciona-se à economia: na sociedade capitalista quase todos trabalham para gerar riquezas, mas apenas uma minoria burguesa se apropria dela (sic) (...) Por outro lado, é necessário compreender que a sociedade foi e é organizada por meio das relações sociais de produção. Entre nós, e na maioria dos países, temos o modo de produção capitalista, em que a relação básica é representada pelo trabalho. Nele encontram-se os proprietários dos meios de produção e os trabalhadores que, não possuindo os meios de produção, vendem sua força de trabalho". (Marxismo puro, simples assim).

O mais grave é que estas apostilas, de viés ideológico explícito, vêm sendo adotadas por um número cada vez maior de escolas no País. Além das escolas próprias, o COC faz parcerias com quem queira adotar o sistema, como aconteceu este ano com o Colégio Pentágono, onde minha filha estuda desde o primário. Estas apostilas têm de ser proibidas e as escolas-parceiras e o COC têm de ser responsabilizados. É a escuridão reinante.

4 de dezembro de 2007

Coleção “Besteirol Marxista” -- Livros didáticos ou de ficção?

Volto à carga a respeito de livros ("didáticos") da coleção “Besteirol Marxista...” Sem dúvida esta aumentando as escolas onde ensinam imbecilidades, onde há cursos de bestialogia. E não me refiro aos educandários do MST — nos quais os “santos”, apresentados aos meninos e meninas para serem cultuados, são tiranos da laia de um sanguinário Mao Tsé-Tung, por exemplo. Refiro-me a escolas do sistema público de ensino e mesmo de colégios particulares. Nos educandários do MST estaria na lógica do currículo, pois pretendem transformar aqueles pobres meninos em terroristas-invasores da propriedade alheia. Aliás, um amigo enviou-me um documento mostrando que o MST já conta com aproximadamente 2000 escolas, (de)formando cerca de 160 mil alunos. Que futuro terão esses alunos?! Que futuro terá a propriedade particular?! De onde vem a dinheirama para tais escolas?!

Mas minha insistência em tratar dos livros “didáticos, que já estão circulando em colégios, é para alertar pais e mães de família para os absurdos que estão ensinando às nossas crianças. Muitas vezes, erros grosseiros encontram-se em livros distribuídos gratuitamente pelo Ministério da Educação "deste (des)governo" para "fazer" as cabecinhas infantis com um ideário comuno-marxista.

Encarregados de preparar tais livros, a maioria composta de petistas, estão revirando nosso glorioso passado pelo avesso, reescrevendo a História. Não podemos aceitar que continuem impunemente fazendo essas deturpações históricas.

Os pais e mães de família precisam ficar de olho no que seus filhos estão (des)aprendendo. Por exemplo, após os pequenos chegarem das escolas, esperar um momento tranqüilo em casa e perguntar-lhes o que de interessante aprenderam naquele dia. Interessar pelo que eles dizem dos estudos e dos professores e, pacientemente, encorajá-los naquilo que for correto e explicar-lhes o que há de equivocado naquilo que lhes foi ensinado erroneamente. Conforme o caso, justifica-se uma reclamação junto ao professor, ou mesmo ao diretor do colégio.

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Abaixo seguem mais dois exemplos dessa panfletagem marxista nos colégios com o objetivo de forçar o doutrinamento dos alunos.


“O Globo”, quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Capitalismo em versão polêmica no São Bento
A utilização de ilustrações do livro Capitalismo para principiantes, do escritor Carlos Eduardo Novaes, num teste de geografia para alunos da 7ª série do ensino fundamental do Colégio São Bento, um dos mais tradicionais do Rio, está causando polêmica. Ex-alunos, amigos e admiradores da escola enviaram uma carta e um abaixo-assinado ao reitor da instituição protestando contra a escolha feita pelo professor. Eles qualificam o texto como “impertinente e medíocre no conteúdo, repulsivo na forma”, e, além disso, “subversivo na mensagem moral e pedagógica por fazer apologia do comunismo, ridicularizar o Evangelho e invocar o nome de Deus”.
Ontem, a polêmica chegou ao ex-blog do prefeito Cesar Maia, que anunciou a discussão no colégio com o título Marxismo de quinta categoria e fora de época gera conflito no tradicional colégio católico São Bento.
O trabalho de geografia surpreendeu os pais de alunos logo na primeira página: o quadrinho inicial, retirado da obra de Novaes, usa o prólogo do Evangelho, segundo São João (“No princípio era o Verbo”), para ilustrar uma sociedade perfeita, onde se dizia “eu trabalho, tu trabalhas, ele trabalha”.
No quadrinho seguinte, quando surge o capitalismo, aparece, sob a frase “com a chegada do capitalismo, mudou o verbo do princípio”, a caricatura de um homem falando: “eu lucro, tu trabalhas e ele reclama da inflação”. Na terceira ilustração, o autor diz que num momento em que o Criador estava distraído é criada a propriedade privada dos meios de produção.
O reitor do colégio, dom Tadeu de Albuquerque, disse que só tomou conhecimento do caso ontem à tarde e ainda não tinha tido tempo de analisar a questão.


“O Globo”, quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Socialistas nota 10
Carlos Alberto Sardenberg
Por acaso a doutrina marxista é oficial e obrigatória no Brasil? Se não for, é preciso anular as provas feitas pelos alunos de serviço social no último Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, do Ministério da Educação).
Os testes não deixam outra possibilidade: se o universitário concorda com a idéia de que a história e a sociedade se movem, e se explicam, pelo conflito de classes entre capital e trabalho, então deve ter tirado nota dez.
Se, ao contrário, o universitário pensa que a liberdade individual, o mercado livre e o direito de propriedade constituem os melhores fundamentos das relações sociais e econômicas — esse aluno errou a maior parte das questões.
Se pensa isso e foi esperto, não errou, pois as questões são construídas de tal modo que a “resposta socialista” surge como obviamente correta e a outra, “neoliberal”, parece uma estupidez ou uma ingenuidade.
Para o Enade, ou a mídia é de uma santidade exemplar, impoluta e infalível; ou não existe a menor liberdade de imprensa e de opinião e a mídia dita democrática é sempre um truque para calar os trabalhadores e suas lideranças.
Ou seja, é golpista a mídia que mostra mensalões e aloprados e critica posições do governo Lula. Que o PT diga isso, tudo bem, é parte da democracia. Que o MEC coloque isso como resposta correta no Enade, é lavagem cerebral. E deve ser ilegal.

11 de outubro de 2007

Outro livro distribuído pelo MEC — outras deturpações históricas

Conversando com um dileto Amigo, sobre o assunto que neste Blog da Família tenho tratado, ele sugeriu-me postar trechos de um outro livro — também denunciado pelo jornalista de “O Globo”, Ali Kamel — intitulado “Nova História Crítica”. Da mesma forma distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) às escolas públicas (neste caso a 750 mil alunos da 8ª série) e igualmente repleto de distorções grosseiras, de deturpações históricas e eivado de erros evidentes. Assim, aqui transcrevo alguns trechos que dispensam comentários, uma vez que são tais e tantos os desatinos contidos no nefasto livro:


— Sobre o que é hoje o capitalismo:

"Terras, minas e empresas são propriedade privada. As decisões econômicas são tomadas pela burguesia, que busca o lucro pessoal. Para ampliar as vendas no mercado consumidor, há um esforço em fazer produtos modernos. Grandes diferenças sociais: a burguesia recebe muito mais do que o proletariado. O capitalismo funciona tanto com liberdades como em regimes autoritários."


— Sobre o ideal marxista:
"Terras, minas e empresas pertencem à coletividade. As decisões econômicas são tomadas democraticamente pelo povo trabalhador, visando o (sic) bem-estar social. Os produtores são os próprios consumidores, por isso tudo é feito com honestidade para agradar à (sic) toda a população. Não há mais ricos, e as diferenças sociais são pequenas. Amplas liberdades democráticas para os trabalhadores."


— Sobre Mao Tse-tung:

"Foi um grande estadista e comandante militar. Escreveu livros sobre política, filosofia e economia. Praticou esportes até a velhice. Amou inúmeras mulheres e por elas foi correspondido. Para muitos chineses, Mao é ainda um grande herói. Mas para os chineses anticomunistas, não passou de um ditador."


— Sobre a Revolução Cultural Chinesa:
"Foi uma experiência socialista muito original. As novas propostas eram discutidas animadamente. Grandes cartazes murais, os dazibaos, abriam espaço para o povo manifestar seus pensamentos e suas críticas. Velhos administradores foram substituídos por rapazes cheios de idéias novas. Em todos os cantos, se falava da luta contra os quatro velhos: velhos hábitos, velhas culturas, velhas idéias, velhos costumes. [...] No início, o presidente Mao Tse-tung foi o grande incentivador da mobilização da juventude a favor da Revolução Cultural. [...] Milhões de jovens formavam a Guarda Vermelha, militantes totalmente dedicados à luta pelas mudanças. [...] Seus militantes invadiam fábricas, prefeituras e sedes do PC para prender dirigentes 'politicamente esclerosados'. [...] A Guarda Vermelha obrigou os burocratas a desfilar pelas ruas das cidades com cartazes pregados nas costas com dizeres do tipo: 'Fui um burocrata mais preocupado com o meu cargo do que com o bem-estar do povo.' As pessoas riam, jogavam objetos e até cuspiam. A Revolução Cultural entusiasmava e assustava ao mesmo tempo."


— Sobre a Revolução Cubana e o paredão:
"A reforma agrária, o confisco dos bens de empresas norteamericanas e o fuzilamento de torturadores do exército de Fulgêncio Batista tiveram inegável apoio popular."


— Sobre as primeiras medidas de Fidel:
"O governo decretou que os aluguéis deveriam ser reduzidos em 50%, os livros escolares e os remédios, em 25%." Essas medidas eram justificadas assim: "Ninguém possui o direito de enriquecer com as necessidades vitais do povo de ter moradia, educação e saúde."


— Sobre o futuro de Cuba, após as dificuldades enfrentadas, segundo o livro, pela oposição implacável dos EUA e o fim da ajuda da URSS:
"Uma parte significativa da população cubana guarda a esperança de que se Fidel Castro sair do governo e o país voltar a ser capitalista, haverá muitos investimentos dos EUA. [...] Mas existe (sic) também as possibilidades de Cuba voltar a ter favelas e crianças abandonadas, como no tempo de Fulgêncio Batista. Quem pode saber?"


— Sobre os motivos da derrocada da URSS:
"É claro que a população soviética não estava passando forme. O desenvolvimento econômico e a boa distribuição de renda garantiam o lar e o jantar para cada cidadão. Não existia inflação nem desemprego. Todo ensino era gratuito e muitos filhos de operários e camponeses conseguiam cursar as melhores faculdades. [...] Medicina gratuita, aluguel que custava o preço de três maços de cigarro, grandes cidades sem crianças abandonadas nem favelas... Para nós, do Terceiro Mundo, quase um sonho não é verdade? Acontecia que o povo da segunda potência mundial não queria só melhores bens de consumo. Principalmente a intelligentsia (os profissionais com curso superior) tinham (sic) inveja da classe média dos países desenvolvidos [...] Queriam ter dois ou três carros importados na garagem de um casarão, freqüentar bons restaurantes, comprar aparelhagens eletrônicas sofisticadas, roupas de marcas famosas, jóias. [...] Karl Marx não pensava que o socialismo pudesse se desenvolver num único país, menos ainda numa nação atrasada e pobre como a Rússia tzarista. [...] Fica então uma velha pergunta: e se a revolução tivesse estourado num país desenvolvido como os EUA e a Alemanha? Teria fracassado também?"

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Transcrevo a parte final do artigo de Ali Kamel:“Esses são apenas alguns poucos exemplos. Há muito mais. De que forma nossas crianças poderão saber que Mao foi um assassino frio de multidões? Que a Revolução Cultural foi uma das maiores insanidades que o mundo presenciou, levando à morte de milhões? Que Cuba é responsável pelos seus fracassos e que o paredão levou à morte, em julgamentos sumários, não torturadores, mas milhares de oponentes do novo regime? E que a URSS não desabou por sentimentos de inveja, mas porque o socialismo real, uma ditadura que esmaga o indivíduo, provou-se não um sonho, mas apenas um pesadelo? Nossas crianças estão sendo enganadas, a cabeça delas vem sendo trabalhada, e o efeito disso será sentido em poucos anos. É isso o que deseja o MEC? Se não for, algo precisa ser feito, pelo ministério, pelo congresso, por alguém”.
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Não resisto em comentar apenas o que diz tal livro adotado pelo MEC, sobre o perigo que poderá ocorrer com a saída de Fidel Castro do governo: “de Cuba voltar a ter favelas”...
É a total negação do que é de conhecimento geral: a pobre Cuba hoje, sim, é uma imensa favela — a mais deplorável e miserável possível. Considerem apenas as fotos abaixo. Mas notem que tiradas de ruas centrais de Havana. Imagine como são as periferias daquela infeliz capital... imagine como deve ser o interior de Cuba...








Notem o automóvel... Aliás, um "luxo" para poucos - apenas para os companheiros "muy amigos" - na Ilha de Fidel Castro


Vejam um quarto de um dos hospitais de Ilha-Calabouço...


Observem a cena abaixo. Não retrata uma favela em algum subúrbio. Retrata uma das ruas centrais da capital do "Paraíso" castrista.

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Conclusão:
O livro “didático” Nova História Crítica, continua levantando polemica. Entretanto a polemica deveria ser muitíssimo maior. Nosso anseio é que se levante um clamor geral obrigando o governo a recolher tais livros; a não mais imprimir panfletos do genro; e, muito menos, que se coloque tais absurdos ao alcance de nossas crianças.
Estamos vendo que não basta ter escolas no País, precisamos exigir que nelas não se ensine como verdade as alucinações e idiotices de autores filiados à esquerda dinossáurica. Do contrário, tais escolas apenas formarão imbecis. Daí nossa insistência no papel de vigilância dos pais sobre livros de seus filhos, de procurarem saber o que os pequenos estão aprendendo. (Des)aprendendo, é certo, se nas mochilas deles encontra-se o citado livro distribuído pelo MEC.

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