27 de setembro de 2022

Uma bruxa, a reforma agrária, passeia com seu filho, o comunismo...


✅  Paulo Roberto Campos

O site do MST (mst.org.br), no post do dia 23 último, registra: 
“Na última quarta-feira (21), em entrevista no ‘Canal Rural’, o ex-presidente Lula (PT) voltou a defender o MST, como fez em entrevista ao ‘Jornal Nacional’ da Rede Globo e reconheceu que os ‘Sem Terra’ estão produzindo uma diversidade de alimentos saudáveis pelo país, nas áreas de reforma agrária”. 
Lula da Silva declarou: 
“Hoje os Sem Terra estão preocupados em produzir, preocupados em organizar cooperativas, preocupados em, inclusive de chegar no mercado externo”
Mentindo — aliás, um hábito inveterado do ex-presidente ex-presidiário — ele não confessou a evidência do fracasso de cooperativas do MST em produzir qualquer commodity em grande escala. No máximo, são cooperativas de hortas, ou pequenas granjas, que produzem apenas para as próprias famílias. Produção de subsistência na melhor das hipóteses, pois muitas terras distribuídas pelo sistema de reforma agrária durante os 13 nefastos anos do governo petista não foram utilizadas para agricultura, mas para barganha. Muitos lotes de reforma agrária foram vendidos pelos usuários. Logo em seguida, eles migram para outra região a fim de invadir outras terras na pretensão de obtê-las com o mesmo objetivo: barganhá-las. 

No “Catecismo Anticomunista” de Dom Geraldo de Proença Sigaud (publicado em 1962), o bispo denuncia os projetos de reforma agrária como um meio para dominar um país:
“O comunismo apregoa a necessidade de várias reformas. A primeira é a reforma agrária, depois vem a reforma urbana, a comercial e a industrial, todas elas de caráter mais ou menos acentuadamente expropriatório e socialista [...]. Os comunistas, tomando por pretexto a situação não raras vezes lamentável do trabalhador rural, e a conveniência de favorecer-lhe o acesso à condição de proprietário, promovem o confisco das propriedades rurais grandes e médias. Desde que haja só propriedades pequenas, caem todas sob o controle absoluto do Estado”
Nesse mesmo sentido escreveu Plinio Corrêa de Oliveira: 
“Vai se falando muito sobre reforma agrária. E quanta inconfessada desinformação noto nos que sobre ela discorrem... Nos partidários [petistas, mstistas, cnbbistas] de uma reforma agrária socialista e confiscatória, em nosso País, campeia a desinformação, solta como um cavalo de proporções apocalípticas. Montada nesse cavalo passeia uma bruxa: a reforma agrária socialista e confiscatória. Esta percorre assim todos os espaços trazendo ao peito um filhinho que amamenta infatigavelmente: o comunismo.”

Não acredito em bruxas boas, nem em reformas agrárias boas! Mas, leitores, prestem muita atenção: os bruxos estão soltos... 

 

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